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quarta-feira, 28 de outubro de 2015
A felicidade não tem que estar na realidade. Só tem que existir em nós.
Chove lá fora e na esperança de que sejam estrelas, aconchego-me cá dentro. [A felicidade não tem que estar na realidade. Só tem que existir em nós.]
terça-feira, 22 de setembro de 2015
As corridas da vida.
Fazemos o que podemos para chegar onde queremos. O mais longe perante o que desejamos. Não tenho conseguido chegar onde quero, com quem quero. Tem sido aos poucos com um jogo de cintura que nem sempre é acompanhado pela saúde que teima em falhar como a tinta de uma esferográfica em fim de vida útil. Faço corridas figuradas com quilómetros ficticios na minha imaginação enquanto estou sentada. E quem nos entende, espera-nos, acompanha-nos, corre connosco (mentalmente) e aguarda receber uma mensagem nossa como quem aguarda o toque de partida para uma grande corrida até nós. E só assim é possível. E só assim conseguimos. Quando todos juntos, corremos no mesmo sentido. O de brindar à amizade.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
[Bom dia]
Há dias em que a corrida para viver começa logo pela manhã. (O tempo parece correr sempre mais que nós). Nesses dias não me é permitido namoros com nada daquilo que a vida me oferece. E faz-me falta. Sinto-me ingrata. Outros há, em que o tempo me abona. Namoro cada pedacinho do meu pequeno-almoço, respiro calmamente a tranquilidade do dia, e a calma do meu lar. Na minha mesa, as primeiras cerejas desta época.
sábado, 18 de abril de 2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
10.04.2015
O tempo pede ao tempo que eu pare de me perder entre uma e outra linha que leio sobre amor. O amor não está escrito. O amor não tem uma fórmula única de amar. Talvez nem fórmula alguma. Estou certa de que amo e de que estou perdida.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Ah! As férias. Abraçar as terras de outrem.
Andei em terras de ninguém. Mas no fundo, de cada um que se predispõe a aprender a amá-las. Todos aprendem. E eu aprendi. Eu amei. Bebi cada lufada de ar puro. Comi com os olhos cada ponta de verde que me envolvia como cobertor que protege o calor da alma. Fechei os olhos e adormeci. Ao som do silêncio. Esqueci-me de que tenho medo. De que o meu medo é por tudo, de que o meu medo é por nada. Abracei cada criador meu. Senti-lhes a felicidade, e a ausência de remorsos por estarem a gastar o fruto do trabalho deles. Senti um tempo só nosso, apesar de um tempo rápido. E uma vontade, uma vontade de que estes sejam os momentos eternos. ♥
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Este post inclui as verdades sobre o anterior.
Se calhar tempo há (às vezes). Vontade é que não (nunca).
Vida rotineira pá!
Se eu fizer uma perspectiva da minha vida, posso concluir que a coisa mais
rotineira que nela há, é comer rissóis.
(Tempo e vontade de cozinhar, voltem.)
rotineira que nela há, é comer rissóis.
(Tempo e vontade de cozinhar, voltem.)
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
☁ ☂
Acontece que não me apeteceu estar com dilemas de vestimenta por causa do tempo, e hoje mesmo ainda antes de ver o "tempo lá fora", escolhi a roupa, e fui inflexível à mudança. Manga comprida, calças, e botas nos pés. E debaixo deste Céu, fui feliz.
domingo, 14 de setembro de 2014
Preguiça de Domingo.
Não me sabia capaz disso. Mas sabia que algum dia havia de chegar. Aquela vontade de que o fim-de-semana fosse eterno. Queria poder ler noite fora e saber que amanhã o tempo de sono não me faria falta. Queria não ter que me preocupar com a marcação de almoços, de ementas, de menus, que se eu não sei o que me apetece comer agora, muito menos durante toda a semana. Queria não ter que meter uma, duas, máquinas de roupa a lavar, Uma duas máquinas de roupa a enxugar. Queria não ter que escolher a roupa para amanhã. Queria não ter que activar o despertador para uma hora que ainda é noite cerrada. Mas se queria, não quero! Venha de lá muito café para aguentar a segunda-feira e a semana inteira.
terça-feira, 15 de julho de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
Alguns minutos de silêncio.
Finalmente ontem, o dia, em que vi "A Culpa é das Estrelas". Querem saber se fui mais uma das Marias Madalenas que chorou? Fui sim senhora. Não por ser uma história de amor. Não porque me tenha feito contactar com a realidade do cancro, o drama da perda de um filho e o drama da perda de uma pessoa que nos é querida. Não por isso. Foi-me dor, porque o cancro não me é anónimo. O cancro não me é longínquo, é uma realidade, e é-me familiar. O cancro tem para mim um nome, e uma cara. Que me serve como "representante" de tantos outros. Pessoas que têm vidas, pais e mães, mais ou menos presentes, irmãos ou irmãs, avós e amigos. Eu fui amiga. Amiga até ao fim de um corpo presente. Amiga de uma alma para sempre. Seja o para sempre, marcado pelo tempo que eu exista. Existirá ela comigo. Levada com a idade que tinha, levada com os sonhos que não concretizou, com os que estava a concretizar, e talvez alguns que tenha concretizado, mas muitos menos que aqueles que teria tempo de concretizar, se tivesse tempo de viver.
