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terça-feira, 14 de outubro de 2014

A simplicidade do Branco.






Créditos de Imagem » Bo-laget


O Branco é luz e liberdade.
É amor, é paz e é saudade.
É rotina. 
É vício.
É Ser.
É Estar.
É a criação do criar. Eu crio. Tu crias. Ele cria. Nós criamos. Vós criais. Eles criam. Histórias.

domingo, 5 de outubro de 2014

[...a preto e branco]

Há dias que acordam esquisitos. O banho da manhã não lava a alma, não leva a inconstância do momento nem a confusão da vida. O dia, o meu dia, começou assim. Um lado de mim adormecido há 12 anos, teve que acordar hoje, Morto. E outro, doente.

domingo, 20 de julho de 2014

Histórias confusas. Algo certas.

Tenho à minha espera a cadeira de madeira onde o meu avô se sentou anos a fio, na "cozinha da broa." Vou lixá-la, tornar o áspero da lixa, em macio de amor. A cor castanha de anos, será transformada. A nova vida, com a velha história, será branca. O meu tio-avô, aprendeu a arte de alfaiate, apesar de nunca o ter sido depois de aprender. Guardo-lhe agora a tesoura grande, gasta de cortar tecidos para fatos à medida. Uma tesoura usada por um aprendiz de alfaiate, em tempos polícia, agora reformado, e com 87 anos. Vai ganhar uma cor nova, a ferrugem, ao contrário da história, vai ser apagada e pintada de castanho. Ficarão estas coisas guardadas, para contar histórias, como um dias as que agora foram compradas por mim ou para mim, contarão.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Falta-me ar puro!

Faltam-me dias. Faltam-me dias meus. Dias de ar puro, em que os pulmões se enchem de coragem, e partem caminhos fora. Como água do rio em corrente solta. O dia nasce branco, pintado de nevoeiro em todo o lado para que se olhe. Os raios de sol, tentam agora, bater nos vidros já da sala, onde estou sentada, e evaporar o nevoeiro, numa espécie de fumo leve. Como toque de uma mão suave numa cara fria, onde o amor, é maior que o dia! Deixam-me saudades os caminhos passados, as pessoas levadas. Mesmo que os caminhos lá estejam, as pessoas não vão lá estar. Não vão pelo menos, ter a mesma cara nova que tinham, ou pelo menos que eu achava. Com os olhares tristes ou não, com rugas de expressão, com sorrisos bonitos. Se não for agora na passagem do meu novo caminho, que seja pela felicidade de tempos passados. Serão os verdadeiros!

  Sorri para ti avó. Como um raio de sol incide nas flores campo.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Um, dois, e já não há três!

O pobre do peixinho branco,  aquele em que eu depositava tantas expectativas, morreu. Durou um dia, um dia! Ao menos, não durou o suficiente para eu me afeiçoar tanto a ele, ao ponto de chorar quando ele morresse.  Ainda morreu em boa hora, foi o que foi!  A ter que morrer.  Aff. Canseira.