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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

domingo, 19 de abril de 2015

[Faz de conta] As melhores histórias não têm fim. ♥

Deslizei da minha cama para a vossa. Bem sei avô, que daqui a nada (muito pouco) vais ter que te levantar. É muito cedo, mas mais cedo ainda consegui eu esgueirar-me para o vosso meio. Agitei-vos a madrugada. É o único momento em que a atenção é toda minha. Parecemos poucos, mas para estes efeitos, somos muitos. Reclamo a vossa atenção entre uma e outra parvoíce minha. Já chegou a hora de te levantares avô. O relógio não deu qualquer tipo de alerta, mas ao de leve olhaste os ponteiros, e tu próprio sentes a hora certa da obrigação. A avó fica mais um bocadinho comigo. Ocupo agora o teu lugar na cama. Só até serem horas dela ir meter o café ao lume. A avó já me tem. Já me aconchegou contra ela. E eu olho-a. Ela é bonita avô. Sei porque a escolheste. Os teus olhos e o teu coração não te enganaram. Até a dormir ela sorri.
[As melhores histórias não têm fim.]

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

[ao que é visto pelos olhos do coração...]

A imprevisibilidade dos dias, é talvez a maior previsibilidade que temos sobre eles. É esta a magia de dormir. Acordar. Sorrir. Abraçar. Os meus. Aqui. Hoje. ♥

terça-feira, 29 de julho de 2014

Guardo qualquer coisa aqui.

Tenho saudades. Todos os dias tenho mil e uma saudades. Da pessoa. Da palavra. Da palavra dessa pessoa ou não. Do Sorriso. Do creme que lhe hidrata a pele. Da pele dessa pessoa, ou talvez de outra qualquer. Do cheiro do que tu cozinhas. Da maneira que tu amas. Da maneira de amar dessa pessoa, ou talvez de qualquer outra. Da maneira como adormeces e me deixas dormir. Da maneira como TU me dás saudades ou qualquer outra dá. ♥

quarta-feira, 2 de julho de 2014

E o que é que eu fazia se tivesse crianças a cargo?

Hoje estou com tanto sono, que até para me deitar a mim própria, estava com preguiça. Quase que desejei não ter que ser eu a lavar os meus dentes e quase que embarcava numa de dormir vestida se a roupa fosse suficientemente confortável só para não perder tempo com os protocolos.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

2- Cinema em Dia - Godzilla



Queria ser simpática e dizer, sim sim, gostei muito ao ponto de adorar, e vós ides ver também que são capazes de ficar com a mesma opinião. Por incrivel que pareça, ou até mesmo impossível, adormeci pouco depois do intervalo e não houve godzilla que me acordasse!

terça-feira, 13 de maio de 2014

Taras, Manias e Coises dos Vizinhos

Uma pessoa nem é de dormir muito, mas também não é de dar parte fraca e dizer que está a morrer de cansaço, mesmo que o esteja. Tendo em conta os ultimos dias, tenho mesmo que admitir que o estou, até porque o impossível era, acreditarem no contrário. Deitei-me para dormir, porque aliás, destinei a minha segunda a isso mesmo. Os vizinhos, certamente com um elevado défice auditivo, ligam a televisão no máximo que esta dava (com toda a certeza). Os vizinhos não tinham com toda a certeza uma única roupinha lavada que se vestisse, e foram máquinas e máquinas dela a lavar. Os vizinhos deviam ter uns quantos familiares na terra, ou no estrangeiro, com que não falavam há meses, e foi todo um telefonema demorado, com umas quantas vezes repetidas "A ligação não está grande coisa!". Os vizinhos desconhecem a campainha, e acham toda uma graça a ir falar com as pessoas à janela, lá de cima, cá para baixo. Obrigada vizinhos por tamanho sono reparador!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

É sobre amor? Sim. De (mãe)drinha.

Cheguei de leve ao pé de ti, hoje, enquanto dormias. Depressa te apercebeste de mim, e pediste o meu colo. Dei sem exitar. Agarraste-te a mim, como se eu fosse a tua âncora de protecção. Senti-te quente. Tapei-te, aconcheguei-te e deixei-te sossegar encostada a mim. Eu sei, é só febre, mas tu és minha e eu sou uma piegas. Pequena G. gosto de ti como gosta gente grande!



quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ai o horror. O horror. O horror.

Hoje tenho as maiores olheiras de todo o sempre. Desde que sou menina para isso, que estas olheiras são as maiores de que há memória. Cada vez que sorriu, sinto o embate dos lábios, nos olhos. O horror. O horror. O horror.

terça-feira, 25 de março de 2014

Lá se foi o meu lado diva!

