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sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Assumimos na vida contradições ridiculas.
Ao mesmo tempo que agradeço a existência da minha mãe no meu Mundo, consequência dos dias muito cheios, o meu telefone toca e eu tenho que a despachar em frases monossilábicas e encortar conversas de páginas, em segundos.
domingo, 3 de maio de 2015
[Filha és, mãe serás]
Ela comprometeu-se a ser minha mãe. Todos os dias. Desde o primeiro dia que me soube dentro dela. E eu, prometi-lhe no silêncio dos dias, sem que ela se apercebesse, que cuidaria dela.
Passo os dias a namorá-la. Afasto-lhe os fios de cabelo que sei de cor, dou-lhe beijinhos e digo-lhe o que sinto. "Gosto muito de ti". Namoro-lhe a pele, as marcas do tempo, e mordo-lhe as bochechas a medo. Ela vai ralhar. Não gosta que eu o faça. Brinco com ela. Desafio o espaço que ela já me ensinou a não ultrapassar. Eu ultrapasso, ela faz cara feia, e eu volto ao meu namoro. Brinco com os cabelos dela e digo-lhe "gosto muito de ti". Ela desfaz-se, eu desfaço-me. E o colo dela continua a ser o melhor sítio para eu me desfazer. Obrigada por seres minha. Todos os dias.
Passo os dias a namorá-la. Afasto-lhe os fios de cabelo que sei de cor, dou-lhe beijinhos e digo-lhe o que sinto. "Gosto muito de ti". Namoro-lhe a pele, as marcas do tempo, e mordo-lhe as bochechas a medo. Ela vai ralhar. Não gosta que eu o faça. Brinco com ela. Desafio o espaço que ela já me ensinou a não ultrapassar. Eu ultrapasso, ela faz cara feia, e eu volto ao meu namoro. Brinco com os cabelos dela e digo-lhe "gosto muito de ti". Ela desfaz-se, eu desfaço-me. E o colo dela continua a ser o melhor sítio para eu me desfazer. Obrigada por seres minha. Todos os dias.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Pai, Mãe, Mudei a árvore de Natal!
[Pois que o Natal mexe com o meu humor, se não fica de cão, fica de cadela. Também já vivi a coisa com magia, com fios dourados, pais natal, velas e coisas que tal. Mas isso já foi, já não é.]
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Rewind ao sábado passado ok?
Tinha para mim como definição de fim-de semana [s.m.|pouco tempo para descansar do muito que se faz durante a semana.] mas pelo menos neste, bem que me enganei. Lá intenso e cheio de actividade foi ele. As mais variadíssimas. (Dizer que fui fazer analises é preciso ou essa actividade já está implícita?)
Uma autêntica corrida que começou não com a filha (no meu caso), mas com a mãe, doente. Uns ligeiros 40 graus. Uma temperatura não muito agradável segundo me pareceu. A afilhada fazia anos, havia um jantar de amigos lá em casa, eu tinha uma consulta lá pelo meio e havia umas novidades a saber num café daqueles demorados com outros amigos. Só não foi preciso uma equipa de logística porque...acho que não conhecia nenhuma realmente boa.
Uma autêntica corrida que começou não com a filha (no meu caso), mas com a mãe, doente. Uns ligeiros 40 graus. Uma temperatura não muito agradável segundo me pareceu. A afilhada fazia anos, havia um jantar de amigos lá em casa, eu tinha uma consulta lá pelo meio e havia umas novidades a saber num café daqueles demorados com outros amigos. Só não foi preciso uma equipa de logística porque...acho que não conhecia nenhuma realmente boa.
domingo, 20 de julho de 2014
Histórias confusas. Algo certas.
Tenho à minha espera a cadeira de madeira onde o meu avô se sentou anos a fio, na "cozinha da broa." Vou lixá-la, tornar o áspero da lixa, em macio de amor. A cor castanha de anos, será transformada. A nova vida, com a velha história, será branca. O meu tio-avô, aprendeu a arte de alfaiate, apesar de nunca o ter sido depois de aprender. Guardo-lhe agora a tesoura grande, gasta de cortar tecidos para fatos à medida. Uma tesoura usada por um aprendiz de alfaiate, em tempos polícia, agora reformado, e com 87 anos. Vai ganhar uma cor nova, a ferrugem, ao contrário da história, vai ser apagada e pintada de castanho. Ficarão estas coisas guardadas, para contar histórias, como um dias as que agora foram compradas por mim ou para mim, contarão.
domingo, 13 de julho de 2014
Nós procuramos o bem que precisamos.
