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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

365 dias em poucas palavras:

Terminei o Mestrado;
Assinei o meu primeiro contracto de trabalho;
Recebi o meu primeiro ordenado;
Visitei sítios bonitos;
Cresci profissionalmente;
Partilhei a minha vida com quem amo;
Perdi o meu avô;
Tornei-me voluntária no Bairro do Amor;
Cheguei ao Hospital de ambulância;
Gozei férias em família;
Comprei as prendas de Natal com o dinheiro ganho por mim;
Conheci gente (muito) boa;
Adoptei um gato;
Engordei;
Tracei rotas;
Realizei objectivos;
Aprendi a dar (ainda mais) valor à vida;
Baptizou-se o benjamim da família;
Deixei de ser estudante;
Aprendi a gostar de café;
Amadrinhei uma criança;
Viciei-me em sushi;
Aprendi a gostar de conduzir;
Tive um casamento Real;
Tornei as minhas idas ao café em noites infindáveis;
Venha 2015!

Há imagens (ou mensagens) perfeitas.


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Destas manias que cada um tem. E que cada um sabe sobre si.

Sempre tive a mania de guardar tudo e mais alguma coisa que me fizesse lembrar determinados momentos. Como se o facto de eu guardar, eternizasse o momento, ou o facto de eu colocar no lixo, o apagasse para sempre.
Tenho dificuldade em desfazer-me das coisas. É a maior verdade. Ponto final.
Tinha ramos de flores guardados desde que sou eu e ele, desde que terminei a Licenciatura, desde que fiz o Mestrado, desde que me lembro de fazer anos e gostar de flores. Pensava para mim nunca ser capaz de desfazer-me deles, porque se o fizesse ia apagar momentos, ia deixar em branco o espaço que preenchiam na minha casa, no meu quarto. 
Hoje, acordei com a certeza de que nada mais certo que a cabeça e o coração para eternizar o momento e por isso podia desfazer-me deles. E desfiz. Tenho aquele canto do quarto mais vazio. Mas o coração cada vez mais cheio. Cada vez com capacidade para receber mais. Mais sorrisos da vida.


Acreditem ou não, eram dezenas destes! 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Break a Leg!

Comecei a manhã a ler mensagens exactamente com este conteúdo: "Break a Leg". Talvez no mundo do teatro a palavra fosse outra menos soft afirmavam as pessoas que as enviavam. Mas a mensagem foi transmitida. Cada um com a sua maneira de ser, cada um do seu jeito único, respeitaram o meu pedido de não estarem presentes e a minha vontade de não saberem as horas. Felizmente, apesar de tanta exigência da minha parte, nunca o de me esquecerem. E foi assim que no meio de uma semana de trabalho, uns dias de ausência no mundo, muito cansaço, grandes olheiras, e algumas angustias, se concluiu uma etapa de 5 anos! Daquelas mesmo importantes. Daquelas em que tenho a certeza que o "para sempre" impera! Um mestrado concluído, e uma vitória entregue a quem de direito.


E um Obrigada a todos quantos acreditaram!