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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Os outros são isso mesmo. Os outros.

«Acreditar em nós, mais do que naquilo que os outros pensam de nós. Não ter medo de mudar a nossa história, o sentido da nossa história, a direcção, o meio e o fim. Não há nada mais libertador do que mudar o meio e o fim da nossa história.
Conjugar esforços. Fazer escolhas. Decidir aquilo que gostamos e que nos aproxima mais de quem somos. Resolver o que nos faz mal. Arrumar aquilo que não queremos viver.  
Simplicidade, é nela que se encontra o essencial.»

sábado, 19 de julho de 2014

É muita bom caraças!

Sábados cheios caraças! A noite voltou a ser agitada, com sonhos mais virados para o pesadelo. O ícone do Gmail entra-me sonho dentro e acordo a temer que seja a minha orientadora a (des)orientar-me a vida com e-mails chatos. Para contrabalançar, há amor e há carinho. Há pequeno almoço na cama. E há miminho que em dias farruscos como os de hoje, fazem melhor que a brisa do mar em dias quentes. Aconchegada fiquei. Fui ficando e adormeci. Não sonhei. Nem bom nem mau. Dormi, descansei, e acordei de alma lavada. Recebi miminhos, e tive a casa cheia. Gente grande e gente pequena a fazerem-me feliz. Daqueles momentos em que nem a cara deles vimos por completo. Fazemos zoom nos sorrisos e ali ficamos a desejar que sejam eternos! É muita bom.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Alguns minutos de silêncio.

Finalmente ontem, o dia, em que vi "A Culpa é das Estrelas". Querem saber se fui mais uma das Marias Madalenas que chorou? Fui sim senhora. Não por ser uma história de amor. Não porque me tenha feito contactar com a realidade do cancro, o drama da perda de um filho e o drama da perda de uma pessoa que nos é querida. Não por isso. Foi-me dor, porque o cancro não me é anónimo. O cancro não me é longínquo, é uma realidade, e é-me familiar. O cancro tem para mim um nome, e uma cara. Que me serve como "representante" de tantos outros. Pessoas que têm vidas, pais e mães, mais ou menos presentes, irmãos ou irmãs, avós e amigos. Eu fui amiga. Amiga até ao fim de um corpo presente. Amiga de uma alma para sempre. Seja o para sempre, marcado pelo tempo que eu exista. Existirá ela comigo. Levada com a idade que tinha, levada com os sonhos que não concretizou, com os que estava a concretizar, e talvez alguns que tenha concretizado, mas muitos menos que aqueles que teria tempo de concretizar, se tivesse tempo de viver.
Vi-te ontem na Hazel Grace, doente, mas com força de sonhar e de viver!
Diz-nos no livro/filme que a "dor é para ser sentida..."
E é. E é por isso que ainda hoje sinto a dor da tua perda.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Apetecia-me ser minha! [Boa tarde] ♥

Apetecia-me ser minha. Eu, sem sombra, sem frio, ou sem calor. Apetecia-me ser só eu pela Cidade fora. Durante o dia de trabalho, pensei em inúmeras coisas que me apeteciam estar a fazer naquele momento. Segunda feira em Coimbra, com Sol, e sem a I. para partilhar o gabinete, só ao longe as vozes das conversas mais banais se faziam ouvir. Não sonhei alto, não sonhei sonhos impossíveis de realizar. Sonhei que queria acabar o meu dia sozinha, a ver o Pôr do Sol, na esplanada junto ao Rio Mondego. Sonhei com a aragem a despentear-me, a passar ao de leve na minha blusa, e a arrepiar-me depois do sol encoberto pelas nuvens.
Realizei os sonhos. Fui feliz. ♥