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domingo, 31 de maio de 2015
Os Domingos que eu (realmente) gosto.
Acordar a meio da manhã. Apressar o pequeno-almoço. Decidir o almoço. Repartir as tarefas. Apanhar flores no jardim. Fazer uma jarra de flores. Meter a mesa ao ar livre. Almoçar em família. Ouvir chilrear. Beber café. Comer gelado. Perder a noção do tempo. Ganhar o momento. Permitir-me dormir a sesta. Acordar. Sorrir. Ser feliz.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Ah! As férias. Abraçar as terras de outrem.
Andei em terras de ninguém. Mas no fundo, de cada um que se predispõe a aprender a amá-las. Todos aprendem. E eu aprendi. Eu amei. Bebi cada lufada de ar puro. Comi com os olhos cada ponta de verde que me envolvia como cobertor que protege o calor da alma. Fechei os olhos e adormeci. Ao som do silêncio. Esqueci-me de que tenho medo. De que o meu medo é por tudo, de que o meu medo é por nada. Abracei cada criador meu. Senti-lhes a felicidade, e a ausência de remorsos por estarem a gastar o fruto do trabalho deles. Senti um tempo só nosso, apesar de um tempo rápido. E uma vontade, uma vontade de que estes sejam os momentos eternos. ♥
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
365 dias em poucas palavras:
Terminei o Mestrado;
Assinei o meu primeiro contracto de trabalho;
Recebi o meu primeiro ordenado;
Visitei sítios bonitos;
Cresci profissionalmente;
Partilhei a minha vida com quem amo;
Perdi o meu avô;
Tornei-me voluntária no Bairro do Amor;
Assinei o meu primeiro contracto de trabalho;
Recebi o meu primeiro ordenado;
Visitei sítios bonitos;
Cresci profissionalmente;
Partilhei a minha vida com quem amo;
Perdi o meu avô;
Tornei-me voluntária no Bairro do Amor;
Cheguei ao Hospital de ambulância;
Gozei férias em família;
Comprei as prendas de Natal com o dinheiro ganho por mim;
Conheci gente (muito) boa;
Adoptei um gato;
Engordei;
Tracei rotas;
Realizei objectivos;
Aprendi a dar (ainda mais) valor à vida;
Comprei as prendas de Natal com o dinheiro ganho por mim;
Conheci gente (muito) boa;
Adoptei um gato;
Engordei;
Tracei rotas;
Realizei objectivos;
Aprendi a dar (ainda mais) valor à vida;
Baptizou-se o benjamim da família;
Deixei de ser estudante;
Aprendi a gostar de café;
Aprendi a gostar de café;
Amadrinhei uma criança;
Viciei-me em sushi;
Aprendi a gostar de conduzir;
Viciei-me em sushi;
Aprendi a gostar de conduzir;
Tive um casamento Real;
Tornei as minhas idas ao café em noites infindáveis;
Tornei as minhas idas ao café em noites infindáveis;
Venha 2015!
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terça-feira, 18 de novembro de 2014
[A família que a Vida nos escolhe...]
Por trás destes sorrisos, há sushi (muito sushi), momentos de cumplicidade, e risos, tantos risos. Obrigada meu amor.
♥
domingo, 12 de outubro de 2014
[...a cores]
É bom sentir que uma semana depois, a minha casa volta a uma normalidade, (embora que relativa). Relativa porque acho que se fôssemos eticamente normais, de alguma patologia havíamos de sofrer. A minha casa é isto. É ter uma normalidade relativa, mas feliz, mas saudável. São projectos para quatro. Obrigada à família cá de casa. ♥
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Sábado no Porto.
Pronto, andei de rabo alçado durante o dia de Sábado. Culpada me confesso. A minha balança está viciada. Num prato Lisboa, noutro prato, Porto. Pende sempre para o mesmo lado. Não tenho como a enganar. Ela gosta do Porto a sério. Nada de namoricos do Liceu. Coisa séria para se casar.
Almoçámos mal, Já deu para perceber não já? Lanchámos pior ainda. É perceptível certo? E o resto... O resto ainda está por contar.
domingo, 14 de setembro de 2014
É amor. É tudo.
Fim-de-semana é sinónimo de tranquilidade e de equilíbrio. Tudo aquilo que não consegui encontrar durante o corropio da semana, encontro agora no conforto da casa e da família. São os sorrisos que tão bem conheço que me recebem, são as vozes tão familiares que me incentivam, são os corações tão cheios de amor que param o tempos dos relógios que teimam em acelerar este processo. É tão bom ter um coração que escalda de Amor. ♥
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
A cabra deu-lhes que fazer.
Fui estudante de Coimbra durante 5 anos. Dia após dia adiei a subida à Torre da Universidade de Coimbra (A cabra) pelo motivo A, pelo motivo B ou pelo motivo C.
