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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Ah! As férias. Abraçar as terras de outrem.
Andei em terras de ninguém. Mas no fundo, de cada um que se predispõe a aprender a amá-las. Todos aprendem. E eu aprendi. Eu amei. Bebi cada lufada de ar puro. Comi com os olhos cada ponta de verde que me envolvia como cobertor que protege o calor da alma. Fechei os olhos e adormeci. Ao som do silêncio. Esqueci-me de que tenho medo. De que o meu medo é por tudo, de que o meu medo é por nada. Abracei cada criador meu. Senti-lhes a felicidade, e a ausência de remorsos por estarem a gastar o fruto do trabalho deles. Senti um tempo só nosso, apesar de um tempo rápido. E uma vontade, uma vontade de que estes sejam os momentos eternos. ♥
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Doze dedinhos de amor mainovo.
Filhos de pais diferentes, mas meu irmão mais novo. Não sei como explicar a quem não percebe. Mas para nós é simples.
Explica-me só como é que já conseguiste crescer tanto mainovo! Parabéns.
Explica-me só como é que já conseguiste crescer tanto mainovo! Parabéns.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Ser feliz, é ser feliz e ponto final.
Trabalhei, trabalhei e trabalhei. Trabalhei por gosto. Um dia em cheio! Cheio de vida. Se estou cansada? Estou sem dúvida. Mas se estou feliz? Estou sem dúvida. E muito mais feliz do que cansada! Fiz o caminho até à minha Vila com um pôr do Sol lindo. Um calor suave na pele, e uma luminosidade nos olhos. A liberdade do sol, a virtude dos dias grandes, a total satisfação do regresso a casa. Estou em casa. Finalmente estou em casa. O importante, o melhor: o beijo e o abraço dos meus pais quando chegamos. Ser Feliz, é saber que os vou ter. É saber que os vou encontrar. No final de uma semana boa, ou no final de uma semana má. Ao sorriso que vocês têm criado. ♥
quinta-feira, 29 de maio de 2014
[Coisas de pessoa observadora, ou para as mentes mais críticas, coisa de pessoa que não tem nadinha que fazer.]
Não tenho filhos. Por variadissimos motivos, não chegou essa altura da minha vida. Ainda. Pela minha maneira de ser, pela minha maneira de amar, pela minha maneira de observar, e pela familía que tenho, gosto de familías em especial. Gosto dos filhos dos outros, não por serem dos outros, e por saber que se chorarem, que se precisarem de colo e que se passarem noites em branco, não vou ser eu que vou estar acordada ao lado deles, para tudo o que possam querer, para tudo o que possam precisar. Gosto do G., gosta da G., das crianças que têm crescido comigo, e das outras que têm passado apenas pelo meu colo. Gosto de observar o amor dos pais pelos filhos. Gosto do amor que une familías, das familías que se criaram, e de familías que se foram criando, que se foram adaptando, e amando à medida crescente. Penso várias vezes nisto, de se amar um alguém já com filhos. Filhos de um outro amor, de um outro amor que pode já não o ser, mas que já o foi, e perante os filhos, (acho que) o será sempre. Sempre achei que nestas relações, era dar um amor a dobrar: amar duas vezes, conquistar duas vezes, e duas vezes mais. A pessoa em si, o filho, e o coração da pessoa em relação ao filho que é tão seu. (Vão mandar-me estar calada que não sei do que falo. Mas aprecio.) Mas sobre isto, encontrei quem realmente está na pele, e quem realmente descreveu tão bem aquilo que eu penso.
