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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Almoços nas nuvens.

Ainda a correr sem sentir que é quinta, ou que já é quinta, ou que ainda só é quinta só abrandei o ritmo desta semana hoje por volta do meio dia quando me meti no carro a caminho da Figueira. O sol de Outono está brilhante como ouro polido. Decidi almoçar no destino. Parei num sítio improvável para mim e apetrechei-me de hambúrgueres e sumo. Peguei em tudo como quem pega numa criança ao colo e vim feliz, sentar-me na marginal da praia de Buarcos a almoçar com o mar à minha frente. O mar é único capaz de medir os meus sonhos.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Julho está a resolver-se!

Afirmei que Junho foi um mês chato. Abdiquei de sonhos e de mudanças. Comecei o mês de Julho com dois dias a três, e tomei a decisão de não abdicar de mais nenhum sonho ou mudança. Deixei em suspenso o blogue, (não tanto mas também) o Facebook e dediquei-me à vida na Terra. O instagram foi o único a testemunhar as minhas inspirações e mudanças mesmo que entrelinhas. Estou a uma semana e meia de mudança declarada, de tentar menos e acertar mais. Julho está a resolver-se. E a minha vida também.

segunda-feira, 16 de março de 2015

[De hoje a uma semana]


Esta será a minha idade, e eu terei tanto a agradecer. A C. embarcou às cegas numa aventura, que está a tornar os meus sonhos, numa realidade. Obrigada.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Alguém me viu por dentro.

"Precisa-se de pessoas que tenham os pés na terra e a cabeça nas estrelas. Capazes de sonhar, sem medo dos sonhos." 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Era uma vez...

...esta cadeira.


Quantas histórias contará? 
Quantos sonhos poderão ter sido aqui sonhados? 
Bons sonhos. ★

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Este é para a Ana. Uma pessoa de Fé! Acredita que eu sou normal.

Ainda não consigo realizar sonhos daqueles de grande envergadura. Mas a Ana está na Alemanha, não me conhece pessoalmente e hoje enviou umas palavras queridas queridas. Ana, só por ainda não me conheceres pessoalmente, é que ainda me achas uma pessoa normal (cof cof). Mas se apesar disso, conhecer-me pessoalmente continuar a fazer parte dos teus sonhos, eu esse consigo realizar com o maior dos gostos.
(Goucha, tenho beijinhos para o estrangeiro. Para a Ana.)

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Quantos sonhos pode um corpo incluir?

"Quantos sonhos pode um corpo incluir?
Para ver a tua pele há que fechar os olhos, cerrá-los mesmo...O segredo da felicidade é perceber que há tanto para fazer antes de esperar que a vida faça o resto. Há que procurar tudo o que é procurável e descobrir o que nem sequer pode ser descoberto. E depois, só depois, aguardar o instante em que a vida mostra o que vale. O quanto nos vale.
Quantas vidas vale o teu abraço?"

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ao pormenor do tempo! ♥

Todos os dias, são aqui, começados de forma agitada. Não tenho aquele tempo de manhã para um momento calmo a beber café acabado de ferver na cafeteira, para comer torradas ou olhar pela janela e ver quem passa. Gostava de poder ter esse momento, criar imagens inspiradoras e comidas deliciosas. Apesar do tempo, esse que não estica nem abunda nos últimos meses, consigo ter tempo para o sorriso, para o mimo do costume. Lei-o coisas inspiradoras ao longo do dia. Lei-o sonhos e ambições de outros. Lei-o sorrisos e felicidades alheias. Lei-o nas palavras de outros, algumas das minha próprias visões. É realmente possível fazer mais, ser mais, ser melhor. É possível fazer mais pela nossa felicidade e pela dos outros. É possível ser feliz. É possível ser melhor todos os dias! Afinal o tempo, é pormenor! Podemos tudo! ♥

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Apetecia-me ser minha! [Boa tarde] ♥

Apetecia-me ser minha. Eu, sem sombra, sem frio, ou sem calor. Apetecia-me ser só eu pela Cidade fora. Durante o dia de trabalho, pensei em inúmeras coisas que me apeteciam estar a fazer naquele momento. Segunda feira em Coimbra, com Sol, e sem a I. para partilhar o gabinete, só ao longe as vozes das conversas mais banais se faziam ouvir. Não sonhei alto, não sonhei sonhos impossíveis de realizar. Sonhei que queria acabar o meu dia sozinha, a ver o Pôr do Sol, na esplanada junto ao Rio Mondego. Sonhei com a aragem a despentear-me, a passar ao de leve na minha blusa, e a arrepiar-me depois do sol encoberto pelas nuvens.
Realizei os sonhos. Fui feliz.