Vi-te ontem na Hazel Grace, doente, mas com força de sonhar e de viver!
Diz-nos no livro/filme que a "dor é para ser sentida..."
E é. E é por isso que ainda hoje sinto a dor da tua perda.
Vi-te ontem na Hazel Grace, doente, mas com força de sonhar e de viver!
Diz-nos no livro/filme que a "dor é para ser sentida..."
E é. E é por isso que ainda hoje sinto a dor da tua perda.
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terça-feira, 1 de julho de 2014
De qualquer das maneiras, seja bem-vindo senhor Julho.
Sei lá. Não quero ser insensível à chegada do mês de Julho, mas até agora, este mês não tem nenhum tipo de particularidade. E se for para ter uma particularidade má, mais vale não ter, e continuar a manter-se um mês anónimo.
Julho era há uns anos (talvez já muitos), mês de férias, mês de ir à praia, fazer castelos na areia, respeitar as horas de sol, caminhar, andar de bicicleta, juntar a família (mais vezes que o normal), fazer lanches grandes, molhar os pés, andar descalça a sentir o calor do solo. Mês das festas da Vila, mês dos amigos de longe estarem perto. Julho deixou de ser esse mês. As aulas prolongaram-se, e as férias encurtaram-se, começaram os exames, primeiro os de um ano, depois os do outro. Muitos outros anos assim, e Julho nunca mais ficou por conta das férias a tempo inteiro. Não fica nada por viver, mas ficam prioridades na vida.
Este ano Julho chegou. Mais incerto que nunca. E "agente" aguarda. E "agente" espera. Por vezes "agente" até desespera. Mas sorri. Sorri porque trabalhamos. (Temos trabalho). Mas desesperamos quando aguardamos que nos chamem para a prova do falamos agora em 60 minutos ou nos calamos para sempre. E talvez Julho venha a ter uma particularidade. E talvez para o ano, eu fale de Julho com uma particularidade de carinho.
Julho era há uns anos (
Este ano Julho chegou. Mais incerto que nunca. E "agente" aguarda. E "agente" espera. Por vezes "agente" até desespera. Mas sorri. Sorri porque trabalhamos. (Temos trabalho). Mas desesperamos quando aguardamos que nos chamem para a prova do falamos agora em 60 minutos ou nos calamos para sempre. E talvez Julho venha a ter uma particularidade. E talvez para o ano, eu fale de Julho com uma particularidade de carinho.
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
Queremos tudo menos estar iguais!
Nunca queremos estar iguais. Nem estar iguais aos outros, nem estar iguais ao que estamos, ou ao que já estivemos. Hoje caminhava rua fora, e passava por um edifício espelhado. Passo apressado, é o meu, é o normal, é o costume. Tenho sempre pressa no andar. Ao olhar-me no edifício espelhado, reparei no meu cabelo, apanhado (o tempo meio esquisito, permite-me que seja esquisito definir a vestimenta, e com o calor que estava, apertei o cabelo). Apesar do cabelo apanhado, notei-o comprido. Senti-me contente de o ter tão comprido, até porque tendo eu o cabelo encaracolado, nunca dá para perceber realmente o tamanho dele, a menos que esteja esticado (não vou muito nessa). Pensei então que há um ano a trás, estava exactamente assim, e chegado a Agosto, levou um corte de que até aí não tinha memória. Depois do corte e das exclamações: Uau, que diferente! Uau! uau! A lembrança passa. E daí a duas semanas estava feita Madalena arrependida por ter feito aquilo ao pobre do cabelo. Agora que voltou a estar comprido, temo que a ideia que me possa vir a assombrar, seja exactamente a mesma de Agosto passado.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
A mudar tendências desde a minha data de nascimento!
Chuva, podes vir a qualquer hora, cá estarei para te sentir! (Ler a trautear a música do Rui Veloso "Todo o tempo do Mundo"). Deves pensar que lá porque vens aí de cima, és uma Manda Chuva toda poderosa e irreverente! Quero lá saber é disso. Contrariei todas as tendências que trazes inerentes a ti. Sim, viste bem, quando eu passei por ti esta manhã, entre um pingo e outro. Vesti calças de ganga, T-shirt de alças, casaquinho Primaveril e calcei sapatinhos Oxford. Tudo em cores de pastel. Ao meu gosto, e não ao teu. Teimas em querer tudo da cor que pintas o Céu, mas hoje, ganho eu!
