#Praia da Tocha
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segunda-feira, 20 de abril de 2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
14.04.2015
Passei noites a amar-te. Inevitavelmente estou a fazê-lo neste momento. Escrevo para que também tu o saibas e para que eu nunca me esqueça: das noites em que me fizeste perder o chão e dos dias em que me fizeste ganhar o céu.
domingo, 28 de dezembro de 2014
Eles são o que eu acreditar.
Primeiro, pensei em não tocar neste assunto este Natal. Mas na verdade, acho que preciso de o fazer. Todos os anos, de há 4 anos para cá, que lhe toco, que me toca. No coração, na alma, nas lembranças, na memória. A minha avó agora vive lá em cima. A minha avó é uma estrela. A minha avó é um anjo. A minha avó é aquilo que eu acreditar que ela é- porque eu sei quem ela sempre foi.
Quis este ano trazer também a ausência do meu avô neste dia. O meu avô agora vive lá em cima. O meu avô é uma estrela. O meu avô é um anjo. O meu avô é aquilo que eu acreditar que ele é-porque eu sei quem ele sempre foi.
[posso entender. mas não tenho que aceitar.]
Quis este ano trazer também a ausência do meu avô neste dia. O meu avô agora vive lá em cima. O meu avô é uma estrela. O meu avô é um anjo. O meu avô é aquilo que eu acreditar que ele é-porque eu sei quem ele sempre foi.
[posso entender. mas não tenho que aceitar.]
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
☁ ☂
Acontece que não me apeteceu estar com dilemas de vestimenta por causa do tempo, e hoje mesmo ainda antes de ver o "tempo lá fora", escolhi a roupa, e fui inflexível à mudança. Manga comprida, calças, e botas nos pés. E debaixo deste Céu, fui feliz.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Mês de Outubro
Para mim não é carne nem peixe, não é terra nem céu. Não é mês de arrumar as roupas de verão e substituir as t-shirts pelas sweats. Não é mês de começar a comer as primeiras castanhas, talvez até nem as coma este ano. Não as gosto, não lhe sinto as saudades entre um ano e outro. Talvez as únicas coisas pelas quais me deixe levar deste mês em diante sejam as tartes de maçã. As maçãs lá de casa são envolvidas com açúcar, canela e amor. Cozinho a felicidade. Depois disso talvez precise apenas de olhar os liquidâmbar primeiro verdes, depois amarelos, laranjas e vermelhos num arco-íris da natureza. E quando me deixar levar, vou apenas centrar-me que independentemente deste mês não ser terra nem céu, eu tenho os pés na terra, e a pessoa mais importante que fazia anos neste mês, tem um lugar no céu!
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Aceitar e Sorrir
Sobre a pequena Nonô, já tanta tinta escorreu, e tenho a certeza que assim como a tinta, lágrimas também. A Nonô não tinha, a Nonô tem: Um eterno sorriso, um eterno brilho no olhar e um eterno reino por conta da Princesa que é.
O Céu é cor-de-rosa, tem escorregas e baloiços.
Há dias que não fazem sentido, e outros talvez façam tanto. - Nós teimamos em não nos lembramos desses.
O Céu é cor-de-rosa, tem escorregas e baloiços.
Há dias que não fazem sentido, e outros talvez façam tanto. - Nós teimamos em não nos lembramos desses.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
A mudar tendências desde a minha data de nascimento!
Chuva, podes vir a qualquer hora, cá estarei para te sentir! (Ler a trautear a música do Rui Veloso "Todo o tempo do Mundo"). Deves pensar que lá porque vens aí de cima, és uma Manda Chuva toda poderosa e irreverente! Quero lá saber é disso. Contrariei todas as tendências que trazes inerentes a ti. Sim, viste bem, quando eu passei por ti esta manhã, entre um pingo e outro. Vesti calças de ganga, T-shirt de alças, casaquinho Primaveril e calcei sapatinhos Oxford. Tudo em cores de pastel. Ao meu gosto, e não ao teu. Teimas em querer tudo da cor que pintas o Céu, mas hoje, ganho eu!
domingo, 8 de junho de 2014
[Aos meus avós Maternos ♥]
Deitei-me no chão da rua, a precisar de sentir a serenidade do ambiente e o ar da natureza, a cor das flores e a tranquilidade do amor. De respirar fundo e de me lembrar de força. Olhei para o Céu que parecia mover-se, a um ritmo tão acelerado quanto a vida. Era capaz disso. As nuvens dançavam sincronizadas com os minutos, e passavam aceleradas. Passaram por mim os momentos de forma tão rápida, que lhes consigo sentir as saudades. As saudades da protecção do colo, as saudades da leveza dos beijos, as saudades da melodia das palavras, as saudades do carinho dos mimos. E sobretudo as saudades da força deles, implícita nos meus gestos, e na pessoa que sou hoje. Aos meus avós, que me fazem ter mais saudades deles que de tudo o resto na minha vida. ♥
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Teimosia ou desacreditação nos botas de elástico?
