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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
[Desta luta pela Vida]
O girassol procura o sol para se orientar, E eu procuro o mesmo. Não o sol. Mas o caminho que me oriente. Não quero o caminho que me beije a mão e me diga que estou certa. Quero o caminho que me faça tropeçar nos espinhos e avançar a passos largos para o futuro.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
9 de Agosto de 2014.
Fez 29 anos que nasceste. És mais velho. És irmão mais velho. Não me lembro de seres um dos espermatozóides que viviam no mesmo condomínio que eu, e não sei se não gostavas da vizinhança, ou se foste o escolhido para abrir caminho para mais tarde eu te seguir as pisadas, mas deixaste as terras que só nós dois partilhámos, 6 anos antes de mim. Vieste para fazer pessoas felizes! Para me fazeres feliz. Para ser feliz. Não gostas destas coisas em que falo sobre ti, que vês como publicidade da pessoa que tu és. Não és um produto e muito menos podes ser comprado com P.V.P (Possivelmente depois de leres isto, não chegarei muito bem ao teu primeiro ano como trintão). Mas aguenta, afinal foste tu que pediste uma mana. Parabéns irmão!
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Queremos tudo menos estar iguais!
Nunca queremos estar iguais. Nem estar iguais aos outros, nem estar iguais ao que estamos, ou ao que já estivemos. Hoje caminhava rua fora, e passava por um edifício espelhado. Passo apressado, é o meu, é o normal, é o costume. Tenho sempre pressa no andar. Ao olhar-me no edifício espelhado, reparei no meu cabelo, apanhado (o tempo meio esquisito, permite-me que seja esquisito definir a vestimenta, e com o calor que estava, apertei o cabelo). Apesar do cabelo apanhado, notei-o comprido. Senti-me contente de o ter tão comprido, até porque tendo eu o cabelo encaracolado, nunca dá para perceber realmente o tamanho dele, a menos que esteja esticado (não vou muito nessa). Pensei então que há um ano a trás, estava exactamente assim, e chegado a Agosto, levou um corte de que até aí não tinha memória. Depois do corte e das exclamações: Uau, que diferente! Uau! uau! A lembrança passa. E daí a duas semanas estava feita Madalena arrependida por ter feito aquilo ao pobre do cabelo. Agora que voltou a estar comprido, temo que a ideia que me possa vir a assombrar, seja exactamente a mesma de Agosto passado.
terça-feira, 6 de maio de 2014
As tuas ruas, são o nosso caminho.
As ruas desta Cidade, têm agora, cores uniformes. O preto e o branco são as vestes delas nesta altura, mais do que em qualquer outra altura do Ano. Somos filhos, somos netos, somos irmãos, somos sobrinhos, afilhados, primos, irmãos e cunhados, mas somos Estudantes. Percorremos o caminho que nos dará orgulho no presente, e pão no futuro. Somos agora Estudantes na alegria da conquista, na tristeza da derrota, mas no ensaio de uma vitória próxima. Anseio pelos acordes da guitarra, a tristeza da balada, e o arrepio na alma. Boa noite Coimbra, adormece agora, para que amanhã acordes de novo com o bulício dos teus filhos. Destes que te escolheram para seres Mãe neste caminho.
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