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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Destas manias que cada um tem. E que cada um sabe sobre si.

Sempre tive a mania de guardar tudo e mais alguma coisa que me fizesse lembrar determinados momentos. Como se o facto de eu guardar, eternizasse o momento, ou o facto de eu colocar no lixo, o apagasse para sempre.
Tenho dificuldade em desfazer-me das coisas. É a maior verdade. Ponto final.
Tinha ramos de flores guardados desde que sou eu e ele, desde que terminei a Licenciatura, desde que fiz o Mestrado, desde que me lembro de fazer anos e gostar de flores. Pensava para mim nunca ser capaz de desfazer-me deles, porque se o fizesse ia apagar momentos, ia deixar em branco o espaço que preenchiam na minha casa, no meu quarto. 
Hoje, acordei com a certeza de que nada mais certo que a cabeça e o coração para eternizar o momento e por isso podia desfazer-me deles. E desfiz. Tenho aquele canto do quarto mais vazio. Mas o coração cada vez mais cheio. Cada vez com capacidade para receber mais. Mais sorrisos da vida.


Acreditem ou não, eram dezenas destes! 

terça-feira, 20 de maio de 2014

Boas notícias.

O estimado telefona e pede só que meta água ao lume que ele já vem a caminho e traz o jantar. Só precisa de água a ferver para quando chegar cozer a massa, et voilà!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

São festas! #9

Fizeste um quarto de século, e já são alguns os aniversários que passo contigo! Lembro-me do primeiro aniversário que passei a teu lado, estava envergonhada, o meu sorriso, mal sabia sorrir, e tantos nomes dos teus amigos para decorar, não foi tarefa fácil à primeira. Nem à segunda, nem à terceira. Com o passar do tempo, percebi que realmente importante, não é saber o nome deles, é saber o quão importantes são para ti, e o quanto precisas deles para passar este dia em especial. Ontem eu já soube sorrir. Já soube rir, e divertir-me pela nossa felicidade. Aquela com que te quero ver sempre. Que toda a tua vida, que todos os teus dias, sejam uma festa. Independentemente do motivo! Meu H. Parabéns!  ♥








sábado, 25 de janeiro de 2014

Preocupações de (mãe)drinha!

Ok. A minha afilhada sempre foi engraçada. Não, não é por ser a minha afilhada. Até porque já disse aqui várias vezes, que apesar de amar a criatura, e ela estar assim com uma beleza espectacular devido à sua simpatia, também já aqui disse, que ela nem sempre foi a criatura mais simpática e afável deste planeta.  Ela é a filha que eu não tenho, mas que quando tiver, também não deixará de o ser. O crescimento rápido dela, não me preocupa, pelo contrário, faz-me ficar orgulhosa. Faz-me bem. Faz-me sentir que ela está a ter tudo aquilo que precisa, e se calhar ou até de certeza até mais que isso. Com tudo isto, desviei-me do principio preocupante. A criatura anda numa fase engraçada, mais uma, todas o são, cada uma à sua maneira. Mas acho que esta, para além de engraçada, é preocupante. Não tarda nada, está a trazer-me o namorado cá a casa. Acho que vai ser um betinho giro, derretido pelo sorriso da menina, e capaz de dar opinião sobre vernizes e outros adereços femininos, visto que ela anda para isto. Ao olhar as minhas unhas, pintadas de cor-de-rosa e todas arranjadinhas, a menina exclama: "Ai que chique querida!" (Das duas uma, ou passou-se, ou esqueceu-se que estava a falar com a (mãe)drinha.) Sim, isto porque eu não quero acreditar que ela já está tão crescida que se preocupe com isto!  Mas... acho que foi para que duvidas não me restassem, quando foi embora, não me deu um beijo nem um abraço. Disse alto, muito alto: " Xau xau, beijocas". Pronto, posso contar que nos próximos dias, ande lá apaixonada por um caramelo qualquer, e não me ligue a dizer que já aprendeu uma letra nova! Mantém-te criança G.!