Andam a apetecer-me mudanças. As mudanças são boas e a mim apetecem-me mudanças em geral.
Mudei o corte de cabelo e o perfume esta semana. A seguir já mudava o roupeiro porque a roupa vai numa perfeita pelintragem do agora apetece-me tudo, e do depois já não me apetece nada. Ah. E hoje é Verão e amanhã já não. Adiante. Apetece-me mudar a casa também. Assim numa de clean, lixava os móveis todos e pintava-os de branco. Trocava aquela parafernália de cores que já gostei de ver combinadas um dia por tons neutros como pérolas, brancos, bejes e também uns camel. Não sei se esta última é considerada neutra, mas passa a ser para mim porque as mudanças são boas e apetecem-me. Assim como não posso mudar a casa toda de uma vez como quem estala os dedos ou assobia para o ar, vou começar pelo quarto. Primeiro talvez sejam os candeeiros, ou então primeiro talvez sejam as almofadas e o edredão. É, talvez seja qualquer coisa. Desde que mude. E que goste.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
A minha versão dos Globos de Ouro.
Eu cá não comento os Globos de Ouro. Comento-me a mim própria que a minha vida já me dá muito que entender. Sou eu, sem filtros ou coisa alguma. De cabelo revolto, volumoso. de relógio de pulso, de ténis nos pés, de roupa simples e sorriso no rosto.
domingo, 3 de maio de 2015
[Filha és, mãe serás]
Ela comprometeu-se a ser minha mãe. Todos os dias. Desde o primeiro dia que me soube dentro dela. E eu, prometi-lhe no silêncio dos dias, sem que ela se apercebesse, que cuidaria dela.
Passo os dias a namorá-la. Afasto-lhe os fios de cabelo que sei de cor, dou-lhe beijinhos e digo-lhe o que sinto. "Gosto muito de ti". Namoro-lhe a pele, as marcas do tempo, e mordo-lhe as bochechas a medo. Ela vai ralhar. Não gosta que eu o faça. Brinco com ela. Desafio o espaço que ela já me ensinou a não ultrapassar. Eu ultrapasso, ela faz cara feia, e eu volto ao meu namoro. Brinco com os cabelos dela e digo-lhe "gosto muito de ti". Ela desfaz-se, eu desfaço-me. E o colo dela continua a ser o melhor sítio para eu me desfazer. Obrigada por seres minha. Todos os dias.
Passo os dias a namorá-la. Afasto-lhe os fios de cabelo que sei de cor, dou-lhe beijinhos e digo-lhe o que sinto. "Gosto muito de ti". Namoro-lhe a pele, as marcas do tempo, e mordo-lhe as bochechas a medo. Ela vai ralhar. Não gosta que eu o faça. Brinco com ela. Desafio o espaço que ela já me ensinou a não ultrapassar. Eu ultrapasso, ela faz cara feia, e eu volto ao meu namoro. Brinco com os cabelos dela e digo-lhe "gosto muito de ti". Ela desfaz-se, eu desfaço-me. E o colo dela continua a ser o melhor sítio para eu me desfazer. Obrigada por seres minha. Todos os dias.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Pensamentos que se me vão na alma.Estas arrelias de quando em vez.
Todas as pessoas quantas vejo e que acho que possam ter idade para serem meus avós, eu desejo. Sim, desejo mesmo! DESEJO com sentimento profundo e verdadeiro. E quero, não quero porque queira saber como é ter, quero por saber tão bem o quanto foi (é) bom ter.
Sim, é uma inquietação que tenho em mim, uma dor, um problema que para aqui vai. Não há volta a dar-lhe. Esta saudade! E aquelas conversas de que eles já tinham alguma idade, é a lei da vida, antes eles que tu que és mais nova, e tens uma vida pela frente, não me ajudam, esqueçam lá a coisa, não me ajuda, e já abomino terem esse tipo de conversas comigo.
Eu só queria tê-los em corpo vivo, ao meu lado, ao pé de mim. A sorrir pelo meu sorriso, a passar-me as mãos pelos cabelos, sem querer saber se estavam espigados, se tinham amaciador, ou se levavam o produto XPTO para parecerem mais bonitos.Queria ouvi-los ralhar se eu fizesse asneiras, só para depois os voltar a ver derreter pelo meu sorriso mesmo que maroto pela asneira feita.
Sim. Nunca deixarei de me sentir nostálgica no que toca a este assunto. ♥
Sim, é uma inquietação que tenho em mim, uma dor, um problema que para aqui vai. Não há volta a dar-lhe. Esta saudade! E aquelas conversas de que eles já tinham alguma idade, é a lei da vida, antes eles que tu que és mais nova, e tens uma vida pela frente, não me ajudam, esqueçam lá a coisa, não me ajuda, e já abomino terem esse tipo de conversas comigo.
Eu só queria tê-los em corpo vivo, ao meu lado, ao pé de mim. A sorrir pelo meu sorriso, a passar-me as mãos pelos cabelos, sem querer saber se estavam espigados, se tinham amaciador, ou se levavam o produto XPTO para parecerem mais bonitos.Queria ouvi-los ralhar se eu fizesse asneiras, só para depois os voltar a ver derreter pelo meu sorriso mesmo que maroto pela asneira feita.
Sim. Nunca deixarei de me sentir nostálgica no que toca a este assunto. ♥
domingo, 29 de junho de 2014
G de Gostar.
Gosto de famílias. Gosto da minha. Gosto de amor. Gosto de amar. Gosto da minha pequenada. Gosto de beijos babados de ternura. Gosto de abraços que me "astrafegam". Gosto da minha afilhada que não quer o cabelo castanho, nem loiro, quer o cabelo amarelo. Gosto do meu primo que com 10 anos quer ir a raves porque vai gente maluca e é divertido. Gosto dos ciúmes da G. quando pego outra criança ao colo, mesmo que seja a prima. Gosto de ter mudado as fraldas ao G. e dele me ganhar no braço de ferro.
Gosto da casa onde somos felizes e gosto da casa que a G. desenhou.
Gosto da casa onde somos felizes e gosto da casa que a G. desenhou.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Queremos tudo menos estar iguais!
Nunca queremos estar iguais. Nem estar iguais aos outros, nem estar iguais ao que estamos, ou ao que já estivemos. Hoje caminhava rua fora, e passava por um edifício espelhado. Passo apressado, é o meu, é o normal, é o costume. Tenho sempre pressa no andar. Ao olhar-me no edifício espelhado, reparei no meu cabelo, apanhado (o tempo meio esquisito, permite-me que seja esquisito definir a vestimenta, e com o calor que estava, apertei o cabelo). Apesar do cabelo apanhado, notei-o comprido. Senti-me contente de o ter tão comprido, até porque tendo eu o cabelo encaracolado, nunca dá para perceber realmente o tamanho dele, a menos que esteja esticado (não vou muito nessa). Pensei então que há um ano a trás, estava exactamente assim, e chegado a Agosto, levou um corte de que até aí não tinha memória. Depois do corte e das exclamações: Uau, que diferente! Uau! uau! A lembrança passa. E daí a duas semanas estava feita Madalena arrependida por ter feito aquilo ao pobre do cabelo. Agora que voltou a estar comprido, temo que a ideia que me possa vir a assombrar, seja exactamente a mesma de Agosto passado.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Velhos hábitos
Quando se chega à hora de lavar o cabelo, continuo a encher a concha da mão de champô, como se continuasse a ter a alta cabeleira que tinha antes da cortar. Desabafo.
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