Figueira, 13 de novembro de 2015
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segunda-feira, 16 de novembro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Almoços nas nuvens.
Ainda a correr sem sentir que é quinta, ou que já é quinta, ou que ainda só é quinta só abrandei o ritmo desta semana hoje por volta do meio dia quando me meti no carro a caminho da Figueira. O sol de Outono está brilhante como ouro polido. Decidi almoçar no destino. Parei num sítio improvável para mim e apetrechei-me de hambúrgueres e sumo. Peguei em tudo como quem pega numa criança ao colo e vim feliz, sentar-me na marginal da praia de Buarcos a almoçar com o mar à minha frente. O mar é único capaz de medir os meus sonhos.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Só os adultos escrevem assim.
«a única certeza é que a vida abalará todas as tuas certezas.
a única certeza é que o dia nasce, a terra gira e o sol se põe.
a única certeza é que farás uma grande viagem, a viagem da tua vida, a viagem pela tua vida.
a única certeza é que terás dúvidas todos os dias, várias vezes ao dia, dias a fio, sobre muitas coisas, eventualmente, com o passar do tempo, sobre todas as coisas.
a única certeza é o momento em que acreditas que é para sempre.
essa é a tua certeza, a certeza absoluta mais bonita e redonda do universo, perfeita.
as certezas são círculos que trazem no seu interior sentimentos, momentos, pessoas.
e chegam assim, límpidas, transparentes, como bolas de sabão.
não as tentes agarrar, guarda-as na retina do teu coração.
nunca mais em momento algum terás tanto a certeza de que estás certa.
a única certeza é que quando tiveres a certeza, vais saber.»
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Do que bem me apraz.
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quinta-feira, 5 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Se eu amanhã continuar assim, sem dúvida que sou feliz.
Gosto de trabalhar. Gosto muito de trabalhar. Mas mais para o final da semana, apesar do gosto que tenho, o cansaço chega, e as noites mal dormidas trazem a necessidade de me permitir a mim própria descansar mais um bocadinho sobre a manhã. Sei que é por poder, mas também por ser a única altura em que consigo fazê-lo. Gosto de um acordar descansado, sem despertadores, sem gente que grite por mim e que me faça ter um acordar sobressaltado. Gosto daquele bocadinho em que abro os olhos, e fico quieta até me sentir capaz de acordar e levar com a luz do dia. Não há como ter um acordar descansado, um amigo a dizer bom dia, uma chávena de café e um pão de cereais em cima da mesa. Uma janela aberta, um raio de sol, ou um pingo de chuva. E a vida é tão boa. ♥
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014
»Rumo ao Sol e ao Sul ♥«
«uma doce alegria percorre-me o corpo, ainda antes dos meus lábios se unirem para pronunciar a palavra sul, como um beijo ansiado. um sopro meridional que me anima e antecipa a palavra mágica, que me aquece o olhar e habita o olfacto de uma inexplicável doçura, como se dispensasse a necessidade de a pronunciar. o Sul continua a ser uma transgressão, que me sujeita ao sacrifício da travessia da ponte e exige o ritual da espera do ferry, para finalmente me escancarar o horizonte e entregar à volúpia dos mistérios. este Sul que eu amo e de que sinto uma necessidade tão prosaica como pão para a boca, só existe uma vez transposta a fronteira do rio, como ponte móvel que me une as margens interiores. entre uma e outra, fica a nostalgia da minha ambição apátrida, apenas vislumbrada quando as minhas costas selam os labirintos do Norte, para que o meu olhar se abandone à plenitude do Sul.»
Jorge Fallorca
domingo, 20 de julho de 2014
Este Verão eu Já.
Comi melancia. Andei com a barriguinha de fora. Apanhei sol. Cheirei a protector solar. Comi gelados. Usei perfumes frescos. Calcei sandálias. Amei. Ganhei o meu primeiro ordenado. Recebi flores. Comprei roupa nova. Li vários livros. Bebi água de coco. Fui feliz. Fiz feliz. ♥
domingo, 13 de julho de 2014
Nós procuramos o bem que precisamos.
A sexta-feira foi uma verdadeira tempestade. Uma agitação. Há momentos em que Coimbra não me quer, ou talvez seja eu que não a quero a ela. A sexta-feira passada, teve um desses momentos. E num hapice fui embora. Quero nesses momentos, o colo da minha mãe, e o abraço do meu pai. A maneira como me olham, significa que vai correr sempre tudo bem. Assim como quando era mais pequena e me magoava, assim como quando tinha um teste e o nervosismo apertava até as mais pequeninas entranhas. Hoje estou de volta a Coimbra, e venho com a energia de um amor maior e de um passeio coberto pelo sol. Obrigada aos que serão para sempre meus. E obrigada Coimbra por me abrires os braços, como se eu nunca tivesse vontade de ir embora!
sábado, 12 de julho de 2014
Só uma observação parva sim?
