Se pudesse escolher as minhas noites, queria-as como uma noite de sábado sem compromisso ao domingo. Tempo ameno em boa companhia. Conversas e café. Jantares rápidos e copos de sumo fresco. Gargalhadas sinceras em olhares cúmplices. Tons de voz acelerados em silêncios de quem foi e ainda não voltou à rotina dos dias cronometrados por relógios com horários apertados.
Queria viver a vida como noites de sábado.
Mostrando postagens com marcador café. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador café. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 8 de setembro de 2015
domingo, 31 de maio de 2015
Os Domingos que eu (realmente) gosto.
Acordar a meio da manhã. Apressar o pequeno-almoço. Decidir o almoço. Repartir as tarefas. Apanhar flores no jardim. Fazer uma jarra de flores. Meter a mesa ao ar livre. Almoçar em família. Ouvir chilrear. Beber café. Comer gelado. Perder a noção do tempo. Ganhar o momento. Permitir-me dormir a sesta. Acordar. Sorrir. Ser feliz.
domingo, 19 de abril de 2015
[Faz de conta] As melhores histórias não têm fim. ♥
Deslizei da minha cama para a vossa. Bem sei avô, que daqui a nada (muito pouco) vais ter que te levantar. É muito cedo, mas mais cedo ainda consegui eu esgueirar-me para o vosso meio. Agitei-vos a madrugada. É o único momento em que a atenção é toda minha. Parecemos poucos, mas para estes efeitos, somos muitos. Reclamo a vossa atenção entre uma e outra parvoíce minha. Já chegou a hora de te levantares avô. O relógio não deu qualquer tipo de alerta, mas ao de leve olhaste os ponteiros, e tu próprio sentes a hora certa da obrigação. A avó fica mais um bocadinho comigo. Ocupo agora o teu lugar na cama. Só até serem horas dela ir meter o café ao lume. A avó já me tem. Já me aconchegou contra ela. E eu olho-a. Ela é bonita avô. Sei porque a escolheste. Os teus olhos e o teu coração não te enganaram. Até a dormir ela sorri.
[As melhores histórias não têm fim.]
[As melhores histórias não têm fim.]
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Do que bem me apraz.
Marcadores:
Abraços,
Agradecimentos,
Amizades,
Apraz,
Aprouver,
café,
cor,
Dias,
Fujifilm,
Instax,
Instaxmini,
Liberdade,
sol,
sorrisos
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
[o melhor do meu dia]
Chegar ao trabalho e ter em cima da secretária um café quente como a gente e uma tarte de maçã e canela misturada com um abraço. Tenho comigo pessoas queridas. Muito.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
365 dias em poucas palavras:
Terminei o Mestrado;
Assinei o meu primeiro contracto de trabalho;
Recebi o meu primeiro ordenado;
Visitei sítios bonitos;
Cresci profissionalmente;
Partilhei a minha vida com quem amo;
Perdi o meu avô;
Tornei-me voluntária no Bairro do Amor;
Assinei o meu primeiro contracto de trabalho;
Recebi o meu primeiro ordenado;
Visitei sítios bonitos;
Cresci profissionalmente;
Partilhei a minha vida com quem amo;
Perdi o meu avô;
Tornei-me voluntária no Bairro do Amor;
Cheguei ao Hospital de ambulância;
Gozei férias em família;
Comprei as prendas de Natal com o dinheiro ganho por mim;
Conheci gente (muito) boa;
Adoptei um gato;
Engordei;
Tracei rotas;
Realizei objectivos;
Aprendi a dar (ainda mais) valor à vida;
Comprei as prendas de Natal com o dinheiro ganho por mim;
Conheci gente (muito) boa;
Adoptei um gato;
Engordei;
Tracei rotas;
Realizei objectivos;
Aprendi a dar (ainda mais) valor à vida;
Baptizou-se o benjamim da família;
Deixei de ser estudante;
Aprendi a gostar de café;
Aprendi a gostar de café;
Amadrinhei uma criança;
Viciei-me em sushi;
Aprendi a gostar de conduzir;
Viciei-me em sushi;
Aprendi a gostar de conduzir;
Tive um casamento Real;
Tornei as minhas idas ao café em noites infindáveis;
Tornei as minhas idas ao café em noites infindáveis;
Venha 2015!
Marcadores:
2014,
Bairro do Amor,
café,
Condução,
Contracto,
Estudante,
Família,
Férias,
Gato,
Mestrado,
Ordenado,
Prendas de Natal,
Profissão,
Sushi,
Trabalho,
Vida
terça-feira, 11 de novembro de 2014
[Os hábitos que fazem de nós felizes.]