Eu ouvi que ia chover. Vi provas disso já ontem ao final da tarde quando o tempo arrefeceu, quando o vento começou a abanar as folhas das árvores, e o céu susbstituíu o azul por umas cores menos simpáticas. Ainda assim, a menina perante tamanha capacidade de decisão, e poder de tapar os olhos, não tem mais nada que fazer se não vestir calcinha fina e blusinha, e calçar meinha de vidro com melissa. Agora aguenta os pingos da chuva na pele como gente grande e apanha frio. Para a próxima ouve os botas de elástico quando estes te avisam, deixa de ser teimosa, e agasalha-te!
domingo, 19 de janeiro de 2014
Coimbra aos olhos de quem a ama!
Coimbra, por onde passo, sem pestanejar, Coimbra que me recebe sem exitar.
Coimbra onde acordo cedo, e a luz é escura. E o Céu engana. E o Céu não passa, nem prevê. Nem raio de sol, nem dia cinzento. Palmilho-te Coimbra, depois disso, depois de ser dia. Caminho em passos largos, ruas fora, sem conforto, e sinto saudades dos dias em que em vez de ruas fora, ruas direitas, ruas planas, eram ruas exigentes, de calçadas pouco confortáveis, caminhadas por ténis. Passagem certa pelo Arco de Almedina, presenteada pela "Balada da Despedida", e de seguida pelo quebra costas, tantas vezes me cansei ao subir. Tantas vezes sorri de orgulho pelas escadas a cima! Olho agora o Mondego, transborda de água, e eu transbordo, de nostalgia, ainda dentro de ti! Tens sido mãe Coimbra, tens sido amor, a capital dele, tens sido casa, tens sido trabalho, tens sido orgulho, tens sido lágrimas. Tens sido, o que nunca nada foi: o salto para o que virá! Hoje em especial, obrigada Coimbra! Obrigada Parque Verde pelo abraço em que me envolveste, até hoje. E até sempre!
Coimbra onde acordo cedo, e a luz é escura. E o Céu engana. E o Céu não passa, nem prevê. Nem raio de sol, nem dia cinzento. Palmilho-te Coimbra, depois disso, depois de ser dia. Caminho em passos largos, ruas fora, sem conforto, e sinto saudades dos dias em que em vez de ruas fora, ruas direitas, ruas planas, eram ruas exigentes, de calçadas pouco confortáveis, caminhadas por ténis. Passagem certa pelo Arco de Almedina, presenteada pela "Balada da Despedida", e de seguida pelo quebra costas, tantas vezes me cansei ao subir. Tantas vezes sorri de orgulho pelas escadas a cima! Olho agora o Mondego, transborda de água, e eu transbordo, de nostalgia, ainda dentro de ti! Tens sido mãe Coimbra, tens sido amor, a capital dele, tens sido casa, tens sido trabalho, tens sido orgulho, tens sido lágrimas. Tens sido, o que nunca nada foi: o salto para o que virá! Hoje em especial, obrigada Coimbra! Obrigada Parque Verde pelo abraço em que me envolveste, até hoje. E até sempre!
Neuza Martins
Incidiu um raio de sol no meu Sorriso.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Dias #1
Pronto, eu confesso. Antes que alguém descubra a verdadeira razão pela qual tive que ir correr, e não pude ficar alapada em qualquer sitio confortável, eu confesso. Foi mais forte que eu, sair da Faculdade depois de outra apresentação e com a garganta neste estado, não ir sentar-me na minha bela Brasileira a lanchar. Saí com aquela necessidade de mimos cheios de açucares. De bebidas quentes, de comidinha que aconchegue. Mas depois do que é bom, um galão mesmo quentinho, com pouco café como pedi ao Senhor Mário, e uma fatia de Toucinho do Céu com chila, vieram os remorsos. Ai se vieram. E toca lá de ir fazer a corridinha a tentar resolver a coisa. Não me parece que tenha sortido efeito. Achei que não ia jantar, e a ver se não, era o não ias. Mas preparei uma coisinha mais levezinha. Brócolos cozidos com umas lulas recheadas à minha maneira. O que significa que eram mais levezinhas que o normal. O que se pensa, é que amanhã é um novo dia! Temos que ter reforços positivos vindos de algum lado.
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