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Ao pormenor do tempo! ♥
Todos os dias, são aqui, começados de forma agitada. Não tenho aquele tempo de manhã para um momento calmo a beber café acabado de ferver na cafeteira, para comer torradas ou olhar pela janela e ver quem passa. Gostava de poder ter esse momento, criar imagens inspiradoras e comidas deliciosas. Apesar do tempo, esse que não estica nem abunda nos últimos meses, consigo ter tempo para o sorriso, para o mimo do costume. Lei-o coisas inspiradoras ao longo do dia. Lei-o sonhos e ambições de outros. Lei-o sorrisos e felicidades alheias. Lei-o nas palavras de outros, algumas das minha próprias visões. É realmente possível fazer mais, ser mais, ser melhor. É possível fazer mais pela nossa felicidade e pela dos outros. É possível ser feliz. É possível ser melhor todos os dias! Afinal o tempo, é pormenor! Podemos tudo! ♥
terça-feira, 20 de maio de 2014
Hora de desligar a televisão.
Tempo de antena por conta das politiquices. (Desculpem lá qualquer pobreza de espírito que possa por aqui habitar.)
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Keep Calm and Chill Out! *
*Esta imagem, bem que podia ilustrar o meu dia de ontem. Ando a pedir um dia a acordar às 13h e a adormecer novamente às 14h, ao tempo. Mas já perdi foi a conta ao tempo a que faço este pedido. Uma pessoa anda cansada. Ok? Não me venham com teorias de que não tenho razões para isso porque não sou dona de casa nem mãe de filhos. Isso pensam vocês. Os filhos aparecem-me todos os dias. (E eu queixo-me. Mas não há nada como ter a casa cheia deles.) Acordo com o pequeno almoço na cama, Sô Dona Minha Mãe trata-me bem, mas neste momento, preferia continuar a dormir. Depois de ser acordada, aqui a bela adormecida, demora a pegar novamente no sono. O pequeno almoço quase que embate na hora do almoço. Mas tenho a impressão de que se eu não faço uma das refeições, Sô Dona Minha Mãe, pode passar de boa cuidadora, a mãe igualmente boa cuidadora, mas com uns nervios à flor da pele, em menos de nada. Depois de almoço, consigo finalmente a casa para mim, e conquisto o espaço do sofá que me grita em silêncio que me quer. Deito-me, sinto um conforto, e penso finalmente "Keep Calm and Chill Out". As condições estavam reunidas para que eu adormecesse descansada. Uma porra! Uma porra que o telefone de casa tocou. Depois do trabalho que me deu conquistar o conforto em que estava, tive que me levantar para ir ao telefone (Para a próxima, das duas uma: Ou não atendem o telefone quando estiverem nestas condições, ou levam logo o telefone para ao pé de vocês assim que se deitarem. Sendo que continuo a achar mais viável a primeira hipótese). Não me ofereceram enciclopédias, bíblias, ou idas a exposições de colchões ortopédicos. Mas ofereceram-me duas crianças para tomar conta.
...
Escusado será dizer que o descanso acabou e o estado de pré bela adormecida também. Sobrou uma gata borralheira desolada pelo sono, a ver o Mickey Mouse, a comer gomas, e a tentar manter um tom de voz monocórdico.
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segunda-feira, 24 de março de 2014
(O silêncio, tem sempre uma razão de ser)
Queria poder crepir mágoas, daquelas mágoas passageiras. Daquelas que crepimos sem razão, daquelas que têm que ser crepidas, para que tudo tenha um bocadinho de agitação e se quebre o silêncio. Queria poder dizer, que a minha mágoa, era uma qualquer banalidade. Desta vez, não há qualquer tipo de banalidade escondida nesta ausência. Há sim, um grande motivo, pelo qual estou em silêncio, pelo qual estou calada em mim, e a apoiar-me nos meus! E este, é o mais forte. Mais forte que todos e qualquer um. As maiores facadas que a vida me podia ter dado, já deu, achava eu (queria acreditar), porque dessas já tinha a dor curada, porque dessas já estava livre de sobresaltos, e dessas facadas até às próximas, seria um longo caminho, e um caminho que eu saberia percorrer. Com maturidade, com força, com visões de margaridas e erva macia. A verdade, é que os caminhos que percorro agora, não são esses. Não são de todo, esses. Os de agora, são os mais aridos, os mais duros. Sei agora, não pensar em longos caminhos, contar cada segundo, dar valor a cada nano-segundo, porque todos contam, para que o coração dele, aguente. Para que o coração dele, saiba ser forte, para que supere os danos, através do amor, daqueles que criou. Daqueles, do qual ele é, a raíz. Como se fosse a minha familia, uma árvore, como se fosse ele a raíz, os filhos as flores, e nós, os netos, os frutos. Frutos daquilo que eles plantaram. Um amor, sem fim. Guardo agora, guardo já, a saudade do teu coração, sem sobressaltos.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Falando de irmãos #4
Há de certo os irmãos arrumados, e há o meu: desarrumado! Ou menos arrumado para aligeirar a situação (ver se ele não me corta a prenda de aniversário). Caso eu tivesse um irmão arrumado, quando andasse à procura de uma coisa arrumada por ele, procuraria primeiro no sítio dela, e só depois, caso lá não estivesse, (o que duvido por estarmos a falar de uma pessoa arrumada) procurava em redor. Sendo que estou a falar em particular do meu irmão, uma pessoa desarrumada, procuro sempre primeiro em redor, e só depois se não encontrar, no sítio destinado. Torna-se assim, uma gestão inteligente de tempo!
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