A sexta-feira foi uma verdadeira tempestade. Uma agitação. Há momentos em que Coimbra não me quer, ou talvez seja eu que não a quero a ela. A sexta-feira passada, teve um desses momentos. E num hapice fui embora. Quero nesses momentos, o colo da minha mãe, e o abraço do meu pai. A maneira como me olham, significa que vai correr sempre tudo bem. Assim como quando era mais pequena e me magoava, assim como quando tinha um teste e o nervosismo apertava até as mais pequeninas entranhas. Hoje estou de volta a Coimbra, e venho com a energia de um amor maior e de um passeio coberto pelo sol. Obrigada aos que serão para sempre meus. E obrigada Coimbra por me abrires os braços, como se eu nunca tivesse vontade de ir embora!
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Report da Cena Dramática. Deve ser o Acto I
Não sou obcecada com o meu peso. Mas um quilinho a mais no lombo (pode ser nas ancas, que vou dizer sempre lombo) e eu faço um drama de dois quilos ou mais. Dei conta na semana passada de mais um quilo aqui no corpinho, e a melhor maneira de ter certezas é gritar pela mãe, que sempre que vê um quilo ou outro a mais, faz uma festa e diz que assim é que é, que assim é que eu estou bem! E mais não sei o quê. Se for um quilo ou outro a menos, faz uma cara, que assim é que não é e mais não sei o quê. Quando a abordei com a afirmação: "estou mais gordinha.", ela olhou e afirmou: "Assim é que é. Assim é que tu estás bem." Olha foge, olha porra, olha tudo e mais alguma coisa, que ouvi precisamente aquilo que não queria.
terça-feira, 27 de maio de 2014
Ò Mãeeeeee, isto é pior que a febre dos fenos!
Dizia eu que me tinha distraido naquela coisa das pulseiras de elásticos...Pois que a distração não durou muito mais tempo, aliás, não tinha como durar. Os pulsos, (ou devo dizer os braços?) das pessoas à minha volta, sofreram inundações de cores que saltam à vista. Pequenos,Grandes, Novos, Velhos, a moda (ou a febre?) chegou a todos. Pois, que eu, também fui tentada, naquela do maria-vai-com-as-outras-que-nunca-foste-grande-coisa-nos-trabalhos-manuais-que-também-não-vai-ser-agora a experimentar a coisa. E não é que a coisa se deu? Comecei a fazer naquilo, mas convencida de que depois de experimentar atrirava aquilo pelos ares e largava logo(acho que tipo pessoa quando experimenta droga). Pois que não, depois da primeira pulseira, veio a segunda, a terceira. E ò mãeeeee, isto é pior que a febre dos fenos, é uma epidemia e não passa assim tão depressa quanto eu julgava. Ando feita louca naquilo, e o estimado veio oferecer-me um tear, para fazer a coisa feita profissionaldoelástico. Ò Mãeeeeee!
domingo, 4 de maio de 2014
Às mães: As que o são, e as que o serão!
A minha mãe, é tão minha. Mas tão minha, como tua irmão. Somos dois os que a podemos chamar de mãe. Tenho quase a certeza, de que é um dos laços mais fortes que se pode ter. A mesma mãe, a mesma barriga, a mesma educação, o mesmo carinho. Hoje é apenas o dia em que se faz alusão à mãe, mas tenho a certeza de que quem tem uma boa mãe, uma mãe tão boa quanto eu considero a minha, se lembra disso todos os dias. Todos os meus dias, são os teus dias mãe. Foste tu, és tu, que me dás oportunidade de os viver. Um dia, se me for dada essa oportunidade, serei mãe, e vou querer ser como tu! Tanto equilíbrio. Tanta quantidade de amor, como de educação.
Dou-te todos os anos neste dia, uma flor, não por qualquer razão, ou por uma razão qualquer. É simples saberes que és para mim, bonita, doce, e frágil como uma! Feliz dia da Mãe, à minha, às que embora não sendo minhas, são boas, às que lutam para o ser, e às que um dia o serão!
