"Encantos onde me perco sem nunca me ter perdido..."
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
E não ias andar pela Capital?* #2
Ascensor da Bica
Bairro Alto
Armazéns do Chiado
Arco Triunfal da Rua Augusta
Praça do Comércio
*Onde Passear
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Até amanhã Lisboa! ♥
Apetecem-me conversas em silêncio. Daquelas que não é preciso dizer nada. Está tudo dito!
Alfama | Lisboa
segunda-feira, 21 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
Coimbra aos olhos de quem a ama!
Coimbra, por onde passo, sem pestanejar, Coimbra que me recebe sem exitar.
Coimbra onde acordo cedo, e a luz é escura. E o Céu engana. E o Céu não passa, nem prevê. Nem raio de sol, nem dia cinzento. Palmilho-te Coimbra, depois disso, depois de ser dia. Caminho em passos largos, ruas fora, sem conforto, e sinto saudades dos dias em que em vez de ruas fora, ruas direitas, ruas planas, eram ruas exigentes, de calçadas pouco confortáveis, caminhadas por ténis. Passagem certa pelo Arco de Almedina, presenteada pela "Balada da Despedida", e de seguida pelo quebra costas, tantas vezes me cansei ao subir. Tantas vezes sorri de orgulho pelas escadas a cima! Olho agora o Mondego, transborda de água, e eu transbordo, de nostalgia, ainda dentro de ti! Tens sido mãe Coimbra, tens sido amor, a capital dele, tens sido casa, tens sido trabalho, tens sido orgulho, tens sido lágrimas. Tens sido, o que nunca nada foi: o salto para o que virá! Hoje em especial, obrigada Coimbra! Obrigada Parque Verde pelo abraço em que me envolveste, até hoje. E até sempre!
Coimbra onde acordo cedo, e a luz é escura. E o Céu engana. E o Céu não passa, nem prevê. Nem raio de sol, nem dia cinzento. Palmilho-te Coimbra, depois disso, depois de ser dia. Caminho em passos largos, ruas fora, sem conforto, e sinto saudades dos dias em que em vez de ruas fora, ruas direitas, ruas planas, eram ruas exigentes, de calçadas pouco confortáveis, caminhadas por ténis. Passagem certa pelo Arco de Almedina, presenteada pela "Balada da Despedida", e de seguida pelo quebra costas, tantas vezes me cansei ao subir. Tantas vezes sorri de orgulho pelas escadas a cima! Olho agora o Mondego, transborda de água, e eu transbordo, de nostalgia, ainda dentro de ti! Tens sido mãe Coimbra, tens sido amor, a capital dele, tens sido casa, tens sido trabalho, tens sido orgulho, tens sido lágrimas. Tens sido, o que nunca nada foi: o salto para o que virá! Hoje em especial, obrigada Coimbra! Obrigada Parque Verde pelo abraço em que me envolveste, até hoje. E até sempre!
Neuza Martins
Incidiu um raio de sol no meu Sorriso.
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