No dia 15 de Agosto, achei por bem dar uma estafa à família inteira portanto a criançada incluída. Enquanto se lembrarem desta (Ok. Julgo não serem capazes de se esquecer.) não arriscam a fazer qualquer tipo de actividade comigo.
Fiz os pobres palmilharem quilómetros em Coimbra, e onde eu fiquei feliz, uns ficaram em pânico, e outros desistiram, Instalou-se o caos na subida à Torre da Universidade. Ao início eram só uns 180 degraus para subir e uns vamos! vamos! vamos! citados. Depois disso já eram umas exclamações género: "-Estas escadas em caracol não me deixam muito confortável!"; "-As escadas estão cada vez mais estreitas."; "-Isto abana tudo." (Acho que o que abanava eram as pernas com o nervosismo)
(A criançada ria. E eu acho que subia sem pensar na vida.)
E foi assim que sem pensar na vida, e depois de 180 degraus subidos e muitos apertos (alguns no coração), eu cheguei ao topo da Torre da Universidade e tive a vista perfeita sobre a Cidade de Coimbra. Assim, ao fim de 5 anos a estudar em Coimbra, e muitos mais anos a correr para lá, Coimbra ainda me surpreende, e ainda me dá razões para a amar.
Como não sou egoísta, aqui fica um pedacinho do que por lá se mira.
sábado, 19 de julho de 2014
É muita bom caraças!
Sábados cheios caraças! A noite voltou a ser agitada, com sonhos mais virados para o pesadelo. O ícone do Gmail entra-me sonho dentro e acordo a temer que seja a minha orientadora a (des)orientar-me a vida com e-mails chatos. Para contrabalançar, há amor e há carinho. Há pequeno almoço na cama. E há miminho que em dias farruscos como os de hoje, fazem melhor que a brisa do mar em dias quentes. Aconchegada fiquei. Fui ficando e adormeci. Não sonhei. Nem bom nem mau. Dormi, descansei, e acordei de alma lavada. Recebi miminhos, e tive a casa cheia. Gente grande e gente pequena a fazerem-me feliz. Daqueles momentos em que nem a cara deles vimos por completo. Fazemos zoom nos sorrisos e ali ficamos a desejar que sejam eternos! É muita bom.
domingo, 18 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
Uma boa noite. Com mimo mimo mimo. ♥
Dizem que todos temos uma criança dentro de nós, e eu acredito que sim. Já não estava em minha casa, há duas semanas. Sentia-lhe a falta. Do movimento dos 4 e o perfume da famíla. Ontem quando finalmente cheguei e os beijei, só tive realmente vontade de uma coisa: pedir colo. Afinal o colo dos nossos, será sempre o nosso colo. E andemos nós por andarmos, a nossa casa será sempre aquela onde somos mais felizes que em qualquer outra. Adormeci ontem como uma criança: estoirada. E quero adormecer hoje, da mesma forma. Boa Noite. ♥
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Passagem de Ano: em Relato!
Cheguei de Coimbra, já ia avançada a tarde de dia 31. Trazia na bagagem, mil e uma coisas que já faltavam em casa, depois de um Natal, que virou uma verdadeira festa. Entre arrumar compras, e beijar a família, já o jantar estava ao lume. E eu sem dar conta disso, mantinha-me na minha inteira descontracção de turista num país desconhecido. Tentei que me tirassem as ultimas fotografias de 2013, mas acho que era a máquina, sim, tinha que ser, estava irrequieta, e nenhuma fez as delicias daqui da minha pessoa, que é mais exigente que eu sei laaaa! Já a paciência dos fotógrafos, fluía mais depressa que o sumo por uma palhinha a baixo. Toma, toma, toma, e passou a máquina em três mãos diferentes, e nada feito! A L. apareceu, veio visitar-me. Fez as minhas delicias, com os abraços amorosos de quem me vê crescer, e fez as delicias dos "fotógrafos", que para além do resto, se livraram de aturar os meus pedidos exigentes! Hora de meter a mesa, e eu sem dar conta de nada, apreço-me a ajeitar as coisas à minha maneira. Não inclui castiçais altos, flores de Natal, ou centros de azevinho. Inclui o meu gosto e o meu carinho a preparar as coisas para mim, e para os meus. Depois de jantar, ainda houve tempo de ir compondo a mesa, com iguarias. Um põe e tira do forno. E a pouco e pouco a mesa encheu. Encheu de gente. Que não é muita, mas é a minha cá de casa! E a conversa fez-se, e as iguarias, comeram-se,as mensagens enviaram-se e a meia noite chegou com a contagem decrescente com que a televisão nos brinda! E feliz 2014 pessoas!