Nesta altura do ano, estamos a mais de um metro de distância das pessoas, e o cheiro predominante é o do protector solar. (Bem, e não ser outro, estamos com sorte!)
terça-feira, 1 de julho de 2014
De qualquer das maneiras, seja bem-vindo senhor Julho.
Sei lá. Não quero ser insensível à chegada do mês de Julho, mas até agora, este mês não tem nenhum tipo de particularidade. E se for para ter uma particularidade má, mais vale não ter, e continuar a manter-se um mês anónimo.
Julho era há uns anos (talvez já muitos), mês de férias, mês de ir à praia, fazer castelos na areia, respeitar as horas de sol, caminhar, andar de bicicleta, juntar a família (mais vezes que o normal), fazer lanches grandes, molhar os pés, andar descalça a sentir o calor do solo. Mês das festas da Vila, mês dos amigos de longe estarem perto. Julho deixou de ser esse mês. As aulas prolongaram-se, e as férias encurtaram-se, começaram os exames, primeiro os de um ano, depois os do outro. Muitos outros anos assim, e Julho nunca mais ficou por conta das férias a tempo inteiro. Não fica nada por viver, mas ficam prioridades na vida.
Este ano Julho chegou. Mais incerto que nunca. E "agente" aguarda. E "agente" espera. Por vezes "agente" até desespera. Mas sorri. Sorri porque trabalhamos. (Temos trabalho). Mas desesperamos quando aguardamos que nos chamem para a prova do falamos agora em 60 minutos ou nos calamos para sempre. E talvez Julho venha a ter uma particularidade. E talvez para o ano, eu fale de Julho com uma particularidade de carinho.
Julho era há uns anos (
Este ano Julho chegou. Mais incerto que nunca. E "agente" aguarda. E "agente" espera. Por vezes "agente" até desespera. Mas sorri. Sorri porque trabalhamos. (Temos trabalho). Mas desesperamos quando aguardamos que nos chamem para a prova do falamos agora em 60 minutos ou nos calamos para sempre. E talvez Julho venha a ter uma particularidade. E talvez para o ano, eu fale de Julho com uma particularidade de carinho.
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sexta-feira, 27 de junho de 2014
Ser feliz, é ser feliz e ponto final.
Trabalhei, trabalhei e trabalhei. Trabalhei por gosto. Um dia em cheio! Cheio de vida. Se estou cansada? Estou sem dúvida. Mas se estou feliz? Estou sem dúvida. E muito mais feliz do que cansada! Fiz o caminho até à minha Vila com um pôr do Sol lindo. Um calor suave na pele, e uma luminosidade nos olhos. A liberdade do sol, a virtude dos dias grandes, a total satisfação do regresso a casa. Estou em casa. Finalmente estou em casa. O importante, o melhor: o beijo e o abraço dos meus pais quando chegamos. Ser Feliz, é saber que os vou ter. É saber que os vou encontrar. No final de uma semana boa, ou no final de uma semana má. Ao sorriso que vocês têm criado. ♥
sábado, 14 de junho de 2014
Os verdadeiros almoços de Junho.
Acabei de ter o verdadeiro almoço de um Sábado de Junho, com o sol a brilhar.
Carapau da "nossa Praia", com salada, broa, família na mesa e cheiro a manjerico. ♥
Carapau da "nossa Praia", com salada, broa, família na mesa e cheiro a manjerico. ♥
domingo, 1 de junho de 2014
Aos pormenores dos dias.
Gosto de imagens onde sinto conforto e vontade de ficar. Gosto de frases onde me reveja e queira agarrar-me à leitura. Gosto de cores. Cores pastel e cores vibrantes. Gosto de pormenores, como o verde da relva junto com o amarelo do sol. Gosto da liberdade dos dias e do sossego incutido em cada um. Gosto da harmonia provocada pelos sorrisos e da cumplicidades implícita nos gestos. Gosto da inspiração e dos pensamentos que me chegam de dia para dia, com as oportunidades de ser (ainda mais) feliz.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Vale ouro? Vale muito mais.
No gabinete, sentada, de janela aberta, sol nos vidros e calor, entre o burburinho das pessoas, e a agitação do telefone, ouve-se o amola tesouras. O amola tesouras, esse, de que só me lembro de ouvir enquanto criança! Ouro encontrado num dia tão bom, mas tão igual a tantos outros, não fosse este som já tão fora do vulgar.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
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