Dou-te todos os anos neste dia, uma flor, não por qualquer razão, ou por uma razão qualquer. É simples saberes que és para mim, bonita, doce, e frágil como uma! Feliz dia da Mãe, à minha, às que embora não sendo minhas, são boas, às que lutam para o ser, e às que um dia o serão!
segunda-feira, 28 de abril de 2014
É sobre amor? Sim. De (mãe)drinha.
Cheguei de leve ao pé de ti, hoje, enquanto dormias. Depressa te apercebeste de mim, e pediste o meu colo. Dei sem exitar. Agarraste-te a mim, como se eu fosse a tua âncora de protecção. Senti-te quente. Tapei-te, aconcheguei-te e deixei-te sossegar encostada a mim. Eu sei, é só febre, mas tu és minha e eu sou uma piegas. Pequena G. gosto de ti como gosta gente grande!
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Keep Calm and Chill Out! *
*Esta imagem, bem que podia ilustrar o meu dia de ontem. Ando a pedir um dia a acordar às 13h e a adormecer novamente às 14h, ao tempo. Mas já perdi foi a conta ao tempo a que faço este pedido. Uma pessoa anda cansada. Ok? Não me venham com teorias de que não tenho razões para isso porque não sou dona de casa nem mãe de filhos. Isso pensam vocês. Os filhos aparecem-me todos os dias. (E eu queixo-me. Mas não há nada como ter a casa cheia deles.) Acordo com o pequeno almoço na cama, Sô Dona Minha Mãe trata-me bem, mas neste momento, preferia continuar a dormir. Depois de ser acordada, aqui a bela adormecida, demora a pegar novamente no sono. O pequeno almoço quase que embate na hora do almoço. Mas tenho a impressão de que se eu não faço uma das refeições, Sô Dona Minha Mãe, pode passar de boa cuidadora, a mãe igualmente boa cuidadora, mas com uns nervios à flor da pele, em menos de nada. Depois de almoço, consigo finalmente a casa para mim, e conquisto o espaço do sofá que me grita em silêncio que me quer. Deito-me, sinto um conforto, e penso finalmente "Keep Calm and Chill Out". As condições estavam reunidas para que eu adormecesse descansada. Uma porra! Uma porra que o telefone de casa tocou. Depois do trabalho que me deu conquistar o conforto em que estava, tive que me levantar para ir ao telefone (Para a próxima, das duas uma: Ou não atendem o telefone quando estiverem nestas condições, ou levam logo o telefone para ao pé de vocês assim que se deitarem. Sendo que continuo a achar mais viável a primeira hipótese). Não me ofereceram enciclopédias, bíblias, ou idas a exposições de colchões ortopédicos. Mas ofereceram-me duas crianças para tomar conta.
...
Escusado será dizer que o descanso acabou e o estado de pré bela adormecida também. Sobrou uma gata borralheira desolada pelo sono, a ver o Mickey Mouse, a comer gomas, e a tentar manter um tom de voz monocórdico.
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
Sô Dona Minha Mãe, e as suas Primaveras!
Sô Dona Minha Mãe, a senhora que ocupa assim um lugar de super mulher no meu coração, faz hoje anos. Não me importa o tempo que está lá fora, nem a Estação do Ano. Ter esta sô dona Minha mãe, dá-me alegria e felicidade, para sentir Primavera no coração todos os dias, e hoje em especial, a comemoração de umas quantas Primaveras dela.
Sô Dona Mãe, o teu sorriso, é como o das crianças: Atenua, todo e qualquer tipo de dor que eu possa estar a sentir.
O teu sorriso, é como encontrar a terra, depois de uma semana à deriva no mar. Costumo dizer a brincar, que podia viver sem telemóvel/telefone, até porque fui Escuteira, e não ter telemóvel/telefone, nunca foi coisa que me fizesse qualquer tipo de espécie. Mas acho que na verdade, não podia. O que ia fazer nas horas, ou nos momentos que me apetece ligar-te só para ouvir a tua voz? Só para depois do teu: "Sim? Está tudo bem Filha?", eu responder: "Sim mamã, está tudo bem. Só queria ouvir a tua voz."