Tenho saudades do meu café com nível, ali, naquele café a que me habituei a ir todos os dias. O café com nível é ali (pelo menos ali), o café com pau de canela. Era naquele café que me aconchegava de manhã e ao meio dia, e quando o trabalho se estendia. Hoje aconchegou-me já era noite. E eu só posso dizer, que tenho mesmo mesmo saudades daqueles dias. Todos os dias. ♥
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Se eu amanhã continuar assim, sem dúvida que sou feliz.
Gosto de trabalhar. Gosto muito de trabalhar. Mas mais para o final da semana, apesar do gosto que tenho, o cansaço chega, e as noites mal dormidas trazem a necessidade de me permitir a mim própria descansar mais um bocadinho sobre a manhã. Sei que é por poder, mas também por ser a única altura em que consigo fazê-lo. Gosto de um acordar descansado, sem despertadores, sem gente que grite por mim e que me faça ter um acordar sobressaltado. Gosto daquele bocadinho em que abro os olhos, e fico quieta até me sentir capaz de acordar e levar com a luz do dia. Não há como ter um acordar descansado, um amigo a dizer bom dia, uma chávena de café e um pão de cereais em cima da mesa. Uma janela aberta, um raio de sol, ou um pingo de chuva. E a vida é tão boa. ♥
Marcadores:
acordar,
Amigo,
bom dia,
café,
Chávena,
Chuva,
Despertar,
dia,
Luz do Dia,
Manhã,
Pão de Cereais,
Pingo de Chuva,
Raio de Sol,
sol,
Trabalho
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Entre linhas.
Porque é que no dia em que bebo um dos cafés com mais intensidade (12) da Nespresso, o Kazaar, que supostamente é tido como um verdadeiro acorda morcegos durante o dia, são pouco mais de 22 horas e eu já estou a penar por uma cama?
domingo, 14 de setembro de 2014
Preguiça de Domingo.
Não me sabia capaz disso. Mas sabia que algum dia havia de chegar. Aquela vontade de que o fim-de-semana fosse eterno. Queria poder ler noite fora e saber que amanhã o tempo de sono não me faria falta. Queria não ter que me preocupar com a marcação de almoços, de ementas, de menus, que se eu não sei o que me apetece comer agora, muito menos durante toda a semana. Queria não ter que meter uma, duas, máquinas de roupa a lavar, Uma duas máquinas de roupa a enxugar. Queria não ter que escolher a roupa para amanhã. Queria não ter que activar o despertador para uma hora que ainda é noite cerrada. Mas se queria, não quero! Venha de lá muito café para aguentar a segunda-feira e a semana inteira.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Não ousem dizer que sou estranha. (Isso é no mínimo)
Continuo em tempo de férias. Mas ressaco com falta do meu trabalho. Como é que é possível que aquela coisa que muita gente abomina e que só lhe traz náuseas, a mim me traga uma ressaca? Estou sedenta daqueles dias cheios, cheios de 48 horas, de agitação, de café, de toques de telefones, de e-mails, de dados, de pessoas. Caramba! As pessoas - as pessoas são os melhores dos mundos. São as pessoas que impedem que haja uma estagnação no ambiente onde se ouve o papel e as as máquinas em predominância. Vem trabalho, encaro-te de frente, e lembrar-me-ei que te desejei nos dias que o cansaço me agarrar as pernas, impedido-me de caminhar -sendo apenas capaz de me arrastar.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Troca tintas ou troca Cidades pronto!
Sim. Mais uma vez troquei Lisboa pelo Porto. Apesar de tentadinha pela Crêperie da Ribeira, o Porto tentou-me com outras coisas. Um almoço no Two:su.shi que fez as minhas delicias. Há muito tempo que andava a jejuar de sushi. Dei parte fraca mal me perguntaram se comer com pauzinhos era um problema para mim. Ora essa! Está óptimo!
Benzó Deus que a minha barriguinha agradeceu o Mundo!
Estar com pessoas que conhecem o Porto melhor que qualquer outra coisa na Vida, porque o Porto é a vida deles e conta a sua história, é do melhor! Boa gente, boa companhia, para se tomar um café na Casa de Ló. Uma antiga mercearia restaurada, que apesar de uma esplanada assim assim, tinha um ambiente muito agradável para um café demorado servido quente numa chávena de conversa em dia.
