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sábado, 30 de novembro de 2013

Agora receei este momento!

Estou em casa de "castigo". O "castigo" é trabalhar para a faculdade. Mas verdade seja dita, nem que lá fora estivessem a dar rebuçados, eu iria ter vontade de sair de casa, de ao pé da rica fogueira que me acompanha, para ir lá. Por isso, este, até é um bom "castigo" ter que estar a fazer este trabalho. Ao mesmo tempo, conversava com a minha Galopim (Link, sim?), sobre as ideias com que andamos, e no desenrolar da conversa, falámos de filhos (Não, as ideias com que andamos, não são sobre ter filhos.). Foi aí que para além de pensar nisso, receei o momento, em que a minha mãe e o meu pai, me deixassem de dar coisas para mim, para uso próprio, para me começarem a dar coisas para a "minha" cozinha, a "minha" casa de banho, e o resto das minhas divisões. Para além de tudo o resto, essa realidade, de ter a minha cozinha, a minha casa de banho, e de tudo meu, estar longe, receio essa troca de prioridades na minha vida. Mãe? Pai? Continuo a preferir coisas para uso próprio está bem? Umas roupas, uns colares, umas pulseiras, e umas quantas coisas desse género estão a perceber? Ainda não dou prioridade a panos bordados, a toalhas bordadas, a naperons bordados, e conclusão, a coisas bordado. Ou melhor, independentemente do bordado ou não, não estou nessa fase!

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

E calha-me sempre disto!

Não gosto nada, mas mesmo nada, quando no cinema há um bocadinho de silêncio, e se ouve uma pessoa a brincar com o rebuçado na boca. O barulho é semelhante ao barulho que aquelas pessoas que brincam com as dentaduras, fazem. Desculpem a visão, a imaginação, ou até mesmo o ferimento de sensibilidades.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A "Madera" no "Contenente"! #1

Os meus meninos Maderenses chegaram. Que abraços bons. Que apertados. Que sentidos. Caramba. Nós só os queriamos a eles, e eles vieram carregados de coisas tradicionais da Madeira. Parece-me que os rebuçados de Funcho vão desaparecer que é um instante! Lembram-me os do Doutor Bayar, os da minha infância, e os de sempre, porque ainda hoje os como, mas estes, pelo tamanho, fazem a alegria durar mais tempo a desaparecer.  Bom, a minha maior alegria, era mesmo eles mudarem-se para cá!  Não era mau pensado pois não P. e F.? Aguardo pela vossa companhia no almoço de amanhã!