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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

[o melhor do meu dia]

Chegar ao trabalho e ter em cima da secretária um café quente como a gente e uma tarte de maçã e canela misturada com um abraço. Tenho comigo pessoas queridas. Muito.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

365 dias em poucas palavras:

Terminei o Mestrado;
Assinei o meu primeiro contracto de trabalho;
Recebi o meu primeiro ordenado;
Visitei sítios bonitos;
Cresci profissionalmente;
Partilhei a minha vida com quem amo;
Perdi o meu avô;
Tornei-me voluntária no Bairro do Amor;
Cheguei ao Hospital de ambulância;
Gozei férias em família;
Comprei as prendas de Natal com o dinheiro ganho por mim;
Conheci gente (muito) boa;
Adoptei um gato;
Engordei;
Tracei rotas;
Realizei objectivos;
Aprendi a dar (ainda mais) valor à vida;
Baptizou-se o benjamim da família;
Deixei de ser estudante;
Aprendi a gostar de café;
Amadrinhei uma criança;
Viciei-me em sushi;
Aprendi a gostar de conduzir;
Tive um casamento Real;
Tornei as minhas idas ao café em noites infindáveis;
Venha 2015!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Os melhores (e maiores) fins-de-semana!

[Quero mais destes fins-de-semana de três dias. Não por não ter que trabalhar. Mas por poder estar juntos dos meus. Abraçar os que me criaram, e criar os que me naseram.]

terça-feira, 11 de novembro de 2014

[Os hábitos que fazem de nós felizes.]

Tenho saudades do meu café com nível, ali, naquele café a que me habituei a ir todos os dias. O café com nível é ali (pelo menos ali), o café com pau de canela. Era naquele café que me aconchegava de manhã e ao meio dia, e quando o trabalho se estendia. Hoje aconchegou-me já era noite. E eu só posso dizer, que tenho mesmo mesmo saudades daqueles dias. Todos os dias.  ♥

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Se eu amanhã continuar assim, sem dúvida que sou feliz.

Gosto de trabalhar. Gosto muito de trabalhar. Mas mais para o final da semana, apesar do gosto que tenho, o cansaço chega, e as noites mal dormidas trazem a necessidade de me permitir a mim própria descansar mais um bocadinho sobre a manhã. Sei que é por poder, mas também por ser a única altura em que consigo fazê-lo. Gosto de um acordar descansado, sem despertadores, sem gente que grite por mim e que me faça ter um acordar sobressaltado. Gosto daquele bocadinho em que abro os olhos, e fico quieta até me sentir capaz de acordar e levar com a luz do dia. Não há como ter um acordar descansado, um amigo a dizer bom dia, uma chávena de café e um pão de cereais em cima da mesa. Uma janela aberta, um raio de sol, ou um pingo de chuva. E a vida é tão boa. ♥

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Dada tanta preocupação, é melhor esclarecer.

Esta coisa dos blogues é gira. E tanto faz terem muita ou pouca visibilidade que comentários desagradáveis ou menos simpáticos e até com alguma dor de cotovelo incluída cá chegam. Hoje devido à falta de ter melhor para fazer, ou se calhar à falta de eu nunca ter nada que fazer, respondo a um mini apanhado de observações que andam a preocupar a população em geral. Como coisa que eu não quero é ver gentes preocupadas e sem dormir a pensar nestas coisas, o melhor é ter um pingo de bom senso e responder de livre e espontânea vontade. "É uma menina da mamã." Pois que o sou. Da mamã e aproveito para dizer que do papá também, e que há muito poucas palavras que me dêem tanto gosto pronunciar como estas. "Tirou um curso que não serve para nada." Pois que se serve ou não, o tempo o dirá. Tratando-se da minha primeira opção, poderá querer dizer alguma coisa às bocas mais incultas. "Está a trabalhar, e a ganhar dinheiro". Pois que é verdade, e que se trata de um direito do ser humano ser remunerado pelo trabalho que desenvolve. Achando portanto que não se trata de um crime receber a remuneração correspondente ao meu trabalho. Para eventuais dúvidas que possam surgir ainda nas cabeças pobres (chorosas da própria boa vida que levam) o trabalho que desenvolvi durante muito tempo também foi a troco de dores de cabeça. E não me chorei. Posto isto, é como em tudo. Não há nada que só traga vantagens.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

[Confirma-se a loucura.]

