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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

As mudanças são boas e apetecem-me.

Andam a apetecer-me mudanças. As mudanças são boas e a mim apetecem-me mudanças em geral.
Mudei o corte de cabelo e o perfume esta semana. A seguir já mudava o roupeiro porque a roupa vai numa perfeita pelintragem do agora apetece-me tudo, e do depois já não me apetece nada. Ah. E hoje é Verão e amanhã já não. Adiante. Apetece-me mudar a casa também. Assim numa de clean, lixava os móveis todos e pintava-os de branco. Trocava aquela parafernália de cores que já gostei de ver combinadas um dia por tons neutros como pérolas, brancos, bejes e também uns camel. Não sei se esta última é considerada neutra, mas passa a ser para mim porque as mudanças são boas e apetecem-me. Assim como não posso mudar a casa toda de uma vez como quem estala os dedos ou assobia para o ar, vou começar pelo quarto. Primeiro talvez sejam os candeeiros, ou então primeiro talvez sejam as almofadas e o edredão. É, talvez seja qualquer coisa. Desde que mude. E que goste.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Espécie de desabafo das coisas que eu sei lá.

Lembrei-me das roupas do Outono/Inverno do ano passado, mas as deste ano também já começaram a chegar aos armários cá da casa. Não gosto das lojas quando são metade saldos, 1/4 nova colecção, e 1/4 coisa nenhuma. Nessa altura fico enjoada das compras, e as minhas idas ao centro comercial restringem-se ao piso da restauração ao restaurante chinês lá do canto, ou ao japonês do meio. Agora que a coisa virou 100% para nova colecção, difícil está em decidir o que é que pode ou não vir viver cá para casa porque estou um pouco para o deliciada com os trapos daqui, dacolá e um pouco de cada sítio que há. Sou menina para vos massacrar com umas quantas coisas que não vivem cá em casa, mas deviam (e podem vir a viver).

[estado de metamorfose]

Desejei que o frio da noite se mantivesse de dia. Lembrei-me das roupas de Outono/Inverno do ano passado e desejei vesti-las todas hoje. O que se fosse possível ou eu capaz, iria equivaler ao boneco Bibendum. Sei lá, uma espécie de conforto que durante o inverno e os meses de frio nos fartamos, mas que quando são apenas os primeiros dias, desejamos. Apetecia-me perdida nas lembranças, contar os pingos da chuva que batiam na janela e embaciavam a minha vista sobre o Mondego. Quando o café nunca está quente de mais, e a vontade de permanecer enrolada como um ouriço cacheiro em casa se sobrepõe a tudo o resto, é oficialmente tempo de nos deixarmos de lérias e achar que o Verão ainda volta. Vamos aceitar o tempo frio.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

☁ ☂

Acontece que não me apeteceu estar com dilemas de vestimenta por causa do tempo, e hoje mesmo ainda antes de ver o "tempo lá fora", escolhi a roupa, e fui inflexível à mudança. Manga comprida, calças, e botas nos pés. E debaixo deste Céu, fui feliz.


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Como é que um Ser tão pequeno faz amar tanto?

Tenho saudades da minha a(filha)da. Já não tem aquele cheiro a bébé. Mas é sempre a minha bébé. Já sabe tantas coisas. Tantas que eu não lhe ensinei. E é tão bom! Já sei do que gosta. É vaidosa! Tenho que lhe prestar contas do que visto, dos penteados que faço, e da maquilhagem que uso como nunca prestei a ninguém. Um aniversário tem que ter bolo. Uma festa tem que ter uma roupa "chira"(gira). Os brinquedos e os doces têm que ser partilhados. E eu partilho o meu amor por ela, com tantas outras pessoas, mas confesso que me dá vontade de ser egoísta. ♡




domingo, 20 de julho de 2014

Este Verão eu Já.

Comi melancia. Andei com a barriguinha de fora. Apanhei sol. Cheirei a protector solar. Comi gelados. Usei perfumes frescos. Calcei sandálias. Amei. Ganhei o meu primeiro ordenado. Recebi flores. Comprei roupa nova. Li vários livros. Bebi água de coco. Fui feliz. Fiz feliz. ♥

quarta-feira, 2 de julho de 2014

E o que é que eu fazia se tivesse crianças a cargo?

Hoje estou com tanto sono, que até para me deitar a mim própria, estava com preguiça. Quase que desejei não ter que ser eu a lavar os meus dentes e quase que embarcava numa de dormir vestida se a roupa fosse suficientemente confortável só para não perder tempo com os protocolos.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Eu, os Apartamentos, e as Coisas.

