Gosto muito da vida e destes dias de viver. Destes dias passados em caminhos que nunca irei decorar e com pessoas que gostei de conhecer. Gosto de ver o dia acordar e sentir-me acordar antes dele, gosto de ver o dia deitar, e eu deitar-me muito depois dele. Como num namoro por turnos. Sem horas para nos vermos, nem local. Quando o vi deitar-se pedi licença e corri à rua para lhe dar um beijinho de boa noite e agradecer existir mais um dia na história da minha vida. Este em especial.
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terça-feira, 20 de outubro de 2015
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Assumimos na vida contradições ridiculas.
Ao mesmo tempo que agradeço a existência da minha mãe no meu Mundo, consequência dos dias muito cheios, o meu telefone toca e eu tenho que a despachar em frases monossilábicas e encortar conversas de páginas, em segundos.
terça-feira, 19 de maio de 2015
[Aos dias que passaram]
A única certeza que tenho, é de que os últimos dias (me) trouxeram certezas absolutas: sobre a Vida e sobre Viver.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
14.04.2015
Passei noites a amar-te. Inevitavelmente estou a fazê-lo neste momento. Escrevo para que também tu o saibas e para que eu nunca me esqueça: das noites em que me fizeste perder o chão e dos dias em que me fizeste ganhar o céu.
terça-feira, 7 de abril de 2015
[não quer dizer nada.]*
Às vezes não digo tanto quanto queria. Às vezes, mas só às vezes, fica tanto por dizer. Se calhar a ti em especial. A ti que me arrancaste as gargalhadas mais genuínas e os soluçares mais tristes.
A ti que abracei tantas vezes. Quantas vezes? Sabes? Vezes sem conta é o número mais preciso. Tenho memórias de palavras soltas, e de frases completas. Assim como as palavras juntas construíram frases, nós, juntos, construímos momentos. Não vejas o meu coração como um antiquário. Mas olha-me como um grande Amor.
Identificas-te?
A ti que abracei tantas vezes. Quantas vezes? Sabes? Vezes sem conta é o número mais preciso. Tenho memórias de palavras soltas, e de frases completas. Assim como as palavras juntas construíram frases, nós, juntos, construímos momentos. Não vejas o meu coração como um antiquário. Mas olha-me como um grande Amor.
Identificas-te?
*quando tenho vontade que queira dizer tudo.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Do que bem me apraz.
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terça-feira, 24 de março de 2015
Aos 24 dias do meu mês, os meus 24 anos.
Os mesmos ventos que fazem os olhos chorar, são os mesmos ventos que fazem os olhos brilhar quando a vida nos ilumina os dias. Os meus dias têm sido iluminados. Não vou continuar a tentar explicar o porquê do meu dia de anos me ser tão importante, e o porquê de valorizar o mais ínfimo pormenor.
Se nos anos anteriores (muito menos no passado) a vida não me iluminou neste dia, este ano, iluminou por todos esses anos que foram obrigados a passar em vão.
Juntar mais de uma dúzia de pessoas em minha casa, podia ser para mim o mais trivial, podia ser para mim o pão nosso de cada dia. Gosto sobretudo de pessoas, de conversas lógicas ou não, de risos e de expressões. Mas apesar disso, gosto destas pessoas em especial. Estas que me vêem contar anos, mais um, ano após ano e que me apoiam nestas (e noutras) loucuras. O meu pedido era que o meu dia de anos fosse como um espelho que reflectisse a imagem da pessoa em que me tornei. E foi. Obrigada. O meu coração está com as baterias carregadas. O meu sonho foi realizado. As fotos virão!
Se nos anos anteriores (muito menos no passado) a vida não me iluminou neste dia, este ano, iluminou por todos esses anos que foram obrigados a passar em vão.