E enquanto eu lia, passaram mais de 5 horas. E pessoas que me tinham desejado boa noite, já me estavam a desejar um bom dia, e eu continuava no mesmo sítio na posição bibelot para chegar com o livro ao fim. Tomei um pequeno almoço antecipado, e deitei-me com jeitinho às 5h30 da manhã . Dormi 2h30 e acordei como uma pipoca estoirada para ir trabalhar.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

[Assobiando]

Agradecida ao Senhor Taxista que enquanto me trazia do trabalho para casa, assobiou a música My Immortal dos Evanescence do princípio ao fim sem eu ter que pagar um valor acrescido pelo concerto!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Não ousem dizer que sou estranha. (Isso é no mínimo)

Continuo em tempo de férias. Mas ressaco com falta do meu trabalho. Como é que é possível que aquela coisa que muita gente abomina e que só lhe traz náuseas, a mim me traga uma ressaca? Estou sedenta daqueles dias cheios, cheios de 48 horas, de agitação, de café, de toques de telefones, de e-mails, de dados, de pessoas. Caramba! As pessoas - as pessoas são os melhores dos mundos. São as pessoas que impedem que haja uma estagnação no ambiente onde se ouve o papel e as as máquinas em predominância. Vem trabalho, encaro-te de frente, e lembrar-me-ei que te desejei nos dias que o cansaço me agarrar as pernas, impedido-me de caminhar -sendo apenas capaz de me arrastar.

sábado, 2 de agosto de 2014

E a vida é tão boa.

Primeiro dia sem responsabilidades. E a vida é tão boa. Um dia de regresso à infância. E a vida é tão boa. O pijama vestido. E a manta no chão. O corpo cansado e quebrado, descansa. Deixa-se o corpo livrar-se do cansaço da semana de trabalho, e da noite de diversão de ontem. Acabo de ler um livro, e admiro a capa do outro que espera que o comece a folhear. Não tenho crias que esperem os meus mimos, porque neste caso, ainda sou eu a cria que os preciso! Estou num miminho tão bom. Caio num sono. E a vida é tão boa. ♥

terça-feira, 22 de julho de 2014

Definição de Vida no Dicionário deste estabelecimento.

O passo vai apressado para a defesa da minha tese. Estou a poucos dias de me tornar Mestre, sem saber ao certo o que isso significa. Não quero ser mais que aquilo que sou. Quero ser chamada pelo meu nome, sem partículas que o antecedam, e as quais não constam sequer do meu registo. Quero só o que é meu. O resultado do meu trabalho. Se na vida temos que trabalhar para as nossas vitórias, que nos chegue a hora de as ver recompensadas, e a hora do trabalho seguinte. A vida é um trabalho constante onde vale a pena fazer horas extras! ♥

domingo, 6 de julho de 2014

A culpa é das (estrelas) responsabilidades!

Quero há tempo. Há tanto tempo que quero. Quero ver a "Culpa é das Estrelas". Provavelmente, constatar que é um murro no estômago, porque pelo trailer e pelas críticas, é para o que estou preparada. Mas a culpa (de ainda não ter ido) é das responsabilidades. Já vos disse que o tempo não estica e primeiro está o trabalho? Pois é. Vai que nos entretantos não posso trazer o cinema para casa, mas posso trazer um livro. Como a "Culpa é das Estrelas", quero mesmo ver, e não ler, trouxe outro livro para ler e para remediar mais uns dias. Até poder. Trouxe o livro "prometo falhar" de Pedro Chagas Freitas. Estou tão embebida na leitura, que não quero falhar uma única página do livro, e tenho 389 páginas para amar cada linha.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Ser feliz, é ser feliz e ponto final.

Trabalhei, trabalhei e trabalhei. Trabalhei por gosto. Um dia em cheio! Cheio de vida. Se estou cansada? Estou sem dúvida. Mas se estou feliz?  Estou sem dúvida. E muito mais feliz do que cansada! Fiz o caminho até à minha Vila com um pôr do Sol lindo. Um calor suave na pele, e uma luminosidade nos olhos. A liberdade do sol, a virtude dos dias grandes, a total satisfação do regresso a casa. Estou em casa. Finalmente estou em casa. O importante, o melhor: o beijo e o abraço dos meus pais quando chegamos. Ser Feliz, é saber que os vou ter. É saber que os vou encontrar. No final de uma semana boa, ou no final de uma semana má. Ao sorriso que vocês têm criado. ♥

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Isto é como assim, é como tudo, e é como nada.

