Andam a apetecer-me mudanças. As mudanças são boas e a mim apetecem-me mudanças em geral.
Mudei o corte de cabelo e o perfume esta semana. A seguir já mudava o roupeiro porque a roupa vai numa perfeita pelintragem do agora apetece-me tudo, e do depois já não me apetece nada. Ah. E hoje é Verão e amanhã já não. Adiante. Apetece-me mudar a casa também. Assim numa de clean, lixava os móveis todos e pintava-os de branco. Trocava aquela parafernália de cores que já gostei de ver combinadas um dia por tons neutros como pérolas, brancos, bejes e também uns camel. Não sei se esta última é considerada neutra, mas passa a ser para mim porque as mudanças são boas e apetecem-me. Assim como não posso mudar a casa toda de uma vez como quem estala os dedos ou assobia para o ar, vou começar pelo quarto. Primeiro talvez sejam os candeeiros, ou então primeiro talvez sejam as almofadas e o edredão. É, talvez seja qualquer coisa. Desde que mude. E que goste.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Dentro das nossas paredes, só nós sabemos.
Independentemente da idade, sonhamos com principes e princesas. Gostamos de ver desenhos animados. Encostamos no colo de quem nos quer bem. Sentimos o calor da protecção e o perfume das roupas. Deixamo-nos levar por cojugações ineberiantes e exigimos no silêncio do coração que os momentos sejam eternos. Pedimos que a chuva caia, que permaneçamos todos juntos na mesma casa e que o nosso coração bata. Bebemos leite quente. Pedimos tranças no cabelo e somos Rainhas de Arendelle. Somos tão felizes.
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
[Acredito em finais felizes]
Sabem a casa onde viveram durante mais de 60 anos? Sabes avó a casa que já era do teu pai? Aquela onde criaste o teu irmão como se teu filho fosse quando a Guerra quase o levou. Sabes avô aquela onde entravam todos os dias dezenas de pessoas à tua procura? Aquela onde tu viste os teus filhos crescerem. Sabes avó aquela cafeteira já negra de tanto uso? Aquela onde tua fazias a melhor cevada que eu alguma vez bebi. Sabes avô aquele jardim que tu mantinhas florido todo o ano? Aquele onde delimitavas o espaço com canas para eu não estragar uma única flor. Sabes avó aquela broa frita que tu me fazias com a broa que sobrava? Aquela que eu nunca comeria se não fosses tu a fazê-la. Sabes avô aquela gamela onde tu amassavas a massa da broa? Aquela que eu tanto queria para brincar como se fosse plasticina. Sabem avós esta casa onde vivemos tudo isto? Onde fomos sempre tão felizes? Não é nada do que já foi um dia. Sabes avó, começou por ruir quando te mudaste da terra para o céu. Sabes avô, ruiu por completo quando chegou a hora de também tu te mudares. Acredito que seguiste as pisadas da pessoa que amaste durante uma vida e acredito em finais felizes.
domingo, 15 de março de 2015
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Casa do Carmo - Lisboa
A Casa do Carmo fica no Largo do Carmo, em Lisboa. É composta por 6 suites, o que torna realmente o espaço tão acolhedor como o de uma casa, e não o de um Hotel.
Em cima, temos a suite "Miradouro do Adamastor", e alguns dos espaços comuns.
Largo do Carmo
Lisboa
966 826 070
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Sabes que estás muito cansada quando.
...chegas a casa, e para abrir a porta, tiras as chaves do teu local de trabalho!
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Destas manias que cada um tem. E que cada um sabe sobre si.
Sempre tive a mania de guardar tudo e mais alguma coisa que me fizesse lembrar determinados momentos. Como se o facto de eu guardar, eternizasse o momento, ou o facto de eu colocar no lixo, o apagasse para sempre.
Tenho dificuldade em desfazer-me das coisas. É a maior verdade. Ponto final.
Tinha ramos de flores guardados desde que sou eu e ele, desde que terminei a Licenciatura, desde que fiz o Mestrado, desde que me lembro de fazer anos e gostar de flores. Pensava para mim nunca ser capaz de desfazer-me deles, porque se o fizesse ia apagar momentos, ia deixar em branco o espaço que preenchiam na minha casa, no meu quarto.
Hoje, acordei com a certeza de que nada mais certo que a cabeça e o coração para eternizar o momento e por isso podia desfazer-me deles. E desfiz. Tenho aquele canto do quarto mais vazio. Mas o coração cada vez mais cheio. Cada vez com capacidade para receber mais. Mais sorrisos da vida.
Acreditem ou não, eram dezenas destes!
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domingo, 12 de outubro de 2014
[...a cores]
É bom sentir que uma semana depois, a minha casa volta a uma normalidade, (embora que relativa). Relativa porque acho que se fôssemos eticamente normais, de alguma patologia havíamos de sofrer. A minha casa é isto. É ter uma normalidade relativa, mas feliz, mas saudável. São projectos para quatro. Obrigada à família cá de casa. ♥
domingo, 14 de setembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
[Assobiando]
Agradecida ao Senhor Taxista que enquanto me trazia do trabalho para casa, assobiou a música My Immortal dos Evanescence do princípio ao fim sem eu ter que pagar um valor acrescido pelo concerto!
terça-feira, 8 de julho de 2014
domingo, 29 de junho de 2014
G de Gostar.
Gosto de famílias. Gosto da minha. Gosto de amor. Gosto de amar. Gosto da minha pequenada. Gosto de beijos babados de ternura. Gosto de abraços que me "astrafegam". Gosto da minha afilhada que não quer o cabelo castanho, nem loiro, quer o cabelo amarelo. Gosto do meu primo que com 10 anos quer ir a raves porque vai gente maluca e é divertido. Gosto dos ciúmes da G. quando pego outra criança ao colo, mesmo que seja a prima. Gosto de ter mudado as fraldas ao G. e dele me ganhar no braço de ferro.