Não vou dizer que a Sô Dona Minha Mãe, é a melhor do Mundo. Porque para vocês, se tudo for como deve ser, a vossa mãe, será a melhor do (vosso) Mundo. Mas agora que me desculpei, a minha mãe, é a melhor mãe do (meu) Mundo! E eu tenho um Mundo só meu. Aquele que me acolhe todos os dias, e do qual Sô Dona Minha Mãe, tem um dos papéis principais.
E Sô Dona Minha Mãe, apesar de eu ser assim um miminho doce, como me chamam, eu tenho alguma dificuldade nestas coisas do assumir o que realmente sinto. Mas, fica aqui agora, que eu te amo Sô Dona Minha Mãe. Parabéns!
sábado, 25 de janeiro de 2014
Preocupações de (mãe)drinha!
Ok. A minha afilhada sempre foi engraçada. Não, não é por ser a minha afilhada. Até porque já disse aqui várias vezes, que apesar de amar a criatura, e ela estar assim com uma beleza espectacular devido à sua simpatia, também já aqui disse, que ela nem sempre foi a criatura mais simpática e afável deste planeta. Ela é a filha que eu não tenho, mas que quando tiver, também não deixará de o ser. O crescimento rápido dela, não me preocupa, pelo contrário, faz-me ficar orgulhosa. Faz-me bem. Faz-me sentir que ela está a ter tudo aquilo que precisa, e se calhar ou até de certeza até mais que isso. Com tudo isto, desviei-me do principio preocupante. A criatura anda numa fase engraçada, mais uma, todas o são, cada uma à sua maneira. Mas acho que esta, para além de engraçada, é preocupante. Não tarda nada, está a trazer-me o namorado cá a casa. Acho que vai ser um betinho giro, derretido pelo sorriso da menina, e capaz de dar opinião sobre vernizes e outros adereços femininos, visto que ela anda para isto. Ao olhar as minhas unhas, pintadas de cor-de-rosa e todas arranjadinhas, a menina exclama: "Ai que chique querida!" (Das duas uma, ou passou-se, ou esqueceu-se que estava a falar com a (mãe)drinha.) Sim, isto porque eu não quero acreditar que ela já está tão crescida que se preocupe com isto! Mas... acho que foi para que duvidas não me restassem, quando foi embora, não me deu um beijo nem um abraço. Disse alto, muito alto: " Xau xau, beijocas". Pronto, posso contar que nos próximos dias, ande lá apaixonada por um caramelo qualquer, e não me ligue a dizer que já aprendeu uma letra nova! Mantém-te criança G.!
domingo, 19 de janeiro de 2014
Coimbra aos olhos de quem a ama!
Coimbra, por onde passo, sem pestanejar, Coimbra que me recebe sem exitar.
Coimbra onde acordo cedo, e a luz é escura. E o Céu engana. E o Céu não passa, nem prevê. Nem raio de sol, nem dia cinzento. Palmilho-te Coimbra, depois disso, depois de ser dia. Caminho em passos largos, ruas fora, sem conforto, e sinto saudades dos dias em que em vez de ruas fora, ruas direitas, ruas planas, eram ruas exigentes, de calçadas pouco confortáveis, caminhadas por ténis. Passagem certa pelo Arco de Almedina, presenteada pela "Balada da Despedida", e de seguida pelo quebra costas, tantas vezes me cansei ao subir. Tantas vezes sorri de orgulho pelas escadas a cima! Olho agora o Mondego, transborda de água, e eu transbordo, de nostalgia, ainda dentro de ti! Tens sido mãe Coimbra, tens sido amor, a capital dele, tens sido casa, tens sido trabalho, tens sido orgulho, tens sido lágrimas. Tens sido, o que nunca nada foi: o salto para o que virá! Hoje em especial, obrigada Coimbra! Obrigada Parque Verde pelo abraço em que me envolveste, até hoje. E até sempre!
