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domingo, 13 de julho de 2014
Nós procuramos o bem que precisamos.
A sexta-feira foi uma verdadeira tempestade. Uma agitação. Há momentos em que Coimbra não me quer, ou talvez seja eu que não a quero a ela. A sexta-feira passada, teve um desses momentos. E num hapice fui embora. Quero nesses momentos, o colo da minha mãe, e o abraço do meu pai. A maneira como me olham, significa que vai correr sempre tudo bem. Assim como quando era mais pequena e me magoava, assim como quando tinha um teste e o nervosismo apertava até as mais pequeninas entranhas. Hoje estou de volta a Coimbra, e venho com a energia de um amor maior e de um passeio coberto pelo sol. Obrigada aos que serão para sempre meus. E obrigada Coimbra por me abrires os braços, como se eu nunca tivesse vontade de ir embora!
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Ser feliz, é ser feliz e ponto final.
Trabalhei, trabalhei e trabalhei. Trabalhei por gosto. Um dia em cheio! Cheio de vida. Se estou cansada? Estou sem dúvida. Mas se estou feliz? Estou sem dúvida. E muito mais feliz do que cansada! Fiz o caminho até à minha Vila com um pôr do Sol lindo. Um calor suave na pele, e uma luminosidade nos olhos. A liberdade do sol, a virtude dos dias grandes, a total satisfação do regresso a casa. Estou em casa. Finalmente estou em casa. O importante, o melhor: o beijo e o abraço dos meus pais quando chegamos. Ser Feliz, é saber que os vou ter. É saber que os vou encontrar. No final de uma semana boa, ou no final de uma semana má. Ao sorriso que vocês têm criado. ♥
sábado, 25 de janeiro de 2014
Preocupações de (mãe)drinha!
Ok. A minha afilhada sempre foi engraçada. Não, não é por ser a minha afilhada. Até porque já disse aqui várias vezes, que apesar de amar a criatura, e ela estar assim com uma beleza espectacular devido à sua simpatia, também já aqui disse, que ela nem sempre foi a criatura mais simpática e afável deste planeta. Ela é a filha que eu não tenho, mas que quando tiver, também não deixará de o ser. O crescimento rápido dela, não me preocupa, pelo contrário, faz-me ficar orgulhosa. Faz-me bem. Faz-me sentir que ela está a ter tudo aquilo que precisa, e se calhar ou até de certeza até mais que isso. Com tudo isto, desviei-me do principio preocupante. A criatura anda numa fase engraçada, mais uma, todas o são, cada uma à sua maneira. Mas acho que esta, para além de engraçada, é preocupante. Não tarda nada, está a trazer-me o namorado cá a casa. Acho que vai ser um betinho giro, derretido pelo sorriso da menina, e capaz de dar opinião sobre vernizes e outros adereços femininos, visto que ela anda para isto. Ao olhar as minhas unhas, pintadas de cor-de-rosa e todas arranjadinhas, a menina exclama: "Ai que chique querida!" (Das duas uma, ou passou-se, ou esqueceu-se que estava a falar com a (mãe)drinha.) Sim, isto porque eu não quero acreditar que ela já está tão crescida que se preocupe com isto! Mas... acho que foi para que duvidas não me restassem, quando foi embora, não me deu um beijo nem um abraço. Disse alto, muito alto: " Xau xau, beijocas". Pronto, posso contar que nos próximos dias, ande lá apaixonada por um caramelo qualquer, e não me ligue a dizer que já aprendeu uma letra nova! Mantém-te criança G.!
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