Escolhi o dia de hoje, para voltar a subir à "minha faculdade", ver as pessoas que ainda sabem o meu nome. Aquelas que ainda sorriem e acenam com o mesmo entusiasmo como se ainda ontem me tivessem visto lá.
O croissant margarida com manteiga e o café de sempre, sabem agora a saudade. A "Balada da Despedida" diz-me agora, mais que em qualquer outra altura.
Reconheço agora saudades do sítio de onde ainda agora saí.
E afinal Março é que é o meu mês de balanços pessoais.
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segunda-feira, 2 de março de 2015
segunda-feira, 31 de março de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
Coimbra aos olhos de quem a ama!
Coimbra, por onde passo, sem pestanejar, Coimbra que me recebe sem exitar.
Coimbra onde acordo cedo, e a luz é escura. E o Céu engana. E o Céu não passa, nem prevê. Nem raio de sol, nem dia cinzento. Palmilho-te Coimbra, depois disso, depois de ser dia. Caminho em passos largos, ruas fora, sem conforto, e sinto saudades dos dias em que em vez de ruas fora, ruas direitas, ruas planas, eram ruas exigentes, de calçadas pouco confortáveis, caminhadas por ténis. Passagem certa pelo Arco de Almedina, presenteada pela "Balada da Despedida", e de seguida pelo quebra costas, tantas vezes me cansei ao subir. Tantas vezes sorri de orgulho pelas escadas a cima! Olho agora o Mondego, transborda de água, e eu transbordo, de nostalgia, ainda dentro de ti! Tens sido mãe Coimbra, tens sido amor, a capital dele, tens sido casa, tens sido trabalho, tens sido orgulho, tens sido lágrimas. Tens sido, o que nunca nada foi: o salto para o que virá! Hoje em especial, obrigada Coimbra! Obrigada Parque Verde pelo abraço em que me envolveste, até hoje. E até sempre!
Coimbra onde acordo cedo, e a luz é escura. E o Céu engana. E o Céu não passa, nem prevê. Nem raio de sol, nem dia cinzento. Palmilho-te Coimbra, depois disso, depois de ser dia. Caminho em passos largos, ruas fora, sem conforto, e sinto saudades dos dias em que em vez de ruas fora, ruas direitas, ruas planas, eram ruas exigentes, de calçadas pouco confortáveis, caminhadas por ténis. Passagem certa pelo Arco de Almedina, presenteada pela "Balada da Despedida", e de seguida pelo quebra costas, tantas vezes me cansei ao subir. Tantas vezes sorri de orgulho pelas escadas a cima! Olho agora o Mondego, transborda de água, e eu transbordo, de nostalgia, ainda dentro de ti! Tens sido mãe Coimbra, tens sido amor, a capital dele, tens sido casa, tens sido trabalho, tens sido orgulho, tens sido lágrimas. Tens sido, o que nunca nada foi: o salto para o que virá! Hoje em especial, obrigada Coimbra! Obrigada Parque Verde pelo abraço em que me envolveste, até hoje. E até sempre!
Neuza Martins
Incidiu um raio de sol no meu Sorriso.
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