Mostrando postagens com marcador Amigos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amigos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

[bom dia sábado]

 


Manhãs de sábado. Na minha terra.
Batia vento frio nos cabelos apanhados e espelhava o sol nos óculos.
Estava doente. E aquela corrente de ar, ao mesmo tempo que me enchia o peito de oxigénio, assustava-me de tão fria. Fotografei pedacinhos de céu, de terra e de mar e recolhi-me. Entrei na capelinha. Quem me queria abraçar, ja tinha chegado. E o melhor para quem vê gente partir para voltar, é reencontrar. São os abraços, os sorrisos e as palavras ditas com o olhar.
São as certezas de que as amizades ganham asas, mas não voam.


terça-feira, 22 de setembro de 2015

As corridas da vida.

Fazemos o que podemos para chegar onde queremos. O mais longe perante o que desejamos. Não tenho conseguido chegar onde quero, com quem quero. Tem sido aos poucos com um jogo de cintura que nem sempre é acompanhado pela saúde que teima em falhar como a tinta de uma esferográfica em fim de vida útil. Faço corridas figuradas com quilómetros ficticios na minha imaginação enquanto estou sentada. E quem nos entende, espera-nos, acompanha-nos, corre connosco (mentalmente) e aguarda receber uma mensagem nossa como quem aguarda o toque de partida para uma grande corrida até nós. E só assim é possível. E só assim conseguimos. Quando todos juntos, corremos no mesmo sentido. O de brindar à amizade.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

terça-feira, 18 de novembro de 2014

domingo, 2 de novembro de 2014

Sexta-feira

Na noite antes da viragem para o primeiro dia do penúltimo mês do ano, juntámos amigos à mesa para jantar. Já me conhecem por ser esquisita, e a minha pessoa para não lhes dar mais razão, acabou por comer o mais simples e prático. Comi carne, admito o pecado! Mas o comer pouco importou. A conversa é que não pode esperar. E depois disso o karaoke também não. Não tenho voz. Cantámos tudo quanto era possível e impossível. Se era noite de bruxas, acho que conseguimos meter medo ao susto com as nossas bonitas vozes!


A prova do pecado carnal!

A prova de que as minhas amigas vivem a coisa à séria! 



terça-feira, 28 de outubro de 2014

E se eu andar por aí a comer Violetas?

Vamos falar de macarons que é deles que a minha barriguinha está forrada. A primeira vez que comi macarons eram supostamente os originais Parisienses. Não houve nada que eu tivesse detestado tanto logo à primeira trinquinha como eles. Como não fui de desistir à primeira, fui experimentar os da Brasileira. Todos os sabores quantos tinham. Não gostei de mais nenhum para além do de limão. Mas mesmo esse não era coisa pela qual matava para comer. Quando a Arcádia abriu em Coimbra, toda a gente me dizia agora é que vai ser. Agora é que vais gostar deles todos, vingar a tua fome e forrar a tua barriga de macarons. Mais uma vez provei todos os sabores quantos tinham. E sim, confesso que aí quase todos eles fizeram as minhas delícias. Principalmente os de maracujá. Como quem tem amigos tem tudo, incluindo amigos com mãos prendadas, no Sábado recebi um miminho que me apetecia comer não só os macarons com sabor a Violeta como o embrulho (lindo). Foi tudo feito pelas mãos prendadas da própria C., e esses sim, era capaz de matar para comer. Encheram-me as minhas medidas e as de todos quantos conseguiram provar. É que estava difícil para mim não me abotoar com todos. Apesar de serem mesmo maravilhiosos, eu não consegui decifrar o sabor. Para mim eram framboesa ou mirtilo. Teve que ser a própria criadora a desvendar a curiosidade do meu paladar.



quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Galeria de Santa Clara

Tendo em conta o gosto crescente por chás, primeiro pelos quentes e depois pelos frios, ando toda praí virada! Quando falava que tinha ido aqui e ali às casas de chá, as pessoas cá de Coimbra perguntavam-me se também já tinha ido à Galeria de Santa Clara beber um chá e comer um scone ou uma fatia de bolo de chocolate. Claro que os sítios que ficam nas nossas próprias terras são os últimos a ser visitados. (Qualquer coisa como em "casa de ferreiro espeto pau" pode explicar isto.) Mexi o rabinho até lá numa tarde quente como o caraças. Quando cheguei às Galerias de Santa Clara senti um peso na consciência por não poder ir lá parar todos os dias. (Valha-me ficar fora de mão para a consciência perder a aura negra) Juro que me apetecia arrastar de sítio em sítio, de cadeira para sofá, do sofá para umas paletes maravilhosamente almofadas, e dessas paletes para uns bancos. A sombra era docemente simpática e convidativa. Havia o barulho de conversas civilizadas, calma e tranquilidade nos rostos. Juntaram-se amigos e chá à mesa.







quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Troca tintas ou troca Cidades pronto!

Sim. Mais uma vez troquei Lisboa pelo Porto. Apesar de tentadinha pela Crêperie da Ribeira, o Porto tentou-me com outras coisas. Um almoço no Two:su.shi que fez as minhas delicias. Há muito tempo que andava a jejuar de sushi. Dei parte fraca mal me perguntaram se comer com pauzinhos era um problema para mim. Ora essa! Está óptimo! 
Benzó Deus que a minha barriguinha agradeceu o Mundo!
Estar com pessoas que conhecem o Porto melhor que qualquer outra coisa na Vida, porque o Porto é a vida deles e conta a sua história, é do melhor! Boa gente, boa companhia, para se tomar um café na Casa de Ló. Uma antiga mercearia restaurada, que apesar de uma esplanada assim assim, tinha um ambiente muito agradável para um café demorado servido quente numa chávena de conversa em dia.
Conheci o CCB do Porto. O Centro Comercial Bombarda. É uma coisa para o giro. Podeis lá ir à confiança! Onde não se esteve nada mal a aproveitar o meio da tarde que se prolongou foi na Rota do Chá. Um chá frio de flores com cookies de smarties, debaixo de uma sombra e um ambiente sossegado. Um sossego que acalma as almas mais exaltadas. Obrigada Porto e aos povos envolvidos!


Two:su.shi


Casa de Ló




Rota do Chá






sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Ao doce dos dias.

Apesar de achar que estão cada vez mais em vias de extinção, as pessoas boas existem e aparecem, conquistam a conversa, animam os dias, e a pouco e pouco, tornam-se amigos. Percorrem muitos quilómetros, vêm visitar-nos, confiam nas nossas capacidades enquanto pessoa e enquanto profissional. Este doce, é tão doce como o dia em que me visitaste. Obrigada L.




terça-feira, 5 de agosto de 2014

Ontem, Hoje e Amanhã

O dia de ontem foi um bocadinho para o nosso. Um bocadinho para aproveitar a companhia um do outro que até essa tem sido difícil de conseguir. A maneira como me amas, descansa-me. Respeitas cada passo meu, cada bocadinho. A tua paciência ao veres-me apreciar cada coisinha de que gosto, e tu sabes. O dia de hoje foi só meu. Dormi o quanto queria, ou pelo menos um quanto daquilo que precisava. Não perdi tempo comigo, ganhei. Li um livro de 300 páginas, e jantei a salada que tanto me apetecia. Tão suficiente para me fazer feliz. Amanhã estarei entre amigos. E assim sou feliz. Três dias, e três dias recheados com as coisas, ou melhor, com as pessoas que tão felizes me fazem!

sábado, 26 de julho de 2014

Viva à variação de actividades!

Ora então, actividades desenvolvidas ao longo destes últimos dias. Festa da Vila e eu em casa a trabalhar. Festa na Cidade ao lado e eu em casa a trabalhar. Fogo de artifício e eu em casa a trabalhar. Muita gente na praia e eu em casa a trabalhar. Jantar de amigos e eu em casa a trabalhar. Perspectivas para os dias que se seguem, eu em casa a trabalhar.
Ò vida social, andais vós no auge!