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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

[Encher o coração de tudo - Amor e Sorrisos]

Gosto da simplicidade com que têm decorrido os dias. A recuperar aos poucos o fôlego. A desejar que os dias tenham 48h só para poder ser feliz durante mais tempo, a trabalhar muito e a agradecer todas as oportunidades que me são dadas.
[A menos de dois dias de encher o coração de amor e de voltar a sorrir assim.]



terça-feira, 15 de setembro de 2015

Dentro das nossas paredes, só nós sabemos.

Independentemente da idade, sonhamos com principes e princesas. Gostamos de ver desenhos animados. Encostamos no colo de quem nos quer bem. Sentimos o calor da protecção e o perfume das roupas. Deixamo-nos levar por cojugações ineberiantes e exigimos no silêncio do coração que os momentos sejam eternos. Pedimos que a chuva caia, que permaneçamos todos juntos na mesma casa e que o nosso coração bata. Bebemos leite quente. Pedimos tranças no cabelo e somos Rainhas de Arendelle. Somos tão felizes.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Hoje pelo David, amanhã...

Foram vários os casos mediáticos com necessidade de um dador de medula óssea compatível. Sempre prestei atenção, preocupei-me, mas limitei-me a isso mesmo, e nestes casos atenção e preocupação, não dão solução. Desta vez, a necessidade de receber um transplante de medula óssea, está mesmo ao meu lado, numa criança de 27 meses. O David, meu vizinho, filho e neto de amigos.
Tão junto a mim, deu-me o abanão final para que de uma vez por todas me tornasse dadora de medula, quer pelo David, quer por qualquer outra pessoa que (infelizmente) precise. Descobri que a minha saúde não me permite que eu o seja.
Peço por isso, para que cada um de nós ajude com o pedacinho de coração mais puro que tiver e se possível, se torne dador. Hoje pelo David, amanhã...

terça-feira, 7 de abril de 2015

[não quer dizer nada.]*

Às vezes não digo tanto quanto queria. Às vezes, mas só às vezes, fica tanto por dizer. Se calhar a ti em especial. A ti que me arrancaste as gargalhadas mais genuínas e os soluçares mais tristes.
A ti que abracei tantas vezes. Quantas vezes? Sabes? Vezes sem conta é o número mais preciso. Tenho memórias de palavras soltas, e de frases completas. Assim como as palavras juntas construíram frases, nós, juntos, construímos momentos. Não vejas o meu coração como um antiquário. Mas olha-me como um grande Amor.
Identificas-te?

*quando tenho vontade que queira dizer tudo.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Alguém me viu por dentro.*

"Lido mal com a saudade. Lido muito mal com a ausência dos meus. Lido mal com este buraco que fica aberto no peito quando a vida nos força, de novo, a voltar ao ponto de partida. Lido mal com a distância, com os abraços que não dou e com a falta do colo que me garante a serenidade. 
Conjugo mal o verbo partir, o verbo despedir, o verbo chorar. E nestes dias, de uma dor que não aprendi ainda a definir, conjugo este quase verbo que a vida me obriga a manter no coração: saudade. Imensa, profunda e dolorosa saudade."

*nos últimos dias.créditos » às nove no meu blogue

domingo, 28 de dezembro de 2014

Eles são o que eu acreditar.

Primeiro, pensei em não tocar neste assunto este Natal. Mas na verdade, acho que preciso de o fazer. Todos os anos, de há 4 anos para cá, que lhe toco, que me toca. No coração, na alma, nas lembranças, na memória. A minha avó agora vive lá em cima. A minha avó é uma estrela. A minha avó é um anjo. A minha avó é aquilo que eu acreditar que ela é- porque eu sei quem ela sempre foi.
Quis este ano trazer também a ausência do meu avô neste dia. O meu avô agora vive lá em cima. O meu avô é uma estrela. O meu avô é um anjo. O meu avô é aquilo que eu acreditar que ele é-porque eu sei quem ele sempre foi.

[posso entender. mas não tenho que aceitar.]

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

[ao que é visto pelos olhos do coração...]

A imprevisibilidade dos dias, é talvez a maior previsibilidade que temos sobre eles. É esta a magia de dormir. Acordar. Sorrir. Abraçar. Os meus. Aqui. Hoje. ♥

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Destas manias que cada um tem. E que cada um sabe sobre si.

Sempre tive a mania de guardar tudo e mais alguma coisa que me fizesse lembrar determinados momentos. Como se o facto de eu guardar, eternizasse o momento, ou o facto de eu colocar no lixo, o apagasse para sempre.
Tenho dificuldade em desfazer-me das coisas. É a maior verdade. Ponto final.
Tinha ramos de flores guardados desde que sou eu e ele, desde que terminei a Licenciatura, desde que fiz o Mestrado, desde que me lembro de fazer anos e gostar de flores. Pensava para mim nunca ser capaz de desfazer-me deles, porque se o fizesse ia apagar momentos, ia deixar em branco o espaço que preenchiam na minha casa, no meu quarto. 
Hoje, acordei com a certeza de que nada mais certo que a cabeça e o coração para eternizar o momento e por isso podia desfazer-me deles. E desfiz. Tenho aquele canto do quarto mais vazio. Mas o coração cada vez mais cheio. Cada vez com capacidade para receber mais. Mais sorrisos da vida.


Acreditem ou não, eram dezenas destes! 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Todos nos sentimos nus.


De uma maneira ou de outra, todos nos sentimos nus. Quando estamos despidos e desprovidos do conforto que só o coração pode oferecer à alma, estamos nus!



