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quinta-feira, 10 de setembro de 2015
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
[destas coisas que a noite nos traz...]
Quando a vida nos tem que dar, ela dá. Quando a vida nos tem que tirar, ela tira. E nunca a vida nos tira mais do que aquilo que nos dá. Boa noite. ★
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
[...o que é]
"O que é o pensamento senão o local onde vivemos as melhores experiências da nossa vida?" ♥
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Há dias que são verdadeiras maratonas!
Sim Sim. Hoje corri mais que em algumas maratonas daquelas a sério. Daquelas onde corre gente grande, por desporto, por gosto ou por uma causa em especial. Vai que hoje me fartei de correr por estas lides. Por estas coisas que ao que parece têm que ser feitas. Pensamento neste momento a esta hora:"Estás com sorte. Esta semana está a chegar ao fim." Depois do dia de trabalho: Faz jantar. Faz duas máquinas de lavar roupa. Lava a loiça. Compra vasos novos e muda as ricas das plantas que teimam em ficar com as raizinhas atrofiadas por estarem à tempo de mais à espera de serem mudadas. Estende a roupa. Faz a reciclagem. Arruma a roupa. Deita-te e descansa! Amanhã corremos de novo.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Mão à palmatória!
Acho que sim, acho que tenho que dar a mão à palmatória. Não fui feita, criada, ou concebida, para estar oito horas por dia, aqui. Não aqui em particular, mas em locais fechados em geral. Não estou para aqui a crepir mágoas, ou a ser mais uma de mal com a vida. A verdade, é que os últimos dias me têm dado que fazer(não me estou a queixar disso), e me têm dado que pensar. E entre uma e outra, só consoante os dias, é que a morte que assumem se diferencia. Acho que fui feita para mais do que estar aqui. Aqui ou em qualquer outro lugar, em que seja preciso estar apenas na frente de um computador. Fui feita, criada, ou concebida, para estar diante gente que quer falar, diante gente que quer sorrir, diante gente que quer fazer pela vida, ou da vida, uma vida mais feliz. Gente que a feliciade dos outros não os incomoda, que o pensamento dos outros não as chateia, e a música dos que os rodeiam, não lhe fazem doer os pés. Sim, os pés!
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