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quinta-feira, 22 de maio de 2014

De Homem para Homem!

(…) quando uma mulher te pedir que a abraces não julgues que é coisa pouca, quando uma mulher te quiser abraçar é porque alcançaste um nível superior nisso de uma mulher te querer bem, não o menosprezes, não confundas um "abraça-me" com um "quero saber a que sabe a tua língua", são coisas diversas. (…) não te disperses com carícias em lóbulos de orelha nem com dedos entrelaçados no cabelo dela, trata-se de um abraço, (…) trata-se de a segurares de uma forma única, a meio caminho entre a suavidade e a firmeza, depois deixa que a cabeça dela encontre posição no teu ombro e depois, só depois, trata de encostar o teu coração ao dela, finalmente, (…) não digas nada, aprecia o momento, abraçar uma mulher porque ela te pediu é coisa que pode não voltar a acontecer-te.”

terça-feira, 20 de maio de 2014

Das pessoas que nos conhecem mesmo bem.

Na semana passada tive uma consulta, mais uma, uma de tantas que fazem parte da minha vida. As consultas, as análises, e umas quantas coisas complicadas do mundo médico, são frequentes nos meus dias. Apesar disso, continua a haver consultas que são verdadeiros murros no estômago. Verdadeiros tormentos, verdadeiras dores de cabeça, verdadeiros pesadelos, chatices e um misto de sentimentos. Como em tudo na vida, eu não sinto esses dias como dias maus, porque há alguém, há sempre alguém que vem. Que vem e nos traz o carinho e a estabilidade dos momentos bons. Alguém que nos conhece tão bem, que nos quer dar tanto, ao ponto de esquecermos que o dia teve outro lado, o lado em que não tivemos a oportunidade de ser abraçados, de ser acarinhados, e estivemos a levar murros no estômago, que precisavam/precisam de ser dados, mas que doem.
Gosto de libelinhas, sempre gostei, e gosto em tudo.
Perguntem-me o que é que as libelinhas têm a ver com os murros no estômago e com as pessoas que nos conhecem e nos querem bem. A resposta é fácil, é simples, é breve. Nesse mesmo dia, em que mais uma vez o meu coração havia saído desbotado da consulta, um "alguém", que não sabendo muito, que não sabendo nada daquele momento em concreto, ofereceu-me uma pulseira da Alex and Ani. Uma pulseira com uma libelinha. Ao principio, eu feliz pelo miminho, pela lembrança, pela simplicidade da peça em si. Depois, o significado da peça: Graça | Mudança | Poder.  

"Caracterizada por movimentos rápidos e súbitos e por um poderoso bater de asas, a Libelinha muda de direcção num instante. Símbolo de transição, a libelinha possui uma visão perfeita, o que nos lembra que devemos abrir os olhos à beleza da jornada da vida. Abrace a energia graciosa da Libelinha para viver a vida em pleno e para apreciar as dádivas da Mãe Natureza."




Não podia ter sido melhor. Obrigada!