Conheci o CCB do Porto. O Centro Comercial Bombarda. É uma coisa para o giro. Podeis lá ir à confiança! Onde não se esteve nada mal a aproveitar o meio da tarde que se prolongou foi na Rota do Chá. Um chá frio de flores com cookies de smarties, debaixo de uma sombra e um ambiente sossegado. Um sossego que acalma as almas mais exaltadas. Obrigada Porto e aos povos envolvidos!
Benzó Deus que a minha barriguinha agradeceu o Mundo!
Estar com pessoas que conhecem o Porto melhor que qualquer outra coisa na Vida, porque o Porto é a vida deles e conta a sua história, é do melhor! Boa gente, boa companhia, para se tomar um café na Casa de Ló. Uma antiga mercearia restaurada, que apesar de uma esplanada assim assim, tinha um ambiente muito agradável para um café demorado servido quente numa chávena de conversa em dia.
Conheci o CCB do Porto. O Centro Comercial Bombarda. É uma coisa para o giro. Podeis lá ir à confiança! Onde não se esteve nada mal a aproveitar o meio da tarde que se prolongou foi na Rota do Chá. Um chá frio de flores com cookies de smarties, debaixo de uma sombra e um ambiente sossegado. Um sossego que acalma as almas mais exaltadas. Obrigada Porto e aos povos envolvidos!
Two:su.shi
Casa de Ló
Rota do Chá
Marcadores:
Amigos,
café,
Casa de Ló,
CCB,
Centro Comercial Bombarda,
Chá,
Chá Frio,
Companhia,
Crêperie da Ribeira,
Deus,
Lisboa,
Mundo,
Porto,
Rota do Chá,
Sushi,
Two:su.shi
terça-feira, 5 de agosto de 2014
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Não nunca, me esqueci de ti (vocês).
Hoje acordarias cedo, ainda madrugada. Quem sabe acordaria contigo. Não acordavas com as galinhas. A hora delas era tarde para ti. Não me engano. Irias buscar lenha, os paus mais pequeninos, e trarias no teu regaço. Punhas lume ao forno. Na hora de meter a broa a cozer, o forno tinha que estar com a temperatura certa. Amassavas a massa com as tuas próprias mãos e deixavas a levedar. Só depois, tomavas o café de cevada feito ao lume na cafeteira de alumínio e comias pão com planta, às vezes também uma sardinha assada, às vezes outras coisas. A avó iria estar ao teu lado a dar-te a quantidade de massa certa para as broas grandes e a quantidade de massa certa para as broas pequenas. E tu irias pesá-las antes de as colocar na pá e levar ao forno. Vês avô como nunca me vou esquecer? ♥
domingo, 6 de julho de 2014
Dei conta do cansaço em mim.
Jantei pão de cereais com queijo e fiambre (Era o que me apetecia). Derreti o queijo. Derreti-me enquanto o comia. Fui bebendo um pacote de leite simples. Tenho a certeza de que um café daria outro conforto à alma, mas também me iria fazer perder o sono. Ainda a beber o leite, encostei-me no meio de um número de almofadas quase impossível de ser contado e liguei a televisão. Sem som. Queria poder ter movimento à minha volta, e ao mesmo tempo o silêncio da liberdade para me poder deixar levar pelo que lia. Pouco depois de estar neste conforto, dou por mim meia adormecida, meia embalada pelo sossego que me invadiu. Um embalo que me fez perceber, que depois disto, devo adormecer. Boa noite. ♥
domingo, 22 de junho de 2014
Apesar de traidor, dei-te as boas vindas!
Não quero saber se está ou não tempo de Verão. (Apesar de te chamar traidor) Se o Calendário o diz, e se nos apetece que assim o seja, assim o é! Estivemos juntas. As garotas, amigas de sempre. Agora apelidadas pela P. por gatas maduras. O jantar de sexta inaugurou o Verão. Aquele que todos os anos passamos juntas. O jantar com a parvoeira inerente. Bem vinda e indispensável. A Praia da Barra deu-nos o aconchego para a primeira noite de Verão com caipirinhas, cafés, e algumas fotos! A nossa C., também foi surpreendida com o presente de aniversário que lhe preparámos. Mas como amigas, e invejosonas que somos, oferecemos prenda familiar. Daquelas que vai usufruir a C. e nós todas em breve. A nossa Girls night out, não podia ter passado por um espaço tão feminino como pelo que passou. Fica a fotografia da pintura da casa de banho do Bar. Sim. Da casa da banho.
Marcadores:
Amigas,
Bar,
Bar Lampião,
café,
Caipirinhas,
Calendário,
Fotografia,
Garotas,
Girls Night Out,
Lampião,
Praia da Barra,
Verão
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Trabalhamos, mas também vivemos!