Tenho em mim o cansaço dos dias, e de uma anemia tenebrosa que me assola. Ansiei que depois de sair, que depois do meu trabalho feito com gosto e afinco, chegasse a casa e pudesse descansar. Mais uma vez tive a prova de que a vida não o quer de mim. Não quer de mim o meu cansaço, não quer de mim o meu descanso. Não consegui descansar sem que tratasse das respostas aos e-mails que ficaram por dar durante o dia e sem que tratasse de tudo quanto tinha em lista. Tenho o direito de assumir cansaço, e de requerer descanso. Mas tenho muito mais o dever, de corresponder ao orgulho que assumem por quem sou. ♥
[Com o maior Amor, carinho e respeito, agora que alcancei a cama, sinto-me um anjo num conforto imbatível. Obrigada C.]

domingo, 22 de junho de 2014

Mea Culpa Mea Culpa!

Por aqui as hostes estão calmas. Calmas de mais. Mea culpa mea culpa! Há dois dias que já não sei se sou lontra se sou morsa. Há dois dias que me sento na mesma cadeira às 10h00 da manhã e me levanto às 22h00. (Nao pensem que estou a exagerar e digam sim sim acredito mesmo que nem tenhas parado para comer. Pois. É que realmente nem isso) Sim, mea culpa, culpa mea que deixei a tese (quase) toda para escrever a duas semanas de a entregar. Dois dias para me entregar por completo à causa, antes de mais uma semana daquelas que eu gosto verdadeiramente. Daquelas cheias de trabalho. Sorrisos e pessoas boas!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Trabalhamos, mas também vivemos!

Como já tenho dito, avisado, alertado, o ritmo de trabalho por aqui anda acelerado. Cada vez mais. E eu cada vez mais embalada pela necessidade do trabalho feito, tenho-me esquecido de tudo quanto sou eu. Da necessidade de vida que tenho para além do trabalho. Sempre fui de passear. De andar. De querer. De procurar. Mais. E sobretudo, diferente. Ontem achei ser o dia certo. Depois de mil e um planos que acabaram por não vingar até por falta de tempo para os organizar, fomos meninos para procurar novas soluções. Saí a horas pela primeira vez. Julgo ter feito compasso de espera para que batessem no relógio as 17h30. Lanchámos no Moinho Velho. Gosto dali, em especial, dos Croissants. Houve uma hora de sossego depois disso. Acho que com o barulho do dia, surge ali uma necessidade nem que seja de segundos, que sejam segundos calados. Entre janta e não janta. Onde jantamos? Se queríamos algo diferente, entre as esquisitices de um, e as más disposições de outro, escolhemos o Azucar. Restaurante Mexicano, a aguardar a nossa visita, desde que me lembro. Agradeço a Sangria que não gosto, mas agradeço em especial as Margaritas, a comida De-li-ci-o-sa e o atendimento. Não fotografei, nada. Adianto que não estou doente por não o ter feito e admito querer viver o ambiente de brincadeira e descontracção, dando atenção às pessoas e aos pormenores à minha volta (às vezes acabam por me escapar por querer uma foto a isto, uma foto àquilo, o que acaba por dar uma foto a tudo isto e mais alguma coisa.) Custou-me a abandonar o México, mas com a temperatura amena do deserto, a esplanada do café, apelou à minha vontade do vamosvivertudohoje. Pedi um café com natas, e mais um pouco sentia-me no Starbucks.
A noite agradável como estava, terminou na sessão de cinema das 00:00 a ver a Maléfica. Com o cansaço, era coisa para ter custado a aguentar os 97 minutos... Mas será? Vou fazer as considerações gerais daqui a umas horas. Por enquanto, boa noite. ♥

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Há dias que são verdadeiras maratonas!

Sim Sim. Hoje corri mais que em algumas maratonas daquelas a sério. Daquelas onde corre gente grande, por desporto, por gosto ou por uma causa em especial. Vai que hoje me fartei de correr por estas lides. Por estas coisas que ao que parece têm que ser feitas. Pensamento neste momento a esta hora:"Estás com sorte. Esta semana está a chegar ao fim." Depois do dia de trabalho: Faz jantar. Faz duas máquinas de lavar roupa. Lava a loiça. Compra vasos novos e muda as ricas das plantas que teimam em ficar com as raizinhas atrofiadas por estarem à tempo de mais à espera de serem mudadas. Estende a roupa. Faz a reciclagem. Arruma a roupa. Deita-te e descansa! Amanhã corremos de novo.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Isto não vai mesmo nada bem!

Com este calor e com o amor que eu tenho ao feijão verde, a sopinha do almoço estava... Tão boa, que se não fosse o estimado a vir levar-me o lanche, eu estava cheinha de fome! (Eu a queixar-me com fome? Alerta para forte possibilidade de me econtrar doente.)