Sim, já me queixei da falta de espaço para estender a roupa nos apartamentos, já me queixei da falta de espaços abertos, e para já, vou queixar-me de mais uma coisa. Quando me lembrar, quando quiser, ou quando me apetecer, vou queixar-me de outra. Nisto dos apartamentos não há queixas que acabem! Para mim, que gosto da liberdade dos espaços verdes, dos que têm flores plantadas a nosso gosto, dos que têm árvores com fruta suficiente para nós, e de colher as ervas aromáticas na hora de serem usadas, os apartamentos são outra dor de cabeça. Como (in)felizmente passo a semana afastada do que posso considerar a minha casa de campo, quero cada vez mais aproximar a minha "casa da cidade" à minha zona de conforto. Comecei feliz da vida, com os vasos em tons de branco, queria uma cor neutra, para que não tivesse que combinar com isto, para que não tivesse que combinar com aquilo, porque assim, combina com tudo. Muitas suculentas plantadas. A crescer de bem com a vida. Viradas para o sol e a darem rebentos. Depois dos brancos, já arrisquei nos vasos cor-de-rosa para dar um ar de que não fica bem aqui nem em lado nenhum que seja meu, mas eu gosto deles e quero-os. Muitas margaridas plantadas. Agora, chegou a vez das ervas aromáticas, plantadas em vasos de barro, estes sim, giros e intemporais em qualquer espaço. Resta-me esperar que nasçam e que as possa colher na hora de as usar! Com a minha zona de conforto cada vez mais próxima, já só me faltam umas árvores de fruto aqui, para que esta seja o mais parecida possível.

O perfume do meu abraço.

Volto sempre aos cheiros. Volto sempre a incidir onde e como já fui feliz. E na verdade, não voltamos todos? Sou sensível a cheiros, a perfumes. Sou complicada, sou sensível a cheiros mais fortes. O perfume tem que durar na minha pele, mas não me pode estar constantemente a bater no olfacto e a lembrar-me que lá está. A minha roupa tem que ter o cheiro a amaciador, tem que ter a suavidade e a frescura da roupa lavada, mas sem que o cheiro seja mais forte que o da minha própria pele. Os meus cremes, têm que ter a textura de protecção que eu gosto, mas não o cheiro que me deixa impaciente. Durante anos, o cheiro dos meus abraços eram a perfume da Ralph Lauren, e a creme de rosto da Mustela. Aos 12, aos 14, aos 16 e aos 18, eram estes os cheiros que me acompanhavam nos abraços, que marcavam momentos e histórias, que me confundiam com os meus bebés. Com saudades deste bocadinho de bebé em mim, deste cheiro que me traz felicidade, e não me chateia a alma, voltei a ele. Estou aqui embevecida pelo conforto da minha pele, expectante quanto ao novos momentos em que este me acompanhará.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Há dias que são verdadeiras maratonas!

Sim Sim. Hoje corri mais que em algumas maratonas daquelas a sério. Daquelas onde corre gente grande, por desporto, por gosto ou por uma causa em especial. Vai que hoje me fartei de correr por estas lides. Por estas coisas que ao que parece têm que ser feitas. Pensamento neste momento a esta hora:"Estás com sorte. Esta semana está a chegar ao fim." Depois do dia de trabalho: Faz jantar. Faz duas máquinas de lavar roupa. Lava a loiça. Compra vasos novos e muda as ricas das plantas que teimam em ficar com as raizinhas atrofiadas por estarem à tempo de mais à espera de serem mudadas. Estende a roupa. Faz a reciclagem. Arruma a roupa. Deita-te e descansa! Amanhã corremos de novo.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Taras, Manias e Coises dos Vizinhos

Uma pessoa nem é de dormir muito, mas também não é de dar parte fraca e dizer que está a morrer de cansaço, mesmo que o esteja. Tendo em conta os ultimos dias, tenho mesmo que admitir que o estou, até porque o impossível era, acreditarem no contrário. Deitei-me para dormir, porque aliás, destinei a minha segunda a isso mesmo. Os vizinhos, certamente com um elevado défice auditivo, ligam a televisão no máximo que esta dava (com toda a certeza). Os vizinhos não tinham com toda a certeza uma única roupinha lavada que se vestisse, e foram máquinas e máquinas dela a lavar. Os vizinhos deviam ter uns quantos familiares na terra, ou no estrangeiro, com que não falavam há meses, e foi todo um telefonema demorado, com umas quantas vezes repetidas "A ligação não está grande coisa!". Os vizinhos desconhecem a campainha, e acham toda uma graça a ir falar com as pessoas à janela, lá de cima, cá para baixo. Obrigada vizinhos por tamanho sono reparador!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O momento áureo de Domingo: Futebol para totós!

