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quarta-feira, 9 de julho de 2014
Não nunca, me esqueci de ti (vocês).
Hoje acordarias cedo, ainda madrugada. Quem sabe acordaria contigo. Não acordavas com as galinhas. A hora delas era tarde para ti. Não me engano. Irias buscar lenha, os paus mais pequeninos, e trarias no teu regaço. Punhas lume ao forno. Na hora de meter a broa a cozer, o forno tinha que estar com a temperatura certa. Amassavas a massa com as tuas próprias mãos e deixavas a levedar. Só depois, tomavas o café de cevada feito ao lume na cafeteira de alumínio e comias pão com planta, às vezes também uma sardinha assada, às vezes outras coisas. A avó iria estar ao teu lado a dar-te a quantidade de massa certa para as broas grandes e a quantidade de massa certa para as broas pequenas. E tu irias pesá-las antes de as colocar na pá e levar ao forno. Vês avô como nunca me vou esquecer? ♥
sexta-feira, 4 de julho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Dizem que é por isso que o Mundo não se vira!
O Mundo não se vira porque enquanto eu peço na pastelaria os pães mais brancos, em simultâneo ao meu lado, alguém pede os pães mais escuros. E ainda bem que o Mundo não se vira!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Passei-me*
* Duplamente. Primeiro porque não gosto de passas, segundo porque comprei pão com passas para comer!
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Não ando a disfarçar bem!
Depois de fazer o exame que me exigia 6 horas sem comer, entrei no café mais próximo, e sendo que nada de espectacular me piscou o olho na vitrina, pedi o mais comum (para mim) nestes casos: Uma tosta mista!
Acho que não tendo eu disfarçado, a minha cara falou por mim e disse: esta criatura está afundada em fome. Só pode. Serviram-me a maior tosta mista de que tenho memória. Nem as tostas no Tetris, de pão Alentejano com queijo e oregãos que eu tanto gosto, se assemelham. Está tudo no café e eu aqui a comer como nunca! Ao menos valha-me não ter ninguém à minha volta a comer uma delicada salada para eu não me afundar agora em remorsos também.
Acho que não tendo eu disfarçado, a minha cara falou por mim e disse: esta criatura está afundada em fome. Só pode. Serviram-me a maior tosta mista de que tenho memória. Nem as tostas no Tetris, de pão Alentejano com queijo e oregãos que eu tanto gosto, se assemelham. Está tudo no café e eu aqui a comer como nunca! Ao menos valha-me não ter ninguém à minha volta a comer uma delicada salada para eu não me afundar agora em remorsos também.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Coisas boas que me lembro! #1
Lembro-me de me deixares beber açúcar com cevada, e não cevada com açúcar!
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
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