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terça-feira, 28 de outubro de 2014
[Do mais simples ao mais complexo]
Há dias que acordamos com vontade de mudar, de virar Mundos. De fazer tudo o que for preciso para que nos sintamos bem. Das coisas mais simples, às coisas mais complexas. Do som da água do rio a bater na margem, à mudança de casa. Felizmente hoje a vontade foi de mudar coisas simples. Mudar o apego a determinados momentos da vida. Deitei fora o carrossel do meu bolo dos 22 anos e encerrei um ciclo. Deitei fora apontamentos amassados da faculdade e livrei-me do peso de 5 anos. Arrumei gavetas, desfiz-me do complexo, guardei o simples. Mudei móveis. Emoldurei fotografias. Comprei flores. Plantei sentimentos. Deixei uns momentos, para escrever outros. Mais e melhores.
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
Às coisas do amor. (É Feliz quem sente) ♥
Trocava as quatro paredes que me abrigam da chuva e me dão segurança, pela confiança na incerteza do momento seguinte. Por um rio que corre sem cessar, um café forte, um outro amor, e uma outra conversa. Os mesmos pingos de chuva. O mesmo entusiasmo, e o mesmo querer. A água do rio, é como a vida que corre. Eu quero alcançá-la! O café aquece a alma. E eu quero o corpo quente! O amor dá vida. E eu quero viver! A conversa leva a confiar: No mesmo entusiasmo e no mesmo querer, de nos querermos! ♥
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Ao dia de hoje. À minha última Serenata Monumental.
Aos meus anjos, que me iluminem esta noite ao luar. Às fitas que nos acompanham, que alcancem o Céu, e conquistem os nossos objectivos. A Coimbra o meu Orgulho. À Cabra, que nunca deixe de brilhar. Ao Rio Mondego que nunca deixe de correr. Aos estudantes, que nunca deixem de Lutar. Aos caloiros, que saibam viver estes dias. Aos Finalistas, que agradeçam este caminho. Ao nosso futuro, que dediquemos cada lágrima que hoje nos escorra pelo rosto.
À minha última Serenata Monumental.
"Capas Negras Santa Clara da Tricana à Univerisadade, Ò Mondego tens nas águas todo o brilho desta Cidade..."
À minha última Serenata Monumental.
"Capas Negras Santa Clara da Tricana à Univerisadade, Ò Mondego tens nas águas todo o brilho desta Cidade..."
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
E assim adormeces...Coimbra!
Coimbra a adormecer!
E assim adormece Coimbra, apenas no Céu se nota o seu anoitecer. Apenas o Céu e o relógio marcam o início do seu adormecer. Porque na verdade, a Cidade não adormece. A Cidade é Cidade. Esta, a dos Estudantes. Esta a que já viu pelos seus olhos, milhares de estudantes, e milhares de capas. Capas ao ombro, capas traçadas, capas no chão. Capas sujas, capas negras, capas lavadas pelas lágrimas das saudades, pelas águas do rio. Águas por onde já correram boas e más noticias. Corpos vivos, corpos mortos, flores de alegria e flores de tristeza! Águas que correm com uma missão. A missão de que foram incumbidas, e da qual sabe única e somente quem lhas confiou!
Neuza Martins
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