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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

[bom dia sábado]

 


Manhãs de sábado. Na minha terra.
Batia vento frio nos cabelos apanhados e espelhava o sol nos óculos.
Estava doente. E aquela corrente de ar, ao mesmo tempo que me enchia o peito de oxigénio, assustava-me de tão fria. Fotografei pedacinhos de céu, de terra e de mar e recolhi-me. Entrei na capelinha. Quem me queria abraçar, ja tinha chegado. E o melhor para quem vê gente partir para voltar, é reencontrar. São os abraços, os sorrisos e as palavras ditas com o olhar.
São as certezas de que as amizades ganham asas, mas não voam.


quarta-feira, 27 de maio de 2015

Estamos prontos a viver ou Boa Tarde. ♥


Enquanto a vida nos permitir juntar as amizades e rir (rir muito), estamos a viver.
Enquanto a vida nos permitir abraçar quem amamos, estamos vivos.
Enquanto o coração bater, estamos prontos a seguir!
Obrigada Maria.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

[Às amizades que valem a pena]

Sempre que estou para ir de férias, tenho uma ansiedade que se apodera de mim nos dias que as antecedem. Mas no fim, quando estas terminam, chego sempre à mesma conclusão: Melhor que ir, é mesmo voltar. Quando vou, sinto sempre falta de qualquer coisa que não posso levar comigo. Desta vez, sinto mesmo falta de alguém que não pude, nem poderei, trazer comigo para além do coração.
Algumas das minhas grandes amizades estão fora do país e invariavelmente tenho que me habituar a amar de longe. Passei os melhores dias desta nova fase da minha vida junto de alguns deles, e trago agora, momentos e saudades. E desta vez, ao terminarem as férias, as certezas são diferentes: melhor que ter voltado, é mesmo ter ido. Obrigada.

terça-feira, 14 de abril de 2015

14.04.2015

Passei noites a amar-te. Inevitavelmente estou a fazê-lo neste momento. Escrevo para que também tu o saibas e para que eu nunca me esqueça: das noites em que me fizeste perder o chão e dos dias em que me fizeste ganhar o céu.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

10.04.2015

O tempo pede ao tempo que eu pare de me perder entre uma e outra linha que leio sobre amor. O amor não está escrito. O amor não tem uma fórmula única de amar. Talvez nem fórmula alguma. Estou certa de que amo e de que estou perdida.

domingo, 6 de julho de 2014

A culpa é das (estrelas) responsabilidades!

Quero há tempo. Há tanto tempo que quero. Quero ver a "Culpa é das Estrelas". Provavelmente, constatar que é um murro no estômago, porque pelo trailer e pelas críticas, é para o que estou preparada. Mas a culpa (de ainda não ter ido) é das responsabilidades. Já vos disse que o tempo não estica e primeiro está o trabalho? Pois é. Vai que nos entretantos não posso trazer o cinema para casa, mas posso trazer um livro. Como a "Culpa é das Estrelas", quero mesmo ver, e não ler, trouxe outro livro para ler e para remediar mais uns dias. Até poder. Trouxe o livro "prometo falhar" de Pedro Chagas Freitas. Estou tão embebida na leitura, que não quero falhar uma única página do livro, e tenho 389 páginas para amar cada linha.

domingo, 29 de junho de 2014

G de Gostar.

Gosto de famílias. Gosto da minha. Gosto de amor. Gosto de amar. Gosto da minha pequenada. Gosto de beijos babados de ternura. Gosto de abraços que me "astrafegam". Gosto da minha afilhada que não quer o cabelo castanho, nem loiro, quer o cabelo amarelo. Gosto do meu primo que com 10 anos quer ir a raves porque vai gente maluca e é divertido. Gosto dos ciúmes da G. quando pego outra criança ao colo, mesmo que seja a prima. Gosto de ter mudado as fraldas ao G. e dele me ganhar no braço de ferro.
Gosto da casa onde somos felizes e gosto da casa que a G. desenhou.




Coisas que (não) digo sempre.

Se amanhã não gostar de ti, gostei hoje. Gostei ontem. Amanhã, se não um presente, teremos um passado. Os dois, em comum. Saberás que me sinto mais criança que nunca quando me passas a mão pelo cabelo e me olhas como um sábio que dá o melhor conselho ao seu aprendiz. Saberás que os meus olhos diminuem quando o meu cansaço aumenta, e saberás de tudo quanto preciso para que o descanso seja possível. Saberás sempre como se desperta o meu sorriso, e reconhecerás o som do meu riso. Acreditas que sou criança, que visto cor-de-rosa, e por vezes vou ao ballet. Por saber hoje, que te amo, e que ontem te amei, a maior das hipóteses é de que amanhã ainda te vou amar.

sábado, 7 de junho de 2014

quinta-feira, 29 de maio de 2014

[Coisas de pessoa observadora, ou para as mentes mais críticas, coisa de pessoa que não tem nadinha que fazer.]