♥ 15-10-2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Sobre o Porto do Coração.

O Porto (de abrigo) do meu coração, é, e será sempre a minha infância feliz. Hoje, sou feliz. Ou talvez pense que o sou. Na minha infância tenho a certeza de o ter sido. Até o portão. Até esse que ainda hoje é o mesmo, na minha infância me fazia mais feliz do que aquilo que me faz agora desde Abril. Abria. Todos os dias. A hora podia não ser a mesma todos os dias, mas abria. Agora não abre. O meu sorriso ia ao encontro de quem me esperava. Agora já ninguém me espera. O meu tom de voz subia porque estava no que era meu. Agora já não o é. O meu amor por vocês nasceu ali mas é a única coisa que continua a crescer à medida que eu cresço também. Aos meus avós.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Como é linda a puta da vida.



"O momento e o tempo estão tão ligados como o nosso coração e a nossa alma. Tenho a certeza que todos os dias somos visitados por lembranças do muito que nos pode acontecer, do pouco que sabemos e do pouco tempo que temos para ficar com uma pequena ideia do que tudo isto é. "MEC

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Ontem, Hoje e Amanhã

O dia de ontem foi um bocadinho para o nosso. Um bocadinho para aproveitar a companhia um do outro que até essa tem sido difícil de conseguir. A maneira como me amas, descansa-me. Respeitas cada passo meu, cada bocadinho. A tua paciência ao veres-me apreciar cada coisinha de que gosto, e tu sabes. O dia de hoje foi só meu. Dormi o quanto queria, ou pelo menos um quanto daquilo que precisava. Não perdi tempo comigo, ganhei. Li um livro de 300 páginas, e jantei a salada que tanto me apetecia. Tão suficiente para me fazer feliz. Amanhã estarei entre amigos. E assim sou feliz. Três dias, e três dias recheados com as coisas, ou melhor, com as pessoas que tão felizes me fazem!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Gestos soltos, Palavras perdidas, Coração orientado.

Sei lá. Não preciso de uma justificação para gostar. Não preciso de justificar nem a mim, nem a ninguém, que gosto de ti. Gosto de ti. Gosto muito de ti. É difícil admiti-lo. Eu que sou assim, eternamente apaixonada por tudo, e ao mesmo tempo por nada. Sou inconstante. Sou forte emocionalmente. Tão quente para o mostrar, tão fria para o dizer. Para te dizer. A ti, em especial.
Deixo-me andar, feliz pelo trabalho, contente com o sorriso. E apareces tu. Tu que não satisfeito com o tão pouco que é tanto, arranjas mais, dás mais. Consegues mais, vais mais. Caminhas. Além. Chegas a mim. Ofereces-me a rosa, que raramente é vermelha. Mas hoje foi. Fazes-me perder as manias, as manias de que não gosto disto, de que não gosto daquilo e trazes-me croissant de alfarroba, e eu esquisita, e eu a medo, provo, como, e gosto. E aconchego-me também com os brigadeiros e com os macarons que amorosamente deixaste. Dás sem esperar outra recompensa para além do meu sorriso. Aquele que tu gostas, e aquele que dou sem dar por ele. Porque afinal, não há mesmo justificação. Mas gosto de ti.

sábado, 7 de junho de 2014

Há horas de Nostalgia.

Passar pela Casa de Saúde de Coimbra, e lembrar-me que foi ali, que há quase 7 anos, ouvi o teu coraçãozinho bater pela primeira vez ampliado vezes sem fim. Uma vida ali, que mudou a minha. Para sempre. Minha G.


sábado, 31 de maio de 2014

O coração já bate com liberdade!

Tive consulta à dias, e confesso que o coração batia mais acelerado, mas em simultâneo, mais paradinho pela moleza da preocupação. Houve um primeiro pedido de ressonância magnética crânio encefálica. Depois dessa, tive consulta de outra especialidade, e o pedido de  RMN CE, foi reforçado. Depois de dois pedidos, e entre uma e outra aceleração do ritmo cardíaco, lá marquei o exame. A preocupação foi crescendo. E hoje chegou o dia! Alguma agitação à chegada da Clínica, um bocadinho mais de tranquilidade quando comecei a falar com o médico, e totalmente descansada no final. Perdi a conta ao tempo em que estive no exame, perdi a conta ao número de pensamentos que me foram passando pela cabeça. No final do exame, a primeira pessoa que vi, foi o Dr. César que me levantou a mão e sorriu com o olhar. Descansou-me de tudo quanto se desconfiava. Sim, hoje foi o dia em que o coração bateu novamente com liberdade!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

De Homem para Homem!

(…) quando uma mulher te pedir que a abraces não julgues que é coisa pouca, quando uma mulher te quiser abraçar é porque alcançaste um nível superior nisso de uma mulher te querer bem, não o menosprezes, não confundas um "abraça-me" com um "quero saber a que sabe a tua língua", são coisas diversas. (…) não te disperses com carícias em lóbulos de orelha nem com dedos entrelaçados no cabelo dela, trata-se de um abraço, (…) trata-se de a segurares de uma forma única, a meio caminho entre a suavidade e a firmeza, depois deixa que a cabeça dela encontre posição no teu ombro e depois, só depois, trata de encostar o teu coração ao dela, finalmente, (…) não digas nada, aprecia o momento, abraçar uma mulher porque ela te pediu é coisa que pode não voltar a acontecer-te.”