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segunda-feira, 28 de julho de 2014

E tudo tão bom senhores, tudo tão bom!


O bacalhauzinho com batatas a murro e a broa molhada em azeite, estavam muita bons! É o que eu tenho a dizer senhores, é o que eu tenho a dizer. Resumiram-se as minhas festas de São Tomé, a poucos mas bons momentos. A amigos. Os de sempre. 


E o fado de Lisboa com a Carminho. Tudo tão Português! Tudo tão nosso.
Obrigada.



segunda-feira, 12 de maio de 2014

É para jantar? Bom apetite! ♥

Sim, sim. Vou falar outra vez da paixão assolapada que tenho pelo café "a Brasileira". Coma eu onde comer, nunca como tão bem como lá. Quase que podem cantar "Sei de cor..." cada prata teu, cada mania tua. O Senhor M. pediu para preparar o jantar para nós, a gosto dele. Se lhe confiávamos a refeição. Sem dúvida. Confiamos e não nos arrependemos: Espetada de bacalhau. Vencedora este ano de um primeiro prémio a nível Nacional. Na sobremesa, o delicioso bolinho de coco e limão com floresta negra.












Obrigada  M.


terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Alimento este dia, de Saudades!

Hoje ser dia 24 de Dezembro, é uma realidade, e mesmo que eu me quisesse esquecer ou abstrair disso, o calendário comprova-o, a azafama vista e sentida nos últimos dias, também. Não cá por casa, que por cá estamos descansados, e assim agradecíamos que continuasse. Não é Natal para mim! Do verdadeiro Natal, sinto eu falta, daquele que para mim me realizava verdadeiramente. As minhas avós, a minha de sangue, e a minha de sangue emprestado, as duas começavam a cozinhar cedo, aqui, neste cantinho, neste mesmo cantinho onde eu estou agora com a lareira acesa e o coração quente de memórias entregue à escrita. O comer, esse, era sempre o mesmo. Bacalhau com batatas e couves. Não sabia do perú, não sabia da lampreia de ovos, não sabia do tronco de Natal. Mas sabia do quão bom era a agitação de 18 pessoas na mesa. Sabia o quão bom era ser a mais nova, a mais pequenina, a mais menininha. Soube aproveitar os abraços e os colos quentes dos meus, e dos que não eram meus, mas que se tornaram, e dar valor aos sons dos risos que estas paredes ouviram comigo. Sinto um Natal diferente, um Natal de Saudades. Um Natal que não é por ser Natal que me lembra, que me faz pensar. Um Natal que é meu todos os dias, porque não me sai da cabeça.