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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

explicações de coisas simples. ou mais ou menos. ou talvez coiso e tal.

Começou a altura do ano em que recuso mais convites que em qualquer outra. Hoje teria um jantar, uma festa e uma entrega do corpo às balas. Optei pela entrega do corpo às balas. Sei que estas são daquelas balas que fazem o efeito boomerang e voltam a nós em forma de sorriso.
Amanhã teria um jantar e duas festas. Tive que optar por uma das três coisas. Custa-me dizer "Não".  Tenho medo de magoar alguém no meio destas decisões dificeis de tomar. Tentando ainda assim, acreditar que todos compreenderão a impossibilidade de me colonar.

[De resto, tenham a certeza de que vos amo em qualquer altura do ano. E não gosto do Natal.]

domingo, 28 de dezembro de 2014

Eles são o que eu acreditar.

Primeiro, pensei em não tocar neste assunto este Natal. Mas na verdade, acho que preciso de o fazer. Todos os anos, de há 4 anos para cá, que lhe toco, que me toca. No coração, na alma, nas lembranças, na memória. A minha avó agora vive lá em cima. A minha avó é uma estrela. A minha avó é um anjo. A minha avó é aquilo que eu acreditar que ela é- porque eu sei quem ela sempre foi.
Quis este ano trazer também a ausência do meu avô neste dia. O meu avô agora vive lá em cima. O meu avô é uma estrela. O meu avô é um anjo. O meu avô é aquilo que eu acreditar que ele é-porque eu sei quem ele sempre foi.

[posso entender. mas não tenho que aceitar.]

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

[missão cumprida]

2:00 da manhã e eu deito-me com a sensação de missão cumprida. Acordar de manhã, beber café e sorrir. Máquina da roupa a lavar. Curiosamente, várias segundas pele, e muita roupa polar. Enquanto executava estas tarefas, estava em pleno campo de batalha com uma enxaqueca que reinava em mim desde ontem à noite. Mesmo assim, decidi sair para almoçar. Tenho vergonha de admitir que comi (novamente) sushi. Depois disso, tentei escapar ao peso na consciência de ainda não ter um único presente comprado a 9 dias do Natal, mas apesar da dor de cabeça, não escapei e lá me enfiei loja após loja, e verdade seja dita, "despachei" de forma carinhosa, económica e rápida os presentes das gentes grandes. Ficam a faltar os das gentes pequenas, que ir para a Toys'r'us é outra aventura e por isso pode ser que noutro dia de enxaqueca a pancada na cabeça me dê para isso.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Espero que já tenham as vossas árvores de Natal alucinadas.

A minha afilhada após olhar fixamente para a minha árvore de Natal como que à espera de uma resposta, diz:
- Madrinha, porque é que a tua árvore de Natal não está alucinada*?


(*Iluminada. Tentava a criança dizer. Julgo eu.)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

E caladinho? Estavas melhor.

Estávamos sentados à mesa quando a minha afilhada nos diz:
- Comprei presentes para dar aos meninos pobrezinhos.
O meu irmão para brincar com ela diz-lhe:
- Então eu vou receber um presente. Eu sou pobrezinho.
A minha afilhada quase que a saltar da cadeira, empina o dedo indicador para cima do meu irmão e diz-lhe:
- Tu não és um menino pobrezinho.
Tens um carro, uma casa, uma mãe, um pai, uma irmã, um gato e uma tartaruga.

(...) 
É preciso comentar?


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Bifurcação

E é hoje que os sentimentos se dividem. E é hoje que termina realmente esta etapa. A 4 de Novembro, estava tudo pronto para eu ser recebida, para eu começar os horários fixos das 9h às 17h30. E eu que nunca tive problemas em cumprir horários, que lá em casa na pontualidade, somos britânicos, tinha medo que todos os dias, dia sim dia sim, com um horário fixo, a coisa não resultasse. Não foi um problema, foi uma barreira pequenina, que precisava de ser ultrapassada. E foi! Ambientei-me, habituei-me a estar aqui. Recebi sorrisos dos que tão bem me acolheram, e dos que de fora vieram, vi caras menos simpáticas, ouvi problemas alheios, e assuntos que a mim nada me dizem respeito. Ganhei confiança, e ética profissional. Experiências e conhecimentos que nenhuma escola, a não ser esta, me podia dar. Desfiz-me em risos. Mudei o meu espaço, abri o meu coração, acrescentei uma flor, e uma fotografia. Fez-se Carnaval, fez-se Natal, fizeram-se brincadeiras que ninguém é capaz de levar a mal. Diverti-me com os atendimentos do telefone e encontrei pessoas capazes de me conhecerem pelo riso. Encontrei carinho e conforto nos de perto, e nos de longe. E o fim desta etapa, se deixa vitória pelo seu fim, deixa saudade pelo amor que aqui foi conquistado, e que me faz querer permanecer. E não há obrigada a dizer. Há muito mais que isso. Mas, obrigada.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

É? É? É? É para mim, se não for para vocês!

