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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Ah! As férias. Abraçar as terras de outrem.
Andei em terras de ninguém. Mas no fundo, de cada um que se predispõe a aprender a amá-las. Todos aprendem. E eu aprendi. Eu amei. Bebi cada lufada de ar puro. Comi com os olhos cada ponta de verde que me envolvia como cobertor que protege o calor da alma. Fechei os olhos e adormeci. Ao som do silêncio. Esqueci-me de que tenho medo. De que o meu medo é por tudo, de que o meu medo é por nada. Abracei cada criador meu. Senti-lhes a felicidade, e a ausência de remorsos por estarem a gastar o fruto do trabalho deles. Senti um tempo só nosso, apesar de um tempo rápido. E uma vontade, uma vontade de que estes sejam os momentos eternos. ♥
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Quantos sonhos pode um corpo incluir?
"Quantos sonhos pode um corpo incluir?
Para ver a tua pele há que fechar os olhos, cerrá-los mesmo...O segredo da felicidade é perceber que há tanto para fazer antes de esperar que a vida faça o resto. Há que procurar tudo o que é procurável e descobrir o que nem sequer pode ser descoberto. E depois, só depois, aguardar o instante em que a vida mostra o que vale. O quanto nos vale.
Quantas vidas vale o teu abraço?"
Para ver a tua pele há que fechar os olhos, cerrá-los mesmo...O segredo da felicidade é perceber que há tanto para fazer antes de esperar que a vida faça o resto. Há que procurar tudo o que é procurável e descobrir o que nem sequer pode ser descoberto. E depois, só depois, aguardar o instante em que a vida mostra o que vale. O quanto nos vale.
Quantas vidas vale o teu abraço?"
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sexta-feira, 27 de junho de 2014
Ser feliz, é ser feliz e ponto final.
Trabalhei, trabalhei e trabalhei. Trabalhei por gosto. Um dia em cheio! Cheio de vida. Se estou cansada? Estou sem dúvida. Mas se estou feliz? Estou sem dúvida. E muito mais feliz do que cansada! Fiz o caminho até à minha Vila com um pôr do Sol lindo. Um calor suave na pele, e uma luminosidade nos olhos. A liberdade do sol, a virtude dos dias grandes, a total satisfação do regresso a casa. Estou em casa. Finalmente estou em casa. O importante, o melhor: o beijo e o abraço dos meus pais quando chegamos. Ser Feliz, é saber que os vou ter. É saber que os vou encontrar. No final de uma semana boa, ou no final de uma semana má. Ao sorriso que vocês têm criado. ♥
terça-feira, 3 de junho de 2014
O perfume do meu abraço.
Volto sempre aos cheiros. Volto sempre a incidir onde e como já fui feliz. E na verdade, não voltamos todos? Sou sensível a cheiros, a perfumes. Sou complicada, sou sensível a cheiros mais fortes. O perfume tem que durar na minha pele, mas não me pode estar constantemente a bater no olfacto e a lembrar-me que lá está. A minha roupa tem que ter o cheiro a amaciador, tem que ter a suavidade e a frescura da roupa lavada, mas sem que o cheiro seja mais forte que o da minha própria pele. Os meus cremes, têm que ter a textura de protecção que eu gosto, mas não o cheiro que me deixa impaciente. Durante anos, o cheiro dos meus abraços eram a perfume da Ralph Lauren, e a creme de rosto da Mustela. Aos 12, aos 14, aos 16 e aos 18, eram estes os cheiros que me acompanhavam nos abraços, que marcavam momentos e histórias, que me confundiam com os meus bebés. Com saudades deste bocadinho de bebé em mim, deste cheiro que me traz felicidade, e não me chateia a alma, voltei a ele. Estou aqui embevecida pelo conforto da minha pele, expectante quanto ao novos momentos em que este me acompanhará.
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
De Homem para Homem!
(…) quando uma mulher te pedir que a abraces não julgues que é coisa pouca, quando uma mulher te quiser abraçar é porque alcançaste um nível superior nisso de uma mulher te querer bem, não o menosprezes, não confundas um "abraça-me" com um "quero saber a que sabe a tua língua", são coisas diversas. (…) não te disperses com carícias em lóbulos de orelha nem com dedos entrelaçados no cabelo dela, trata-se de um abraço, (…) trata-se de a segurares de uma forma única, a meio caminho entre a suavidade e a firmeza, depois deixa que a cabeça dela encontre posição no teu ombro e depois, só depois, trata de encostar o teu coração ao dela, finalmente, (…) não digas nada, aprecia o momento, abraçar uma mulher porque ela te pediu é coisa que pode não voltar a acontecer-te.”
sábado, 25 de janeiro de 2014
Preocupações de (mãe)drinha!
Ok. A minha afilhada sempre foi engraçada. Não, não é por ser a minha afilhada. Até porque já disse aqui várias vezes, que apesar de amar a criatura, e ela estar assim com uma beleza espectacular devido à sua simpatia, também já aqui disse, que ela nem sempre foi a criatura mais simpática e afável deste planeta. Ela é a filha que eu não tenho, mas que quando tiver, também não deixará de o ser. O crescimento rápido dela, não me preocupa, pelo contrário, faz-me ficar orgulhosa. Faz-me bem. Faz-me sentir que ela está a ter tudo aquilo que precisa, e se calhar ou até de certeza até mais que isso. Com tudo isto, desviei-me do principio preocupante. A criatura anda numa fase engraçada, mais uma, todas o são, cada uma à sua maneira. Mas acho que esta, para além de engraçada, é preocupante. Não tarda nada, está a trazer-me o namorado cá a casa. Acho que vai ser um betinho giro, derretido pelo sorriso da menina, e capaz de dar opinião sobre vernizes e outros adereços femininos, visto que ela anda para isto. Ao olhar as minhas unhas, pintadas de cor-de-rosa e todas arranjadinhas, a menina exclama: "Ai que chique querida!" (Das duas uma, ou passou-se, ou esqueceu-se que estava a falar com a (mãe)drinha.) Sim, isto porque eu não quero acreditar que ela já está tão crescida que se preocupe com isto! Mas... acho que foi para que duvidas não me restassem, quando foi embora, não me deu um beijo nem um abraço. Disse alto, muito alto: " Xau xau, beijocas". Pronto, posso contar que nos próximos dias, ande lá apaixonada por um caramelo qualquer, e não me ligue a dizer que já aprendeu uma letra nova! Mantém-te criança G.!
sábado, 9 de novembro de 2013
Valeu a pena!
No fim da festinha de aniversário da minha afilhada, fui-me despedir dela. Disse que ia embora e perguntei se ela me dava um beijinho! E ela correu para mim, saltou para o meu colo, agarrou-me com toda a força possível num abraço e disse:
-Obrigada madrinha! Gostei muito da tua prenda! E vem um beijinho repenicado.
-Obrigada madrinha! Gostei muito da tua prenda! E vem um beijinho repenicado.
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