Finalmente ontem, o dia, em que vi "A Culpa é das Estrelas". Querem saber se fui mais uma das Marias Madalenas que chorou? Fui sim senhora. Não por ser uma história de amor. Não porque me tenha feito contactar com a realidade do cancro, o drama da perda de um filho e o drama da perda de uma pessoa que nos é querida. Não por isso. Foi-me dor, porque o cancro não me é anónimo. O cancro não me é longínquo, é uma realidade, e é-me familiar. O cancro tem para mim um nome, e uma cara. Que me serve como "representante" de tantos outros. Pessoas que têm vidas, pais e mães, mais ou menos presentes, irmãos ou irmãs, avós e amigos. Eu fui amiga. Amiga até ao fim de um corpo presente. Amiga de uma alma para sempre. Seja o para sempre, marcado pelo tempo que eu exista. Existirá ela comigo. Levada com a idade que tinha, levada com os sonhos que não concretizou, com os que estava a concretizar, e talvez alguns que tenha concretizado, mas muitos menos que aqueles que teria tempo de concretizar, se tivesse tempo de viver.
Vi-te ontem na Hazel Grace, doente, mas com força de sonhar e de viver!
Diz-nos no livro/filme que a "dor é para ser sentida..."
E é. E é por isso que ainda hoje sinto a dor da tua perda.
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terça-feira, 8 de julho de 2014
Alguns minutos de silêncio.
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
Raios parta que não foste feita para isto!
Não me chamar Neuza Sofia, achei eu que poderia ser um bom indício para ser uma pessoa paciente. Aliás, pensei que para além de paciente, pudesse ser também ajeitadinha. Mas nada. Pensamento errado.
Sempre achei que umas unhas bonitas e bem tratadas, eram meio caminho para unas mãos elegantes, e que para além de elegantes e vistosas, iam aguentar a combinação com qualquer tipo de anel que fosse colocado no dedinho para acabar de compor a mãozinha. No que aos vernizes diz respeito, há uma infinidade de cores, que podem ser conjugadas numa infinidade de hipóteses. Já que pequenos pormenores fazem a diferença e eu de ajeitadinha não tenho nada, lancei-me na aventura, de ir à manicure todas as semanas para ter umas unhas em condições. Agora eram azuis, e depois já eram amarelas, e agora tinham lacinhos e depois já tinham libelulas. Conclusão, ao fim de três semanas a fazer as unhas todos os sábados, FAR-TEI-ME! Fui tentada a fazer unhas de gel, mais uma vez. E digo mais uma vez, porque já tinha tentado esta coisa, duas vezes. E das duas vezes anteriores tinha garantido, NUNCA MAIS! (Aqueles nunca mais, que nunca mais deviam ser proferidos!) Conclusão, lá fui eu à terceira. Vim de lá, vaidosa, radiante com as unhas azulonas, tão azulonas, que o Azul do Futebol Clube do Porto ficava a um canto, e a coisa durou quatro semanas. Um descanso. No final das quatro semanas, lá fui eu mudar a vestimenta das unhas. Saiu um cor-de-rosa e um cupcake desenhado a pincel, com uma perfeição incrível. E mais 4 semanas passaram, mas a minha paciência para estar sempre a ir lá e a escolher, passou igualmente. Portanto, na terceira vez que lá meti os pés, senti mesmo vontade de dizer raios parta que não fui feita para isto. Pedi que me tirassem o gel das unhas, e não tive a mínima paciência, nem para que depois de me tirarem o gel, deixar que mas pintassem com verniz transparente. Conclusão, as unhas estão realmente mais finas que uma folha de papel, doiem, mas doiem tão a sério, como a gente grande. Querias umas unhas bonitas? Tens realmente umas bonitas unhas. Se estiverem tapadas...
Como conclusão, sou ajeitadinha a estragar o que estava bem.
Sempre achei que umas unhas bonitas e bem tratadas, eram meio caminho para unas mãos elegantes, e que para além de elegantes e vistosas, iam aguentar a combinação com qualquer tipo de anel que fosse colocado no dedinho para acabar de compor a mãozinha. No que aos vernizes diz respeito, há uma infinidade de cores, que podem ser conjugadas numa infinidade de hipóteses. Já que pequenos pormenores fazem a diferença e eu de ajeitadinha não tenho nada, lancei-me na aventura, de ir à manicure todas as semanas para ter umas unhas em condições. Agora eram azuis, e depois já eram amarelas, e agora tinham lacinhos e depois já tinham libelulas. Conclusão, ao fim de três semanas a fazer as unhas todos os sábados, FAR-TEI-ME! Fui tentada a fazer unhas de gel, mais uma vez. E digo mais uma vez, porque já tinha tentado esta coisa, duas vezes. E das duas vezes anteriores tinha garantido, NUNCA MAIS! (Aqueles nunca mais, que nunca mais deviam ser proferidos!) Conclusão, lá fui eu à terceira. Vim de lá, vaidosa, radiante com as unhas azulonas, tão azulonas, que o Azul do Futebol Clube do Porto ficava a um canto, e a coisa durou quatro semanas. Um descanso. No final das quatro semanas, lá fui eu mudar a vestimenta das unhas. Saiu um cor-de-rosa e um cupcake desenhado a pincel, com uma perfeição incrível. E mais 4 semanas passaram, mas a minha paciência para estar sempre a ir lá e a escolher, passou igualmente. Portanto, na terceira vez que lá meti os pés, senti mesmo vontade de dizer raios parta que não fui feita para isto. Pedi que me tirassem o gel das unhas, e não tive a mínima paciência, nem para que depois de me tirarem o gel, deixar que mas pintassem com verniz transparente. Conclusão, as unhas estão realmente mais finas que uma folha de papel, doiem, mas doiem tão a sério, como a gente grande. Querias umas unhas bonitas? Tens realmente umas bonitas unhas. Se estiverem tapadas...
Como conclusão, sou ajeitadinha a estragar o que estava bem.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Caramba
Se eu sou tua madrinha, e estou preocupada porque te dói um dentinho, não quero imaginar se fosses minha filha, e tivesses algo realmente grave! Um dia talvez possa confirmar, que és como uma filha para mim, mas não preciso, já tenho a certeza disso!
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Mesmo à franga!
Ainda não percebi, porque é que gosto tanto do tempo assim mais fresquinho, e a apelar a mais roupa, se sempre que o tempo está assim, acordo a sentir-me uma franga. Depenada, com pouco peso e talvez até mesmo com um aspecto infesado por custar a aguentar tanta dor na coluna! Não pé, também não me esqueci de ti! Continuas a doer forte e feio! Que bicho!
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