Coimbra onde acordo cedo, e a luz é escura. E o Céu engana. E o Céu não passa, nem prevê. Nem raio de sol, nem dia cinzento. Palmilho-te Coimbra, depois disso, depois de ser dia. Caminho em passos largos, ruas fora, sem conforto, e sinto saudades dos dias em que em vez de ruas fora, ruas direitas, ruas planas, eram ruas exigentes, de calçadas pouco confortáveis, caminhadas por ténis. Passagem certa pelo Arco de Almedina, presenteada pela "Balada da Despedida", e de seguida pelo quebra costas, tantas vezes me cansei ao subir. Tantas vezes sorri de orgulho pelas escadas a cima! Olho agora o Mondego, transborda de água, e eu transbordo, de nostalgia, ainda dentro de ti! Tens sido mãe Coimbra, tens sido amor, a capital dele, tens sido casa, tens sido trabalho, tens sido orgulho, tens sido lágrimas. Tens sido, o que nunca nada foi: o salto para o que virá! Hoje em especial, obrigada Coimbra! Obrigada Parque Verde pelo abraço em que me envolveste, até hoje. E até sempre!
Neuza Martins
Incidiu um raio de sol no meu Sorriso.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
A piadinha do ano da minha mãe!
Desde quando é que tu não gostas de frango estufado? Pergunta a minha mãe.
Nunca gostei. Digo-lhe eu.
Estás a mentir. Só não gostas de frango estufado desde que comes peixe crú! (Sushi. Que lhe mete um medo dos diabos. Sem eu entender o porquê.)
Pronto é a piadinha do ano! O momento de glória da minha mãe!
Nunca gostei. Digo-lhe eu.
Estás a mentir. Só não gostas de frango estufado desde que comes peixe crú! (Sushi. Que lhe mete um medo dos diabos. Sem eu entender o porquê.)
Pronto é a piadinha do ano! O momento de glória da minha mãe!
domingo, 1 de dezembro de 2013
Sobre o mês de Dezembro!
Este mês, traz para mim, em especial, algumas reservas! Há uns anos (poucos) sonhava com este mês, com uma intensidade fora do normal. E ansiava com a minha família toda junta, e árvores de Natal, e presépios, e presentes, e tudo o que da quadra que se aproxima, se espera. A ansiedade intensa pelo Natal, acabou por se revelar noutro tipo de ansiedade. Uma ansiedade de que a tristeza acabasse. A minha avó deu entrada no Hospital no dia 25 de Dezembro,e acabou por falecer durante a noite, já dia 26. Por isso, desde esse dia, que posso não ser pobre de espírito, mas sou pobre de coração, perdi a "mãe" das mães, a minha avó que tanto me ajudou a crescer e me fez um Ser tão parecido com ela. Por isso, não faço nem árvores de Natal, nem presépios, com antecedência, faço um dois dias antes, e peço em vez de presentes, saúde! Agradeço a todos os que têm evocado esforços para que esta tendência seja revertida, e para que este dia de que tanto se fala, volte ao mais normal possível. Sei que tenho dado luta, e trabalho, neste campo. Mas já tenho conseguido olhar para umas árvores e uns presépios. É assim, como que uma espécie de conquista para mim! No entanto, continuo a gostar de ver as pessoas felizes e entusiasmadas à minha volta nesta quadra. Só em vez de Feliz Natal, desejo Sáude e Amor junto dos que mais amam!
sábado, 30 de novembro de 2013
Agora receei este momento!
Estou em casa de "castigo". O "castigo" é trabalhar para a faculdade. Mas verdade seja dita, nem que lá fora estivessem a dar rebuçados, eu iria ter vontade de sair de casa, de ao pé da rica fogueira que me acompanha, para ir lá. Por isso, este, até é um bom "castigo" ter que estar a fazer este trabalho. Ao mesmo tempo, conversava com a minha Galopim (Link, sim?), sobre as ideias com que andamos, e no desenrolar da conversa, falámos de filhos (Não, as ideias com que andamos, não são sobre ter filhos.). Foi aí que para além de pensar nisso, receei o momento, em que a minha mãe e o meu pai, me deixassem de dar coisas para mim, para uso próprio, para me começarem a dar coisas para a "minha" cozinha, a "minha" casa de banho, e o resto das minhas divisões. Para além de tudo o resto, essa realidade, de ter a minha cozinha, a minha casa de banho, e de tudo meu, estar longe, receio essa troca de prioridades na minha vida. Mãe? Pai? Continuo a preferir coisas para uso próprio está bem? Umas roupas, uns colares, umas pulseiras, e umas quantas coisas desse género estão a perceber? Ainda não dou prioridade a panos bordados, a toalhas bordadas, a naperons bordados, e conclusão, a coisas bordado. Ou melhor, independentemente do bordado ou não, não estou nessa fase!
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