Juntar mais de uma dúzia de pessoas em minha casa, podia ser para mim o mais trivial, podia ser para mim o pão nosso de cada dia. Gosto sobretudo de pessoas, de conversas lógicas ou não, de risos e de expressões. Mas apesar disso, gosto destas pessoas em especial. Estas que me vêem contar anos, mais um, ano após ano e que me apoiam nestas (e noutras) loucuras. O meu pedido era que o meu dia de anos fosse como um espelho que reflectisse a imagem da pessoa em que me tornei. E foi. Obrigada. O meu coração está com as baterias carregadas. O meu sonho foi realizado. As fotos virão!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Em dias como o de hoje.
[Em dias como o de hoje, desejo que tudo seja feito à minha maneira, como se eu própria tivesse maneira de o fazer ser. ♥]
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
[Aos dias que fazem sentido vividos em silêncio.]
Às vezes faz sentido caminhar de mãos dadas pelo silêncio fora. Às vezes é importante conseguir ler nas entrelinhas do esboço de um sorriso, que nos estão a pedir ajuda. Às vezes precisamos de ser muito mais do que as nossas dores físicas ou psicológicas para sermos (e fazermos) felizes.
[♥]
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Os melhores (e maiores) fins-de-semana!
[Quero mais destes fins-de-semana de três dias. Não por não ter que trabalhar. Mas por poder estar juntos dos meus. Abraçar os que me criaram, e criar os que me naseram.]
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
[os dias que nos (a)massam.]
Dias inteiros de hospital. Doiem na cabeça. Na paciência. Na alma.
Cheguei finalmente ao meu céu. Boa noite.♡
Cheguei finalmente ao meu céu. Boa noite.♡
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
[ao que é visto pelos olhos do coração...]
A imprevisibilidade dos dias, é talvez a maior previsibilidade que temos sobre eles. É esta a magia de dormir. Acordar. Sorrir. Abraçar. Os meus. Aqui. Hoje. ♥
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terça-feira, 11 de novembro de 2014
[Os hábitos que fazem de nós felizes.]
Tenho saudades do meu café com nível, ali, naquele café a que me habituei a ir todos os dias. O café com nível é ali (pelo menos ali), o café com pau de canela. Era naquele café que me aconchegava de manhã e ao meio dia, e quando o trabalho se estendia. Hoje aconchegou-me já era noite. E eu só posso dizer, que tenho mesmo mesmo saudades daqueles dias. Todos os dias. ♥
domingo, 5 de outubro de 2014
[...a preto e branco]
Há dias que acordam esquisitos. O banho da manhã não lava a alma, não leva a inconstância do momento nem a confusão da vida. O dia, o meu dia, começou assim. Um lado de mim adormecido há 12 anos, teve que acordar hoje, Morto. E outro, doente.
sábado, 4 de outubro de 2014
Hoje queria que fosse um destes dias!
Hoje apetecia-me ser esta criança. Acordar mimada e a fazer birra pela roupa que a minha mãe me queria vestir, e no fim de tantas lágrimas de birra tomar o pequeno almoço. Gostava de correr para o colo dos meus avós e dizer-me cheinha de fome para tomar outro pequeno almoço. Cevada com açúcar. Com tanto açúcar. Queria depois assobiar, bater palmas, dançar, estalar os dedos e rir. Rir muito. Porque afinal ser criança, é isso. Isso mesmo. Rir porque a nossa alma são sorrisos. São cores vivas e felicidade. Não são auras tristes, nem preocupações.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Não ousem dizer que sou estranha. (Isso é no mínimo)
Continuo em tempo de férias. Mas ressaco com falta do meu trabalho. Como é que é possível que aquela coisa que muita gente abomina e que só lhe traz náuseas, a mim me traga uma ressaca? Estou sedenta daqueles dias cheios, cheios de 48 horas, de agitação, de café, de toques de telefones, de e-mails, de dados, de pessoas. Caramba! As pessoas - as pessoas são os melhores dos mundos. São as pessoas que impedem que haja uma estagnação no ambiente onde se ouve o papel e as as máquinas em predominância. Vem trabalho, encaro-te de frente, e lembrar-me-ei que te desejei nos dias que o cansaço me agarrar as pernas, impedido-me de caminhar -sendo apenas capaz de me arrastar.
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