"...com os ritmos desta vida louca, que tantas vezes quebra o caminho originalmente pensado, as novas famílias trazem consigo os novos pais: os pais dos filhos que já existem, que serão nossos por interposta pessoa, e não nossos de sangue. admiro, muito, sempre que vejo alguém cuidar com ternura do filho de outra pessoa como se fosse dele. quando se quer com o mesmo carinho, o mesmo cuidado, como se fosse nosso. quando se tem a mesma aflição permanente.. eu nunca tinha amado por interposta pessoa. amei os meus pais porque são meus, a minha família, porque é minha. por isso é tão novo e desafiante amar um ser, não por ele (ainda), mas por ser filho de quem é. amar o filho de com quem estamos, é das maiores provas interiores - para nós próprios - de querer. e de vontade, férrea, de ter uma família, uma história com quem amamos. e desafiante: a um filho nosso pode-se berrar, exigir, mandar. sabemos que ele nos irá querer sempre, só por sermos quem o trouxe a este mundo. ao novo filho, temos de conquistar, de cativar. temos de ser o pai, mas também o conquistador. temos de amar, mas também saber fazer com que nos amem. por isso, os novos pais são postos ainda mais a prova. são pais e namorados do mesmo filho. são educadores e, ao mesmo tempo, conquistadores. desafio docemente único. sim, eu amo o teu filho, porque é teu. será um dia um bocado meu, mas será sempre primeiro teu. e de quem o criou contigo. mas ver-lhe um sorriso por minha causa, faz-me feliz. saber que ele pergunta por mim, faz-me feliz. ouvir-te dizer o nosso filho, é a emoção mais pura numa palavra tão simples: nosso. porque mesmo sem o ser, anseio, vibro, sinto-me, todos os dias, pai dele. porque é o nosso filho. como o nosso amor."
No blog Momentos.
"...com os ritmos desta vida louca, que tantas vezes quebra o caminho originalmente pensado, as novas famílias trazem consigo os novos pais: os pais dos filhos que já existem, que serão nossos por interposta pessoa, e não nossos de sangue. admiro, muito, sempre que vejo alguém cuidar com ternura do filho de outra pessoa como se fosse dele. quando se quer com o mesmo carinho, o mesmo cuidado, como se fosse nosso. quando se tem a mesma aflição permanente.. eu nunca tinha amado por interposta pessoa. amei os meus pais porque são meus, a minha família, porque é minha. por isso é tão novo e desafiante amar um ser, não por ele (ainda), mas por ser filho de quem é. amar o filho de com quem estamos, é das maiores provas interiores - para nós próprios - de querer. e de vontade, férrea, de ter uma família, uma história com quem amamos. e desafiante: a um filho nosso pode-se berrar, exigir, mandar. sabemos que ele nos irá querer sempre, só por sermos quem o trouxe a este mundo. ao novo filho, temos de conquistar, de cativar. temos de ser o pai, mas também o conquistador. temos de amar, mas também saber fazer com que nos amem. por isso, os novos pais são postos ainda mais a prova. são pais e namorados do mesmo filho. são educadores e, ao mesmo tempo, conquistadores. desafio docemente único. sim, eu amo o teu filho, porque é teu. será um dia um bocado meu, mas será sempre primeiro teu. e de quem o criou contigo. mas ver-lhe um sorriso por minha causa, faz-me feliz. saber que ele pergunta por mim, faz-me feliz. ouvir-te dizer o nosso filho, é a emoção mais pura numa palavra tão simples: nosso. porque mesmo sem o ser, anseio, vibro, sinto-me, todos os dias, pai dele. porque é o nosso filho. como o nosso amor."
No blog Momentos.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Anunciar a gravidez!
A Nossa Gravidez, a revista de Guia para pais, juntou 45 fotos de como dar a notícia da chegada de um novo membro. E eu, como não poderia deixar de ser, fiquei a babar-me por algumas.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
O meu rico corpinho!
O meu corpinho, já conta com mais uma vacina de 70 euros injectada, sem um único cêntimo de comparticipação. Os paitrocínios, continuam a ser os mais fiáveis!
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Hoje sinto-me nua!
Não nua no sentido da vestimenta, da toilette. Dessa parte, bem ou mal, estou vestida! Mas, dizem que são os filhos que mudam as rotinas das mães, dos pais, das famílias, mas sendo eu que eu não tenho filhos, o que muda mesmo a minha rotina, é o autocarro! Raios o partam, está armado em noiva em dia de casamento. Se o noivo lá não está no altar à sua espera, a noiva põe-se a andar. O autocarro faz o mesmo. Se eu lá não estou à espera dele a tempo e horas, passa, e nem rastos deixa. Nem um ramo de flores deixa por descuido para trás, a dar ares de por lá ter passado. Pronto, sendo assim um ingrato, o melhor, quer dizer, o obrigatório, é estar a tempo e horas na paragem. E por isso, hoje, qual creme na cara, qual creme nas mãos, qual perfume, qual acessório. Eu e a minha mala, ao ombro, a correr, e foi se quis. Nunca me tinha acontecido. Sinto-me despida dos cheiros que me caracterizam. Acho afinal, que não tenho ainda a mala com toda a tralha necessária.
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