Gosto da casa onde somos felizes e gosto da casa que a G. desenhou.
Gosto da casa onde somos felizes e gosto da casa que a G. desenhou.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Isto é como assim, é como tudo, e é como nada.
Tenho em mim o cansaço dos dias, e de uma anemia tenebrosa que me assola. Ansiei que depois de sair, que depois do meu trabalho feito com gosto e afinco, chegasse a casa e pudesse descansar. Mais uma vez tive a prova de que a vida não o quer de mim. Não quer de mim o meu cansaço, não quer de mim o meu descanso. Não consegui descansar sem que tratasse das respostas aos e-mails que ficaram por dar durante o dia e sem que tratasse de tudo quanto tinha em lista. Tenho o direito de assumir cansaço, e de requerer descanso. Mas tenho muito mais o dever, de corresponder ao orgulho que assumem por quem sou. ♥
[Com o maior Amor, carinho e respeito, agora que alcancei a cama, sinto-me um anjo num conforto imbatível. Obrigada C.]
[Com o maior Amor, carinho e respeito, agora que alcancei a cama, sinto-me um anjo num conforto imbatível. Obrigada C.]
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Report da Cena Dramática. Deve ser o acto II
Vamos então proceder à remoção do quilinho extra que aqui se alojou no lombo. (Já disse que pode ser nas ancas, que para mim é-me igual onde ele está, que o pior mesmo, é ele estar.) Há 4 dias que por aqui se come salada, que se bebe mais água que aquela que alguma só fonte pode conter e se come pão com cereais só com um conduto. Se não formos lá assim, mais vale deixar o quilinho ficar, que é sinal que se sente em casa, e pode até chamar os quilinhos amigos para um arraial na nova casa! Raios parta.
Bom apetite!
sábado, 7 de junho de 2014
Há horas de Nostalgia.
Passar pela Casa de Saúde de Coimbra, e lembrar-me que foi ali, que há quase 7 anos, ouvi o teu coraçãozinho bater pela primeira vez ampliado vezes sem fim. Uma vida ali, que mudou a minha. Para sempre. Minha G.
terça-feira, 3 de junho de 2014
Eu, os Apartamentos, e as Coisas.
Sim, já me queixei da falta de espaço para estender a roupa nos apartamentos, já me queixei da falta de espaços abertos, e para já, vou queixar-me de mais uma coisa. Quando me lembrar, quando quiser, ou quando me apetecer, vou queixar-me de outra. Nisto dos apartamentos não há queixas que acabem! Para mim, que gosto da liberdade dos espaços verdes, dos que têm flores plantadas a nosso gosto, dos que têm árvores com fruta suficiente para nós, e de colher as ervas aromáticas na hora de serem usadas, os apartamentos são outra dor de cabeça. Como (in)felizmente passo a semana afastada do que posso considerar a minha casa de campo, quero cada vez mais aproximar a minha "casa da cidade" à minha zona de conforto. Comecei feliz da vida, com os vasos em tons de branco, queria uma cor neutra, para que não tivesse que combinar com isto, para que não tivesse que combinar com aquilo, porque assim, combina com tudo. Muitas suculentas plantadas. A crescer de bem com a vida. Viradas para o sol e a darem rebentos. Depois dos brancos, já arrisquei nos vasos cor-de-rosa para dar um ar de que não fica bem aqui nem em lado nenhum que seja meu, mas eu gosto deles e quero-os. Muitas margaridas plantadas. Agora, chegou a vez das ervas aromáticas, plantadas em vasos de barro, estes sim, giros e intemporais em qualquer espaço. Resta-me esperar que nasçam e que as possa colher na hora de as usar! Com a minha zona de conforto cada vez mais próxima, já só me faltam umas árvores de fruto aqui, para que esta seja o mais parecida possível.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Sei exactamente o porquê!
Numa só frase, consigo dizê-lo: Sabes fazer-me feliz! Mas não quero ficar só por aqui. Sabes sentir que estou cansada, que me apetece o sossego, e o conforto da minha casa. Sabes entender que apesar da tua importância, que apesar da importância dos dias, o cansaço faz com que pareça que me esqueço. Sabes ouvir quando quero falar sem parar, sabes respeitar quando me quero calar e dizer tudo num só sorriso, num só olhar. Sabes quando preciso de mais que um abraço. Sabes que sou uma mulher eternamente menina, que gosto de ver desenhos animados, que vou ao cinema deprepósito para os ver, e ainda assim, acompanhas-me. Sabes que gosto de brincar como criança, ao mesmo tempo que assumo compromissos de pessoa crescida. Sabes que tanto gosto de coisas complexas, como de coisas simples, as mais simples até. Ontem quando já adivinhavas que eu não sairia da cama para fazer o jantar, apareceste e trouxeste-o, preparaste-o com amor, e meteste a mesa para nós. Apesar dos meus dizeres de dieta, (mesmo que utópica), não ligaste e trouxeste-me Merci, os de chocolate de leite, sabendo tu que os outros não têm um lugar muito especial no meu coração. A flor que trouxeste, tinha pingos da água, tinha Primavera nela, o anjinho que vinha com o intutito de me proteger, fez o papel dele, fazendo-me esquecer do frio, dos dias ou da alma. Sabes realmente, amar-me. E eu sei realmente, agradecer-te por isso!
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Sosego
segunda-feira, 19 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
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