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
São Festas! #7
O Natal, o meu Natal, aquele que eu apelidei de dia das prendas para que me pudesse abstrair da época pelas saudades e pela tristeza que me tem trazido, principalmente nos últimos anos, veio a revelar-se uma festa. Uma verdadeira festa (Não com a felicidade toda.) em que não contava a roupa, nem os presentes. Contou a família, e os amigos. E a casa tão cheia. Sem contar, juntámo-nos todos, aqui, na minha casa, onde antes, durante anos a fio, nos encontrávamos propositadamente. Foi até a cabeça doer, de tantas vozes em simultâneo, foi até a confusão ter mais voz que a televisão. Foi até o meu rosto ter mais felicidade que alguma vez teve nos últimos anos. Os três. O meu corpo sentiu os abraços mais quentes, os beijos mais repenicados, e os elogios mais carinhosos.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Tive tudo o que desejava para este Natal!
Saúde.
Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos.
Amor. Alegria. ★♥
Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Família. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos. Amigos.
Amor. Alegria. ★♥
domingo, 15 de dezembro de 2013
Regresso a casa!
O regresso a casa, foi feito numa companhia "aérea", muito mais agradável. Apesar do bom tratamento recebido na anterior, nada melhor que a tranquilidade e o conforto dos meus. Descanso e miminhos extra, e estou pronta para recomeçar. Nos miminhos extra, estão incluídos berros de terceiros, afilhada a falar-me aos ouvidos e o primo/irmão a desfazer-me a cabeça para saber o que é a prenda de Natal. Família (onde estão incluídos os amigos) absolutamente maravilhosa!
domingo, 1 de dezembro de 2013
Sobre o mês de Dezembro!
Este mês, traz para mim, em especial, algumas reservas! Há uns anos (poucos) sonhava com este mês, com uma intensidade fora do normal. E ansiava com a minha família toda junta, e árvores de Natal, e presépios, e presentes, e tudo o que da quadra que se aproxima, se espera. A ansiedade intensa pelo Natal, acabou por se revelar noutro tipo de ansiedade. Uma ansiedade de que a tristeza acabasse. A minha avó deu entrada no Hospital no dia 25 de Dezembro,e acabou por falecer durante a noite, já dia 26. Por isso, desde esse dia, que posso não ser pobre de espírito, mas sou pobre de coração, perdi a "mãe" das mães, a minha avó que tanto me ajudou a crescer e me fez um Ser tão parecido com ela. Por isso, não faço nem árvores de Natal, nem presépios, com antecedência, faço um dois dias antes, e peço em vez de presentes, saúde! Agradeço a todos os que têm evocado esforços para que esta tendência seja revertida, e para que este dia de que tanto se fala, volte ao mais normal possível. Sei que tenho dado luta, e trabalho, neste campo. Mas já tenho conseguido olhar para umas árvores e uns presépios. É assim, como que uma espécie de conquista para mim! No entanto, continuo a gostar de ver as pessoas felizes e entusiasmadas à minha volta nesta quadra. Só em vez de Feliz Natal, desejo Sáude e Amor junto dos que mais amam!
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Vindo do lado mais babado!
Agora há uns dias, num Domingo, em família, mexemos e remexemos em fotografias. Encontrámos muitas, boas, daquelas em família e em que a ternura estava mais que patente. Tirei algumas para o lado, incluindo uma minha com o meu irmão. Meios escondidos por palhas de arroz, mas não escondidos por completo. A fotografia tinha já a ternura com que tenho crescido ao longo deste 22 anos. Coloquei a fotografia numa moldura na mesa de cabeceira no quarto que é meu durante a semana, por ser aqui que a passo, para que nunca me esqueça daquilo que o coração também não deixa. Que a ternura e o amor do meu irmão para mim, são infindáveis. Ontem à noite, estava já entre cobertores, quando me batem à porta e eu digo: sim? Entra. Era o meu irmão. Entrou, compôs as minhas cobertas, deu-me um beijinho, e desejou-me boa noite. E é assim que eu sei que a ternura está muito para além da fotografia de há já alguns anos a trás. Obrigada Irmão.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Hoje sinto-me nua!
Não nua no sentido da vestimenta, da toilette. Dessa parte, bem ou mal, estou vestida! Mas, dizem que são os filhos que mudam as rotinas das mães, dos pais, das famílias, mas sendo eu que eu não tenho filhos, o que muda mesmo a minha rotina, é o autocarro! Raios o partam, está armado em noiva em dia de casamento. Se o noivo lá não está no altar à sua espera, a noiva põe-se a andar. O autocarro faz o mesmo. Se eu lá não estou à espera dele a tempo e horas, passa, e nem rastos deixa. Nem um ramo de flores deixa por descuido para trás, a dar ares de por lá ter passado. Pronto, sendo assim um ingrato, o melhor, quer dizer, o obrigatório, é estar a tempo e horas na paragem. E por isso, hoje, qual creme na cara, qual creme nas mãos, qual perfume, qual acessório. Eu e a minha mala, ao ombro, a correr, e foi se quis. Nunca me tinha acontecido. Sinto-me despida dos cheiros que me caracterizam. Acho afinal, que não tenho ainda a mala com toda a tralha necessária.
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