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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

[bom dia sábado]

 


Manhãs de sábado. Na minha terra.
Batia vento frio nos cabelos apanhados e espelhava o sol nos óculos.
Estava doente. E aquela corrente de ar, ao mesmo tempo que me enchia o peito de oxigénio, assustava-me de tão fria. Fotografei pedacinhos de céu, de terra e de mar e recolhi-me. Entrei na capelinha. Quem me queria abraçar, ja tinha chegado. E o melhor para quem vê gente partir para voltar, é reencontrar. São os abraços, os sorrisos e as palavras ditas com o olhar.
São as certezas de que as amizades ganham asas, mas não voam.


terça-feira, 8 de setembro de 2015

A vida como uma noite de sábado.

Se pudesse escolher as minhas noites, queria-as como uma noite de sábado sem compromisso ao domingo. Tempo ameno em boa companhia. Conversas e café. Jantares rápidos e copos de sumo fresco. Gargalhadas sinceras em olhares cúmplices. Tons de voz acelerados em silêncios de quem foi e ainda não voltou à rotina dos dias cronometrados por relógios com horários apertados.
Queria viver a vida como noites de sábado.

sábado, 1 de novembro de 2014

Oi? O que é que ela viu em mim?

Quando decido finalmente ir ao Quiosque comprar uma revista de tudo quanto era moda para passar o tempo, a senhora pergunta: - A menina não gostará mais de ler a Sábado ou a Visão?

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

E agora pensavam que se livravam? Rewind ao Domingo.

Aquela ideia do pijamificar, ou seja, aquela minha visão idílica de que ia passar o domingo inteiro em pijama no meu canto sossegada a ler, foi à vida. Os 40 graus continuaram o ataque. A família aguardava para almoçar (e eu gosto disso), e o mainovo finalmente teve tempo para festejar o aniversário dele (sim. Que isto aos 12 anos dos tempos de agora, as agendas já estão lotadas) precisamente um mês depois. Hora de fazer as malas e rumar ao destino de mais uma semana. Embora no Sábado tenho sido algo parecido com uma corrida de estafeta, Domingo não lhe ficou muito atrás.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O momento áureo de Domingo: Futebol para totós!

Depois de amadrinhar a criança, numa missa que demorou uma infinidade de horas (na verdade deve ter durado 1,30h, mas a mim pareceram-me 3h), foi o momento de usufruir da companhia daqueles que são para mim, a familia que me foi dada a oportunidade de escolher. Com a azafama do fim-de-semana, que eu avisei logo com antecedência que ia começar no Domingo e que não estava a ser precipitada quando o dizia. De facto, conferiu. Antecipou-se e começou logo no Sábado! Mas adiante. O Domingo teve aquela agitação de se precisar de descansar, mas ao mesmo tempo não se estar descansada. Precisei de tratar da minha roupa e das minhas tralhas, para duas semanas. Sim, vão ser duas as semanas que vou estar sem ir a casa, e quando chegar a ir, será para mais um casamento(Eu avisei!). De maneira que com o arranja, e o arranja roupa e o arranja tralhas e o a arranja cabelos, uma pessoa apesar de saber que o Benfica ia jogar, nunca mais se lembrou de ir ao site do Benfica Oficial espreitar a que horas é que este jogava. Já na companhia da familía, e para começar a lanchar, chega o J. do café e diz que o Benfica está a jogar como nunca, cheio de força. Eu, na minha inocência, pergunto:
 -O Benfica está mesmo forte?
 -Está. Até já ganha. Mas ainda nem começou a jogar!

  (J. ficou a promessa da camisola oficial do Benfica, com o meu nome.)