Como já tenho dito, avisado, alertado, o ritmo de trabalho por aqui anda acelerado. Cada vez mais. E eu cada vez mais embalada pela necessidade do trabalho feito, tenho-me esquecido de tudo quanto sou eu. Da necessidade de vida que tenho para além do trabalho. Sempre fui de passear. De andar. De querer. De procurar. Mais. E sobretudo, diferente. Ontem achei ser o dia certo. Depois de mil e um planos que acabaram por não vingar até por falta de tempo para os organizar, fomos meninos para procurar novas soluções. Saí a horas pela primeira vez. Julgo ter feito compasso de espera para que batessem no relógio as 17h30. Lanchámos no Moinho Velho. Gosto dali, em especial, dos Croissants. Houve uma hora de sossego depois disso. Acho que com o barulho do dia, surge ali uma necessidade nem que seja de segundos, que sejam segundos calados. Entre janta e não janta. Onde jantamos? Se queríamos algo diferente, entre as esquisitices de um, e as más disposições de outro, escolhemos o Azucar. Restaurante Mexicano, a aguardar a nossa visita, desde que me lembro. Agradeço a Sangria que não gosto, mas agradeço em especial as Margaritas, a comida De-li-ci-o-sa e o atendimento. Não fotografei, nada. Adianto que não estou doente por não o ter feito e admito querer viver o ambiente de brincadeira e descontracção, dando atenção às pessoas e aos pormenores à minha volta (às vezes acabam por me escapar por querer uma foto a isto, uma foto àquilo, o que acaba por dar uma foto a tudo isto e mais alguma coisa.) Custou-me a abandonar o México, mas com a temperatura amena do deserto, a esplanada do café, apelou à minha vontade do vamosvivertudohoje. Pedi um café com natas, e mais um pouco sentia-me no Starbucks.
A noite agradável como estava, terminou na sessão de cinema das 00:00 a ver a Maléfica. Com o cansaço, era coisa para ter custado a aguentar os 97 minutos... Mas será? Vou fazer as considerações gerais daqui a umas horas. Por enquanto, boa noite. ♥
A noite agradável como estava, terminou na sessão de cinema das 00:00 a ver a Maléfica. Com o cansaço, era coisa para ter custado a aguentar os 97 minutos... Mas será? Vou fazer as considerações gerais daqui a umas horas. Por enquanto, boa noite. ♥
Marcadores:
A Maléfica,
café,
Cinema,
Disney,
Doente,
Fotos,
Maléfica,
Margaritas,
Mexicano,
Natas,
Nos,
Restaurante Mexicano,
Ritmo,
Sangria,
Starbucks,
Trabalho
quinta-feira, 5 de junho de 2014
O Ar de Graça dele.
Aos quatro dias do mês de Junho, este já deu ar da sua graça. Pelo início, promete ser feliz. Promete ser intenso. Tenho hoje mais café mas veias do que sangue, e de alimento ou coisa parecida que lhe tenha equivalência, não há memória. Mas trabalho e sorrisos? Há muitos! Quando nos apercebemos de que as portas que as facadas da vida nos tem fechado são muito menos que aquelas que a força do Sorriso tem aberto, a vida tem outra coloração! É sensivelmente meia noite, e estou acordada desde as 7h00, a trabalhar num ritmo acelerado. Um esforço que me faz sorrir, faz-me feliz. Muito feliz. Boa noite. ♥
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Ah... Ora esprerem lá!
Amanhã corremos mesmo outra vez. Temos formação para dar no Estabelecimento Prisional. (Sim. Digo isto com orgulho. Tenho mesmo gosto em estar mais uma vez no meio daquelas pessoas) Ver se entre a corrida, tenho tempo para uns cafés que me ajudem a aguentar o passo! Caso contrário, nunca serei um Nelson Évora.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Às coisas do amor. (É Feliz quem sente) ♥
Trocava as quatro paredes que me abrigam da chuva e me dão segurança, pela confiança na incerteza do momento seguinte. Por um rio que corre sem cessar, um café forte, um outro amor, e uma outra conversa. Os mesmos pingos de chuva. O mesmo entusiasmo, e o mesmo querer. A água do rio, é como a vida que corre. Eu quero alcançá-la! O café aquece a alma. E eu quero o corpo quente! O amor dá vida. E eu quero viver! A conversa leva a confiar: No mesmo entusiasmo e no mesmo querer, de nos querermos! ♥
Assinar:
Postagens (Atom)