Não tenho filhos. Por variadissimos motivos, não chegou essa altura da minha vida. Ainda. Pela minha maneira de ser, pela minha maneira de amar, pela minha maneira de observar, e pela familía que tenho, gosto de familías em especial. Gosto dos filhos dos outros, não por serem dos outros, e por saber que se chorarem, que se precisarem de colo e que se passarem noites em branco, não vou ser eu que vou estar acordada ao lado deles, para tudo o que possam querer, para tudo o que possam precisar. Gosto do G., gosta da G., das crianças que têm crescido comigo, e das outras que têm passado apenas pelo meu colo. Gosto de observar o amor dos pais pelos filhos. Gosto do amor que une familías, das familías que se criaram, e de familías que se foram criando, que se foram adaptando, e amando à medida crescente. Penso várias vezes nisto, de se amar um alguém já com filhos. Filhos de um outro amor, de um outro amor que pode já não o ser, mas que já o foi, e perante os filhos, (acho que) o será sempre. Sempre achei que nestas relações, era dar um amor a dobrar: amar duas vezes, conquistar duas vezes, e duas vezes mais. A pessoa em si, o filho, e o coração da pessoa em relação ao filho que é tão seu. (Vão mandar-me estar calada que não sei do que falo. Mas aprecio.) Mas sobre isto, encontrei quem realmente está na pele, e quem realmente descreveu tão bem aquilo que eu penso.

"...com os ritmos desta vida louca, que tantas vezes quebra o caminho originalmente pensado, as novas famílias trazem consigo os novos pais: os pais dos filhos que já existem, que serão nossos por interposta pessoa, e não nossos de sangue. admiro, muito, sempre que vejo alguém cuidar com ternura do filho de outra pessoa como se fosse dele. quando se quer com o mesmo carinho, o mesmo cuidado, como se fosse nosso. quando se tem a mesma aflição permanente.. eu nunca tinha amado por interposta pessoa. amei os meus pais porque são meus, a minha família, porque é minha. por isso é tão novo e desafiante amar um ser, não por ele (ainda), mas por ser filho de quem é. amar o filho de com quem estamos, é das maiores provas interiores - para nós próprios - de querer. e de vontade, férrea, de ter uma família, uma história com quem amamos. e desafiante: a um filho nosso pode-se berrar, exigir, mandar. sabemos que ele nos irá querer sempre, só por sermos quem o trouxe a este mundo. ao novo filho, temos de conquistar, de cativar. temos de ser o pai, mas também o conquistador. temos de amar, mas também saber fazer com que nos amem. por isso, os novos pais são postos ainda mais a prova. são pais e namorados do mesmo filho. são educadores e, ao mesmo tempo, conquistadores. desafio docemente único. sim, eu amo o teu filho, porque é teu. será um dia um bocado meu, mas será sempre primeiro teu. e de quem o criou contigo. mas ver-lhe um sorriso por minha causa, faz-me feliz. saber que ele pergunta por mim, faz-me feliz. ouvir-te dizer o nosso filho, é a emoção mais pura numa palavra tão simples: nosso. porque mesmo sem o ser, anseio, vibro, sinto-me, todos os dias, pai dele. porque é o nosso filho. como o nosso amor."

No blog Momentos.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Às coisas do amor. (É Feliz quem sente) ♥

Trocava as quatro paredes que me abrigam da chuva e me dão segurança, pela confiança na incerteza do momento seguinte. Por um rio que corre sem cessar, um café forte, um outro amor, e uma outra conversa. Os mesmos pingos de chuva. O mesmo entusiasmo, e o mesmo querer. A água do rio, é como a vida que corre. Eu quero alcançá-la! O café aquece a alma. E eu quero o corpo quente! O amor dá vida. E eu quero viver! A conversa leva a confiar: No mesmo entusiasmo e no mesmo querer, de nos querermos! ♥

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Sei exactamente o porquê!