Depois de amadrinhar a criança, numa missa que demorou uma infinidade de horas (na verdade deve ter durado 1,30h, mas a mim pareceram-me 3h), foi o momento de usufruir da companhia daqueles que são para mim, a familia que me foi dada a oportunidade de escolher. Com a azafama do fim-de-semana, que eu avisei logo com antecedência que ia começar no Domingo e que não estava a ser precipitada quando o dizia. De facto, conferiu. Antecipou-se e começou logo no Sábado! Mas adiante. O Domingo teve aquela agitação de se precisar de descansar, mas ao mesmo tempo não se estar descansada. Precisei de tratar da minha roupa e das minhas tralhas, para duas semanas. Sim, vão ser duas as semanas que vou estar sem ir a casa, e quando chegar a ir, será para mais um casamento(Eu avisei!). De maneira que com o arranja, e o arranja roupa e o arranja tralhas e o a arranja cabelos, uma pessoa apesar de saber que o Benfica ia jogar, nunca mais se lembrou de ir ao site do Benfica Oficial espreitar a que horas é que este jogava. Já na companhia da familía, e para começar a lanchar, chega o J. do café e diz que o Benfica está a jogar como nunca, cheio de força. Eu, na minha inocência, pergunto:
 -O Benfica está mesmo forte?
 -Está. Até já ganha. Mas ainda nem começou a jogar!

  (J. ficou a promessa da camisola oficial do Benfica, com o meu nome.)

quarta-feira, 12 de março de 2014

De: caraças, e para: caraças! Parte 1 (Ficam a contar que assim, tem pelo menos, mais uma)

Está um sol bom, de caraças! Está calor, para caraças! Tenho vontade de andar a pé, de caraças! Tenho vontade de comer chocolates, para caraças! Tenho uns desejos, de caraças! Tenho vontade de ouvir passarinhos, para caraças! Tenho vontade de ver andorinhas, de caraças! Quero aquela Primavera linda, de caraças! Roupas leves, para caraças! Roupas coloridas, para caraças! Sapatinhos lindos, para caraças! Cores lindas, de caraças! Caraças!

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

São Festas! #7

O Natal, o meu Natal, aquele que eu apelidei de dia das prendas para que me pudesse abstrair da época pelas saudades e pela tristeza que me tem trazido, principalmente nos últimos anos, veio a revelar-se uma festa. Uma verdadeira festa (Não com a felicidade toda.) em que não contava a roupa, nem os presentes. Contou a família, e os amigos. E a casa tão cheia. Sem contar, juntámo-nos todos, aqui, na minha casa, onde antes, durante anos a fio, nos encontrávamos propositadamente. Foi até a cabeça doer, de tantas vozes em simultâneo, foi até a confusão ter mais voz que a televisão. Foi até o meu rosto ter mais felicidade que alguma vez teve nos últimos anos. Os três. O meu corpo sentiu os abraços mais quentes, os beijos mais repenicados, e os elogios mais carinhosos.


















sábado, 2 de novembro de 2013

Querido povo que lavas no rio...

Espero que tenhais mais sorte que eu ao lavar a roupa à mão, pois eu, não tenho futuro nesta profissão! Desculpem lá a rima, com falta de originalidade e muito pouco, ou nada engraçada. Mas é verdade. Sempre que lavo roupa à mão, daquela que não pode de todo ir à máquina de lavar, e estou na presença da minha mãe, ouço o seguinte:
- Não te esqueças de tirar bem a espuma da roupa!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Vamos às mudanças!

Não é Outono, pelo menos hoje não o foi. Oficialmente começou ontem. Mais precisamente às 20h44min dizem eles. Que precisão. Deve ser britânica como a pontualidade! A verdade é que apesar de não se sentir o Outono, continuar calor, e tudo e tudo, eu vou mudar o recanto todo para coisas Outonais. Até porque já me apetece que assim seja(agora uns quantos de vocês vão desejar-me a morte)! Eu sei, sei que ainda há muitos planos por aí para o fim-de-semana, para o resto dos dias da semana, mas pronto, já me apetece libertar apenas das t-shirts e usá-las com um casaco ou algo mais quentinho ainda. Apetece-me ter os meus "desejos" de coisas quentes, os meus "pedaços de Outono". E se olho muito para o roupeiro, e as temperaturas começam elevadas, ainda tenho que me desgraçar mais um pouco numas coisas mais frescas, porque ao que parece, não tenho assim tantas quanto pensava para vestir todos os dias (Oh que coitadinha. Pobre de mim. Desgraça! Horror de vida.) Umas infinidades de coisas caso eu tivesse tendência a ser pessimista e de um dedo fazer um braço.