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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

As mudanças são boas e apetecem-me.

Andam a apetecer-me mudanças. As mudanças são boas e a mim apetecem-me mudanças em geral.
Mudei o corte de cabelo e o perfume esta semana. A seguir já mudava o roupeiro porque a roupa vai numa perfeita pelintragem do agora apetece-me tudo, e do depois já não me apetece nada. Ah. E hoje é Verão e amanhã já não. Adiante. Apetece-me mudar a casa também. Assim numa de clean, lixava os móveis todos e pintava-os de branco. Trocava aquela parafernália de cores que já gostei de ver combinadas um dia por tons neutros como pérolas, brancos, bejes e também uns camel. Não sei se esta última é considerada neutra, mas passa a ser para mim porque as mudanças são boas e apetecem-me. Assim como não posso mudar a casa toda de uma vez como quem estala os dedos ou assobia para o ar, vou começar pelo quarto. Primeiro talvez sejam os candeeiros, ou então primeiro talvez sejam as almofadas e o edredão. É, talvez seja qualquer coisa. Desde que mude. E que goste.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Julho está a resolver-se!

Afirmei que Junho foi um mês chato. Abdiquei de sonhos e de mudanças. Comecei o mês de Julho com dois dias a três, e tomei a decisão de não abdicar de mais nenhum sonho ou mudança. Deixei em suspenso o blogue, (não tanto mas também) o Facebook e dediquei-me à vida na Terra. O instagram foi o único a testemunhar as minhas inspirações e mudanças mesmo que entrelinhas. Estou a uma semana e meia de mudança declarada, de tentar menos e acertar mais. Julho está a resolver-se. E a minha vida também.

quarta-feira, 4 de março de 2015

A olho nu.

Sempre gostei de fotografia. Gosto de fotografar, mas não me reconheço talento. Não sou a pessoa paciente, a pessoa ajeitada para que saia uma boa fotografia. Vou-me queixando do peso (e a desgraça) de uma Nikon nas mãos, e vou usando o telemóvel. Apesar das fotografias que tiro serem apenas fotografias sem qualquer tipo de arte e ficarem relativamente a meu gosto com a ajuda de um filtro ou outro, este mês não os usarei. As fotografias serão a olho nu. Num mês de mudanças, não faz sentido que eu mude as coisas como os meus olhos realmente as vêem.

sábado, 27 de julho de 2013

E os VV!

Os Verões e as Vidas. Sejamos sinceros, todos nós ansiamos pelo Verão porque os dias são grandes, os dias são quentes, regra geral, ou pelo menos eram, e porque parece que ao mesmo tempo que queremos manter a linha, nos puxa para andar para aqui e para ali a petiscar daqui, e a petiscar dali.
Mas agora pensando bem, não querendo ter uma visão pessimista, uma visão negativa, uma visão crítica, uma visão "pobre de espírito", dou por mim a pensar nisto do Verão. Nesta febre que leva milhares de gente a rogar pragas ao inverno e a apelar ao verão e a tudo o que ele traz. Não, não pensem que tenho dor de cotovelo daquelas pessoas que abancam em hotéis de 4, 5 estrelas, estrelas michelin e por aí adiante, mas o que se passa é que o verão não é realmente aquilo que nos fazem acreditar que é, ou que em tempos foi. Não tenho muitos anos de vida, porque não tenho, mas já me apercebi, que isto não é tudo tão bom assim. Até termos idade para sairmos apenas e somente com os nossos "amiguinhos", vivemos o Verão como os nossos pais ou encarregados por nós, querem, depois começamos a passar o tempo de Verão com os nossos amigos. Vamos para aqui, para ali, lá está o que realmente se espera do verão, e o tempo passa. Vamos à festa x, à festa y, Cumprimentamos a pessoa A e a pessoa B.  Se não vamos a pé, vamos com a mãe da I e voltamos com o pai da J. Se não usamos a sainha azul com bolinhas amarelas, usamos a sainha com as risquinhas azuis e verdes, e se não almoçamos às 2h, almoçamos às 3h ou às 4h, e o que interessa é ir, e o que interessa é estar. Estar dias, estar tardes, e há sempre que fazer, e há sempre onde estar, e aí, os dias são tão grandes, e para nós tão pequenos. Hoje, vejo o verão como o Verão. É apenas e somente o Verão. Porque o tempo passou, porque nós crescemos, porque o tempo livre, escasseou, e as mudanças da vida, e as mudanças dos tempos, dos espaços, nos obrigou a que assim víssemos esta altura do ano. Porque ele trabalha, porque ela estuda, porque ele faz estágio, porque ela faz viagens de ida, sem querer voltar. E assim se tornam os verões, cada vez mais nossos, cada vez mais centrados em nós, naquilo que apenas nós gostamos, e não é por vontade, é por imposição das vidas. Não é que nos deixemos de divertir, de aproveitar, mas a diversão é diferente, e o aproveitamento parece-nos mais fraco, e não há nada que mostre o rendimento. O tempo não rende. E um dia, mais tarde, eu não vou querer ter para dar aos meus netos, silêncio, porque o tempo não rendeu...