Numa só frase, consigo dizê-lo: Sabes fazer-me feliz! Mas não quero ficar só por aqui. Sabes sentir que estou cansada, que me apetece o sossego, e o conforto da minha casa. Sabes entender que apesar da tua importância, que apesar da importância dos dias, o cansaço faz com que pareça que me esqueço. Sabes ouvir quando quero falar sem parar, sabes respeitar quando me quero calar e dizer tudo num só sorriso, num só olhar. Sabes quando preciso de mais que um abraço. Sabes que sou uma mulher eternamente menina, que gosto de ver desenhos animados, que vou ao cinema deprepósito para os ver, e ainda assim, acompanhas-me. Sabes que gosto de brincar como criança, ao mesmo tempo que assumo compromissos de pessoa crescida. Sabes que tanto gosto de coisas complexas, como de coisas simples, as mais simples até. Ontem quando já adivinhavas que eu não sairia da cama para fazer o jantar, apareceste e trouxeste-o, preparaste-o com amor, e meteste a mesa para nós. Apesar dos meus dizeres de dieta, (mesmo que utópica), não ligaste e trouxeste-me Merci, os de chocolate de leite, sabendo tu que os outros não têm um lugar muito especial no meu coração. A flor que trouxeste, tinha pingos da água, tinha Primavera nela, o anjinho que vinha com o intutito de me proteger, fez o papel dele, fazendo-me esquecer do frio, dos dias ou da alma. Sabes realmente, amar-me. E eu sei realmente, agradecer-te por isso!


segunda-feira, 28 de abril de 2014

[Hoje é dia Mundial do Sorriso]

Costumo ser ao contrário. Quando num dia se comemora qualquer coisa, seja ela qual for, eu comemoro tudo, menos aquilo a que se "deve" o dia. Mas hoje, sendo o dia dedicado ao sorriso, não podia passar, sem aqui deixar um. E o que mais me faz sorrir? O sorriso dos que amo! ♥

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Opá, isto está uma maravilha!

"1. Trabalhar dá trabalho. Estudar dá trabalho. Fazer uma coisa bem feita dá trabalho. 
 2. É estúpido tentar agradar a toda a gente. É impossível forçar alguém a gostar de nós, muito menos com frases feitas e poses estudadas.
 3. É impossível não errar. Sempre que fazemos uma coisa nova, vamos começar por fazê-la mal.
 4. Ter medo é normal. Não há problema em sentir medo, desde que façamos o que temos a fazer, apesar do medo. 
5. Não há pessoas perfeitas. Se alguém que admirávamos nos desilude, é porque estávamos iludidos. 
6. Somos mais do que as coisas que fazemos. É possível ter feito asneirada e continuar a ser boa gente. 
7. As relações não são como nos filmes. Estar casado não é um mar de rosas e ninguém está sempre apaixonado. Amar uma pessoa a sério dá muito trabalho. Mas vale a pena. 
8. Há coisas que não mudam. Há situações e pessoas que não vão mudar, mas a nossa forma de lidar com isso pode sempre mudar."

domingo, 22 de dezembro de 2013

Adorar a mamã!

Em vez de adorar o menino, tão falado nesta quadra, eu estive a adorar a mamã, a minha. Aquela que escolheram para mim, e que consigo dizer, que não podiam ter escolhido melhor. A minha mamã está deitada na cama, está com gripe, e está cansada, a respirar fundo e com dificuldade, provocada pela febre e pela falta de ar que a acompanha. Deitei-me ao lado dela, e ela quentinha, fechou os olhos, e apesar de não dormir, descansou. Eu olhava-a, e sentia-me responsável por ela, sentia-me a protegê-la como ela fez/faz por mim, desde que sabe que eu existo na vida dela. Olhei-a durante uns bons minutos, e afinal é mesmo essa a minha missão. Olhar por ela, protegê-la e amá-la, como se fosse a mãe dela, e ela o meu bebé. Porque se me custa a mim a perda da minha avó,  a ela custa-lhe a perda da mãe. A que escolheram para ela. E aquela que melhor não podia (ter sido) ser! ★

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Já toda a gente o sabe!

Já toda a gente sabe, que as relações Humanas, são complicadas.

"Na verdade, o mundo interior não divide as pessoas entre as estranhas e as de família. Mas entre os viajantes e os aventureiros, os arquitectos do nosso coração e os alquimistas. Os viajantes e os aventureiros são pessoas que nos surpreendem, de passagem. Os arquitectos do nosso coração rasgam avenidas ou desvendam planaltos. Os alquimistas transformam-nos sempre que nos dizem: "Chega-te a mim… e deixa-te estar"."