Se ser diva, é dormir cerca de 13 horas ou mais, não faço ideia do que isso possa ser! Resta-me ter esperanças no Snickers.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Bela(ou não)Adormecida.

Entre cores-de-rosa, pijamas polaresenadaatraentes, cobertores e bonequinhos-a-mostrar-o-meu-lado-acriançado, sinto o corpo a descer, a cair sobre o conforto e o calor da cama. Os miminhos a tranquilizarem-me, e o sossego a apoderar-se de mim (tento esquecer, que amanhã, ao contrário do que é costume, tenho que ir trabalhar).

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

sábado, 26 de outubro de 2013

Falando de irmãos #3

Não, é que é impossível dormir uma sesta descansada quando se tem irmãos mais velhos por perto. Ainda só passavam 2 horas e meia da hora que eu tinha adormecido, quando sinto uma festinha na cara a querer acordar-me. Claro está,  o meu irmão.  Só parou quando eu o olhei com os olhinhos de bambi acordado. Foi meiguinho,  mas não deixou de ser mauzinho!  Uma pessoa trabalha no duro a semana toda e quando finalmente descansa, é isto! Cof cof!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Também fiquei sem emissão!

Sabemos que acordámos cedo de mais, quando alguns dos canais de televisão dizem "Sem Emissão" ; "Voltamos às 10h30." E pronto, enrolamo-nos em 110 cobertores, e tentamos voltar a dormir! Ficarei também eu, sem emissão.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Assim ninguém vota senhores!

Quer dizer, uma pessoa dorme mal, prolonga a estadia na cama, para descansar, porque uma pessoa precisa. E a meio de uma dormida à pressa, onde se espera que se durma bem, e tenha bons sonhos, a meio de um desses belos sonhos, passa a bela da música da campanha política de um qualquer partido. E a minha pessoa, acorda.  E o descanso vai por água a baixo.

sábado, 3 de agosto de 2013

Tractor ou monstro insensível...

Dias imprevisíveis. Quer dizer, mais imprevisíveis que o normal. A coisa estava mal parada de manhã, deixei-me dormir. Num conforto sem fim, no conforto do amaciador dos cobertores, dos lençóis. Só eu sei o quanto eu gosto dessa sensação. Acho que se me lembrasse do que sentia quando estava ao colo da minha mamã, a sensação era exactamente a mesma. Vá, já descambamos do importante. Almocei em família,e isso agrada-me, é isso que faz uma parte de mim, feliz, e por cá andei. Três anos antes deste agora em que nos encontramos, devido a problemas de saúde, fui impedida pelo médico de andar de bicicleta. Na altura ele disse-me para acabar com isso. E uma parte de mim, interiormente, sorriu, nunca gostei disso, sempre fui o maior dos tractores nessa arte de andar de bicicleta, e a maior das bestas insensíveis por não perceber a arte que dois pneus, um guiador e um selim têm. A curto prazo, pareceu-me tão bem, agora os tempos passaram, e se calhar, por realmente o mais proibido ser o mais apetecido, a vontade de andar de bicicleta apareceu. Eu pedia, implorava para que me deixassem andar de bicicleta, como uma criança de dois anos pede um chupa na mercearia, fazia olhinhos, esperneava, e nada resultava. Hoje fui grande, tão grande! Disse ao meu pai que ia sair, disse onde ia, como ia. O papá sempre mais tolerante que a mamã pelo menos no que toca ao momento, consentiu que eu lá fosse, estrada fora, e ficou a ver-me. Acho que como se fosse a primeira vez que eu andava de bicicleta. A mamã não soube, avisei-a só de que não viria lanchar e para não se preocupar, que caso não aguentasse não saber de mim, perguntasse ao meu pai. Ele saberia. Estrada fora, fui sozinha, hoje sem fones, nem nada, achei que como precaução, ao menos o telemóvel. Pelo sim, pelo não, não vá alguma das bruxas do costume ver-me e eu ficar apeada no caminho. Cheguei ao destino, e parei na casa certa para lanchar, e que bem que me soube. Leitinho com café, brioche com manteiga, pão com queijo e fiambre e ainda um buraquito ou outro que estivesse por preencher, foi preenchido com gomas. Umas quantas conversas, uns álbuns bem antigos, e uns vestidos de casamento depois, pés à bicicleta, e estrada fora até casa! Está tudo bem. A mamã reagiu bem ao facto de eu ter fugido à prescrição médica. Mas só desta vez, diz ela!
Já que não tenho fotos bonitas do lanche de hoje, nem da minha bicicleta, deixo-vos com a foto da última "Pasteleira" que fotografei. Bem tratadinha, e uma pena não ser minha, Acho-a um charme!