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quinta-feira, 7 de maio de 2015

"Uma vez Coimbra, para sempre saudade"

Fui Coimbra uma vez, e outra, e outra vez mais duas. Fui Coimbra durante cinco anos. Vesti orgulho, vesti tradição. Vivi como me foi possível, como gostava. Nunca fui de grandes farras, mas sempre fui de grandes momentos. Por isso guardo em mim saudade dos tempos que me fizeram feliz, e dos que menos feliz me fizeram mas que melhor pessoa me tornaram.
Aquando as doze baladas, que se respeite o silêncio da Serenata Monumental, que se soltem lágrimas sem vergonha e que se arrepiem corpos pela saudade certa de um dia terem sido, ou de estarem a ser, Coimbra.


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Ao dia de hoje. À minha última Serenata Monumental.

Aos meus anjos, que me iluminem esta noite ao luar. Às fitas que nos acompanham, que alcancem o Céu, e conquistem os nossos objectivos. A Coimbra o meu Orgulho. À Cabra, que nunca deixe de brilhar. Ao Rio Mondego que nunca deixe de correr. Aos estudantes, que nunca deixem de Lutar. Aos caloiros, que saibam viver estes dias. Aos Finalistas, que agradeçam este caminho. Ao nosso futuro, que dediquemos cada lágrima que hoje nos escorra pelo rosto.
À minha última Serenata Monumental.




"Capas Negras Santa Clara da Tricana à Univerisadade, Ò Mondego tens nas águas todo o brilho desta Cidade..."