Se não for Primavera para vocês, posso para mim, considerar que o é. Assim como o Natal é quando o homem quiser, a Primavera também pode ser para mim quando eu quiser. Quero hoje! Quero hoje que o seja, porque senti a primeira brisa mais quentinha. O primeiro solinho pela janela do quarto, com o raiado a incidir na cama e nos meus olhos. Ou pessoalmente, nos meujolhos. Cores quentes logo pela manhã, sinónimo de coração cheio! Hoje optei pela melhor música do Mundo para dar início ao meu dia, a música da Natureza: Os passarinhos. Ainda que a medo que a Primavera mesmo que atrasada se arrependa e desapareça de novo, lá cantam. Lá dão o ar da sua graça. Lá imaginamos o campo cheio de flores, e sentimos perfumes suaves de flores delicadas. Imagens idilicas do que queremos para nós, para que preenchem um todo. Um corpo, uma alma, um coração, uma vida!

*E já se calçam sapatinhos e se vestem blusas de manga curta.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

São Festas! #7

O Natal, o meu Natal, aquele que eu apelidei de dia das prendas para que me pudesse abstrair da época pelas saudades e pela tristeza que me tem trazido, principalmente nos últimos anos, veio a revelar-se uma festa. Uma verdadeira festa (Não com a felicidade toda.) em que não contava a roupa, nem os presentes. Contou a família, e os amigos. E a casa tão cheia. Sem contar, juntámo-nos todos, aqui, na minha casa, onde antes, durante anos a fio, nos encontrávamos propositadamente. Foi até a cabeça doer, de tantas vozes em simultâneo, foi até a confusão ter mais voz que a televisão. Foi até o meu rosto ter mais felicidade que alguma vez teve nos últimos anos. Os três. O meu corpo sentiu os abraços mais quentes, os beijos mais repenicados, e os elogios mais carinhosos.


















quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Tive tudo o que desejava para este Natal!

Saúde.
Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos.
Amor. Alegria. ★♥

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Alimento este dia, de Saudades!

Hoje ser dia 24 de Dezembro, é uma realidade, e mesmo que eu me quisesse esquecer ou abstrair disso, o calendário comprova-o, a azafama vista e sentida nos últimos dias, também. Não cá por casa, que por cá estamos descansados, e assim agradecíamos que continuasse. Não é Natal para mim! Do verdadeiro Natal, sinto eu falta, daquele que para mim me realizava verdadeiramente. As minhas avós, a minha de sangue, e a minha de sangue emprestado, as duas começavam a cozinhar cedo, aqui, neste cantinho, neste mesmo cantinho onde eu estou agora com a lareira acesa e o coração quente de memórias entregue à escrita. O comer, esse, era sempre o mesmo. Bacalhau com batatas e couves. Não sabia do perú, não sabia da lampreia de ovos, não sabia do tronco de Natal. Mas sabia do quão bom era a agitação de 18 pessoas na mesa. Sabia o quão bom era ser a mais nova, a mais pequenina, a mais menininha. Soube aproveitar os abraços e os colos quentes dos meus, e dos que não eram meus, mas que se tornaram, e dar valor aos sons dos risos que estas paredes ouviram comigo. Sinto um Natal diferente, um Natal de Saudades. Um Natal que não é por ser Natal que me lembra, que me faz pensar. Um Natal que é meu todos os dias, porque não me sai da cabeça.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Pedaços de Natal cá por casa! #1






Espectacularmente inteligente!

Hoje fiz parte daquele grupo de pessoas espectacularmente inteligentes que se vestem mais que confortáveis para ir tratar dos seus afazeres. Vesti as leggings mais quentinhas e confortáveis do armário, a sweatshirt mais larga, quentinha e antiga que tenho. Tem certamente uns 5 anos. Uma Jack & Jones cravada de tachas brilhantes. Não, não imana tanto brilho que me faça parecer uma estrela cintilante, ou tanto brilho que me faça parecer mais uma decoração de Natal, que outra coisa qualquer. Calcei os ténis mais confortáveis que podem existir, pelo menos para os meus pés, e logo aí, foi um conforto extremo para os meus pés que ultimamente só têm conseguido sentir a dureza das botas e dos sapatos de pessoa trabalhadora. Sei que hoje, fiz a escolha certa para me movimentar como uma enguia frita no meio de tanta gente que estava no Continente. Foi ver-me ziguezaguear pessoa a pessoa, e despachar os poucos mimos que faltavam!