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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A felicidade não tem que estar na realidade. Só tem que existir em nós.

Chove lá fora e na esperança de que sejam estrelas, aconchego-me cá dentro. [A felicidade não tem que estar na realidade. Só tem que existir em nós.]

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Por existir mais um dia na história da minha vida.

Gosto muito da vida e destes dias de viver. Destes dias passados em caminhos que nunca irei decorar e com pessoas que gostei de conhecer. Gosto de ver o dia acordar e sentir-me acordar antes dele, gosto de ver o dia deitar, e eu deitar-me muito depois dele. Como num namoro por turnos. Sem horas para nos vermos, nem local. Quando o vi deitar-se pedi licença e corri à rua para lhe dar um beijinho de boa noite e agradecer existir mais um dia na história da minha vida. Este em especial.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Ah! As férias. Abraçar as terras de outrem.

Andei em terras de ninguém. Mas no fundo, de cada um que se predispõe a aprender a amá-las. Todos aprendem. E eu aprendi. Eu amei. Bebi cada lufada de ar puro. Comi com os olhos cada ponta de verde que me envolvia como cobertor que protege o calor da alma. Fechei os olhos e adormeci. Ao som do silêncio. Esqueci-me de que tenho medo. De que o meu medo é por tudo, de que o meu medo é por nada. Abracei cada criador meu. Senti-lhes a felicidade, e a ausência de remorsos por estarem a gastar o fruto do trabalho deles. Senti um tempo só nosso, apesar de um tempo rápido. E uma vontade, uma vontade de que estes sejam os momentos eternos. 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Mais um bom dia para uma tarefa tão importante!

Queria mostrar-vos o conforto que estou a sentir enquanto tomo o pequeno-almoço e um raio de sol incide na mesa, mas não há nenhuma fotografia que o consiga passar. Mais um bom dia para sermos felizes. ♥

domingo, 12 de outubro de 2014

[...a cores]

É bom sentir que uma semana depois, a minha casa volta a uma normalidade, (embora que relativa). Relativa porque acho que se fôssemos eticamente normais, de alguma patologia havíamos de sofrer. A minha casa é isto. É ter uma normalidade relativa, mas feliz, mas saudável. São projectos para quatro. Obrigada à família cá de casa. ♥

sábado, 4 de outubro de 2014

Hoje queria que fosse um destes dias!


Hoje apetecia-me ser esta criança. Acordar mimada e a fazer birra pela roupa que a minha mãe me queria vestir, e no fim de tantas lágrimas de birra tomar o pequeno almoço. Gostava de correr para o colo dos meus avós e dizer-me cheinha de fome para tomar outro pequeno almoço. Cevada com açúcar. Com tanto açúcar. Queria depois assobiar, bater palmas, dançar, estalar os dedos e rir. Rir muito. Porque afinal ser criança, é isso. Isso mesmo. Rir porque a nossa alma são sorrisos. São cores vivas e felicidade. Não são auras tristes, nem preocupações.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Como é que um Ser tão pequeno faz amar tanto?

Tenho saudades da minha a(filha)da. Já não tem aquele cheiro a bébé. Mas é sempre a minha bébé. Já sabe tantas coisas. Tantas que eu não lhe ensinei. E é tão bom! Já sei do que gosta. É vaidosa! Tenho que lhe prestar contas do que visto, dos penteados que faço, e da maquilhagem que uso como nunca prestei a ninguém. Um aniversário tem que ter bolo. Uma festa tem que ter uma roupa "chira"(gira). Os brinquedos e os doces têm que ser partilhados. E eu partilho o meu amor por ela, com tantas outras pessoas, mas confesso que me dá vontade de ser egoísta. ♡




quinta-feira, 31 de julho de 2014

Break a Leg!

Comecei a manhã a ler mensagens exactamente com este conteúdo: "Break a Leg". Talvez no mundo do teatro a palavra fosse outra menos soft afirmavam as pessoas que as enviavam. Mas a mensagem foi transmitida. Cada um com a sua maneira de ser, cada um do seu jeito único, respeitaram o meu pedido de não estarem presentes e a minha vontade de não saberem as horas. Felizmente, apesar de tanta exigência da minha parte, nunca o de me esquecerem. E foi assim que no meio de uma semana de trabalho, uns dias de ausência no mundo, muito cansaço, grandes olheiras, e algumas angustias, se concluiu uma etapa de 5 anos! Daquelas mesmo importantes. Daquelas em que tenho a certeza que o "para sempre" impera! Um mestrado concluído, e uma vitória entregue a quem de direito.


E um Obrigada a todos quantos acreditaram!


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Quantos sonhos pode um corpo incluir?

"Quantos sonhos pode um corpo incluir?
Para ver a tua pele há que fechar os olhos, cerrá-los mesmo...O segredo da felicidade é perceber que há tanto para fazer antes de esperar que a vida faça o resto. Há que procurar tudo o que é procurável e descobrir o que nem sequer pode ser descoberto. E depois, só depois, aguardar o instante em que a vida mostra o que vale. O quanto nos vale.
Quantas vidas vale o teu abraço?"

sábado, 5 de julho de 2014

Eu, o Amor, e a Feira Popular.*

Bastas-me tu. Mas posso conjugar-te com a felicidade no meu olhar. Deste-me a mão, e levaste-me à Feira Popular. Fizeste-te adulto, e fizeste de mim a criança a teu lado. Não me pediste que andasse nos carrosseis contigo. Sabes o medo que tenho. Mas sabes também a gulodice de uma criança e a magia de uma Feira Popular com pipocas e algodão doce. Tu conheces a grandeza da simplicidade dos pormenores em mim.

*"Coisas simples são sem dúvida o melhor da nossa vida..."

sábado, 7 de junho de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

O perfume do meu abraço.

Volto sempre aos cheiros. Volto sempre a incidir onde e como já fui feliz. E na verdade, não voltamos todos? Sou sensível a cheiros, a perfumes. Sou complicada, sou sensível a cheiros mais fortes. O perfume tem que durar na minha pele, mas não me pode estar constantemente a bater no olfacto e a lembrar-me que lá está. A minha roupa tem que ter o cheiro a amaciador, tem que ter a suavidade e a frescura da roupa lavada, mas sem que o cheiro seja mais forte que o da minha própria pele. Os meus cremes, têm que ter a textura de protecção que eu gosto, mas não o cheiro que me deixa impaciente. Durante anos, o cheiro dos meus abraços eram a perfume da Ralph Lauren, e a creme de rosto da Mustela. Aos 12, aos 14, aos 16 e aos 18, eram estes os cheiros que me acompanhavam nos abraços, que marcavam momentos e histórias, que me confundiam com os meus bebés. Com saudades deste bocadinho de bebé em mim, deste cheiro que me traz felicidade, e não me chateia a alma, voltei a ele. Estou aqui embevecida pelo conforto da minha pele, expectante quanto ao novos momentos em que este me acompanhará.