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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Ao doce dos dias.

Apesar de achar que estão cada vez mais em vias de extinção, as pessoas boas existem e aparecem, conquistam a conversa, animam os dias, e a pouco e pouco, tornam-se amigos. Percorrem muitos quilómetros, vêm visitar-nos, confiam nas nossas capacidades enquanto pessoa e enquanto profissional. Este doce, é tão doce como o dia em que me visitaste. Obrigada L.




domingo, 20 de julho de 2014

Histórias confusas. Algo certas.

Tenho à minha espera a cadeira de madeira onde o meu avô se sentou anos a fio, na "cozinha da broa." Vou lixá-la, tornar o áspero da lixa, em macio de amor. A cor castanha de anos, será transformada. A nova vida, com a velha história, será branca. O meu tio-avô, aprendeu a arte de alfaiate, apesar de nunca o ter sido depois de aprender. Guardo-lhe agora a tesoura grande, gasta de cortar tecidos para fatos à medida. Uma tesoura usada por um aprendiz de alfaiate, em tempos polícia, agora reformado, e com 87 anos. Vai ganhar uma cor nova, a ferrugem, ao contrário da história, vai ser apagada e pintada de castanho. Ficarão estas coisas guardadas, para contar histórias, como um dias as que agora foram compradas por mim ou para mim, contarão.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Adenda ao post "Uns bons 5 minutos"!

Dizia eu nesse post, que tinha tirado 5 minutos para ver televisão,  para ver as notícias, só para não dizer que não tinha visto de todo. Na parte que eu eu vi, não se estava a falar do desemprego. Mas quanto a isso, penso estar tudo igual certo? Cada vez maior o número de desempregados? Todos os dias quando venho para o estágio, passo pelo Centro de Emprego(ou desemprego?)às 8h30 minutos da manhã,  e eu perdi a conta ao número de cabeças. Cada cabeça é uma pessoa, cada cabeça é uma família, cada cabeça é uma história diferente.  E por vezes mais vale nem sequer imaginar, o que esconde aquela "cabeça".