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domingo, 6 de julho de 2014

Dei conta do cansaço em mim.

Jantei pão de cereais com queijo e fiambre (Era o que me apetecia). Derreti o queijo. Derreti-me enquanto o comia. Fui bebendo um pacote de leite simples. Tenho a certeza de que um café daria outro conforto à alma, mas também me iria fazer perder o sono. Ainda a beber o leite, encostei-me no meio de um número de almofadas quase impossível de ser contado e liguei a televisão. Sem som. Queria poder ter movimento à minha volta, e ao mesmo tempo o silêncio da liberdade para me poder deixar levar pelo que lia. Pouco depois de estar neste conforto, dou por mim meia adormecida, meia embalada pelo sossego que me invadiu. Um embalo que me fez perceber, que depois disto, devo adormecer. Boa noite. ♥

quarta-feira, 11 de junho de 2014

2- Cinema em Dia - Godzilla



Queria ser simpática e dizer, sim sim, gostei muito ao ponto de adorar, e vós ides ver também que são capazes de ficar com a mesma opinião. Por incrivel que pareça, ou até mesmo impossível, adormeci pouco depois do intervalo e não houve godzilla que me acordasse!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Afinal, não são só as àrvores!

As insónias, também dão frutos! Ontem quando vos deixei o desejo de uma boa noite, foi exactamente partilhar com vocês, aquilo que também queria para mim! Uma boa noite, a começar de leve, com um bom livro, e umas velas acesas, azuis, a minha cor preferida, a cor da minha tranquilidade. Pensei eu, que lia, uma meia dúzia de linhas do livro, entusiasmava-me, mas acabava por adormecer, porque tinha o despertador a ameaçar-me com as 7 horas da manhã. Pois bem, já passava da uma da manhã, e bem mais da meia dúzia de linhas, quando o sono teimava em não chegar. Eu decidida, mesmo sem sono, acabo por ajeitar as almofadas e apagar a luz, mexo, remexo, penso, e volto a pensar, e estava numa agitação de todo o tamanho. Não sei que horas eram, mas o sono acabou por me vencer, e eu adormeci. Perdi a noção de tempo, mas volto a acordar, quando olho para o relógio, eram 4 horas da manhã. De novo, agitada, mexi, remexi, pensei e voltei a pensar, nada feito, desta vez, não me fiquei. Toca de pegar no livro, as insónias estavam para durar. Dei por mim, a chegar à página 165 às 6h55 da manhã, faltavam 5 minutos para o despertador tocar, e 10 páginas para terminar o livro! O fruto de uma insónia, foi um maravilhoso livro, lido numa noite! E que livro bom! Não acordei cansada, acordei com energia, acordei inspirada para a vida, e melhor que tudo, para Viver!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

E assim adormeces...Coimbra!




Coimbra a adormecer!

E assim adormece Coimbra, apenas no Céu se nota o seu anoitecer. Apenas o Céu e o relógio marcam o início do seu adormecer. Porque na verdade, a Cidade não adormece. A Cidade é Cidade. Esta, a dos Estudantes. Esta a que já viu pelos seus olhos, milhares de estudantes, e milhares de capas. Capas ao ombro, capas traçadas, capas no chão. Capas sujas, capas negras, capas lavadas pelas lágrimas das saudades, pelas águas do rio. Águas por onde já correram boas e más noticias. Corpos vivos, corpos mortos, flores de alegria e flores de tristeza! Águas que correm com uma missão. A missão de que foram incumbidas, e da qual sabe única e somente quem lhas confiou!

Neuza Martins