Ora então, actividades desenvolvidas ao longo destes últimos dias. Festa da Vila e eu em casa a trabalhar. Festa na Cidade ao lado e eu em casa a trabalhar. Fogo de artifício e eu em casa a trabalhar. Muita gente na praia e eu em casa a trabalhar. Jantar de amigos e eu em casa a trabalhar. Perspectivas para os dias que se seguem, eu em casa a trabalhar.
Ò vida social, andais vós no auge!
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sábado, 26 de julho de 2014
domingo, 6 de julho de 2014
sábado, 24 de maio de 2014
Gostar dos dois lados da vida!
Gosto de estar assim, rodeada de pessoas, barulho e confusão durante a semana na Cidade, e gosto do silêncio, do cheiro da Natureza, e da calma durante o fim-de-semana no Campo. Acho que sou abençoada por ter estes dois lados da vida em simultâneo. Gosto das simples fotografias que tiro às flores campestres, gosto dos coentros que me esperam em cima da hora de almoço se me apetecer temperar o comer com eles. Gosto do cheiro da salsa fresca, e do tomilho a cair como a mais fina flor. Gosto da porta que dá para o jardim, e para as flores mais delicadas. Gosto da porta que dá para o quintal, e dos legumes mais frescos. Sem deixar de lado a vida na Cidade, gosto da simplicidade da vida no Campo ao fim-de-semana. Gosto. Gosto mesmo!
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terça-feira, 6 de maio de 2014
As tuas ruas, são o nosso caminho.
As ruas desta Cidade, têm agora, cores uniformes. O preto e o branco são as vestes delas nesta altura, mais do que em qualquer outra altura do Ano. Somos filhos, somos netos, somos irmãos, somos sobrinhos, afilhados, primos, irmãos e cunhados, mas somos Estudantes. Percorremos o caminho que nos dará orgulho no presente, e pão no futuro. Somos agora Estudantes na alegria da conquista, na tristeza da derrota, mas no ensaio de uma vitória próxima. Anseio pelos acordes da guitarra, a tristeza da balada, e o arrepio na alma. Boa noite Coimbra, adormece agora, para que amanhã acordes de novo com o bulício dos teus filhos. Destes que te escolheram para seres Mãe neste caminho.
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
Cai a noite na Cidade.
Lisboa
Após o Pôr do Sol, desceu a noite,
fez-se escuro na rua,
fez-se luz na casa,
fez-se luz nos sorrisos, e nas almas que o permitiram. Boa noite.
Neuza Martins
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Apetecia-me ser minha! [Boa tarde] ♥
Apetecia-me ser minha. Eu, sem sombra, sem frio, ou sem calor. Apetecia-me ser só eu pela Cidade fora. Durante o dia de trabalho, pensei em inúmeras coisas que me apeteciam estar a fazer naquele momento. Segunda feira em Coimbra, com Sol, e sem a I. para partilhar o gabinete, só ao longe as vozes das conversas mais banais se faziam ouvir. Não sonhei alto, não sonhei sonhos impossíveis de realizar. Sonhei que queria acabar o meu dia sozinha, a ver o Pôr do Sol, na esplanada junto ao Rio Mondego. Sonhei com a aragem a despentear-me, a passar ao de leve na minha blusa, e a arrepiar-me depois do sol encoberto pelas nuvens.
Realizei os sonhos. Fui feliz. ♥
Realizei os sonhos. Fui feliz. ♥
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Observação! Cusquice ou não?
Pode haver quem considere a observação como um acto cabaneiro, de cusquice. Mas eu acho-me detentora de algum poder de observação, e não o vejo com esses olhos. A meu ver, a observação, permite-nos olhar a vida de outra maneira, permite-nos comparar realidades. Perceber se a pessoa que eu vi ontem, e me disse bom dia, foi a mesma que eu vi hoje e que me vai permitir dizer bom dia também. Faz-me aperceber que apesar de estar numa Cidade, e de não conhecer grande parte das pessoas, me cruzo com as mesmas, um grande número de vezes. Faz-me aperceber de que realmente as pessoas são rotineiras, e que todos os dias mais minuto menos minuto, vai passar aquela mãe com aqueles filhos a caminho do Colégio que levam estampado na indumentária. Há agitação e há bulício, e mesmo enquanto dormimos, o Mundo não pára, à nossa volta não pára, mesmo que o fuso horário seja o mesmo. Logo de manhã, passam por mim ambulâncias em Missão Urgente de Secorro. As amarelinhas do INEM, aquelas que nós não nos apercebemos, mas que trabalham noite e dia, por vidas, ou não, muitas das vezes. E que basta observarmos, para nos apercebermos. Continuam a achar que observar é mau?
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