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domingo, 5 de janeiro de 2014

A crise chegou aos desodorizantes!

Fui a dois hipermercados (o facto de ser hiper, devia ser sinónimo de alguma coisa, não? ) D-O-I-S, e nenhum tinha o desodorizante que eu uso! Um deles, já é costume não ter. Tem a gama toda da Dove, menos aquele, quer dizer, aquele em spray, porque em rol-on que eu não gosto, lá está ele. No Continente, que costuma ser a minha salvação, não havia um, nem um. Ao que me pareceu tinha havido uma promoção. No que eu uso, e noutro, porque de resto, também lá estava a gama toda.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Espectacularmente inteligente!

Hoje fiz parte daquele grupo de pessoas espectacularmente inteligentes que se vestem mais que confortáveis para ir tratar dos seus afazeres. Vesti as leggings mais quentinhas e confortáveis do armário, a sweatshirt mais larga, quentinha e antiga que tenho. Tem certamente uns 5 anos. Uma Jack & Jones cravada de tachas brilhantes. Não, não imana tanto brilho que me faça parecer uma estrela cintilante, ou tanto brilho que me faça parecer mais uma decoração de Natal, que outra coisa qualquer. Calcei os ténis mais confortáveis que podem existir, pelo menos para os meus pés, e logo aí, foi um conforto extremo para os meus pés que ultimamente só têm conseguido sentir a dureza das botas e dos sapatos de pessoa trabalhadora. Sei que hoje, fiz a escolha certa para me movimentar como uma enguia frita no meio de tanta gente que estava no Continente. Foi ver-me ziguezaguear pessoa a pessoa, e despachar os poucos mimos que faltavam!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Madalenas

Para além de gostar do nome Madalena, gosto das eternas existentes madalenas, o queque. No outro dia no supermercado, dizia que me apetecia "alguma coisa boa", é a expressão que uso para dizer que quero alguma coisa doce, mas não faço ideia do que possa ser. Significa também que para além disso, posso dar voltas e voltas no corredor dos doces, e não me decidir. Mas nesse dia, entrei pelo corredor, e imediatamente, saltou à vista uma emabalagem de madalenas, como que dispostas pelo marketing comercial, e eu, arregalei os olhos, e nem fiz questão de escolher as madalenas X e Y. Trouxe mesmo aquelas madalenas que me tinham feito arregalar os olhos. Agora, estou para aqui deliciada a comer madalenas, e a beber leite com chocolate. Acho que estou em modo Neuza Infantilizado, que depois de um dia de trabalho, sabe sempre bem deixar o lado sério de parte. Voltando às madalenas, ou eu tinha mesmo saudades disto, ou estas são realmente iguais às da minha infância.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Estamos em crescimento!

Portugal Continental, em crescimento. Devem ter tido em atenção, a felicidade com que fiquei quando os meus amigos Madeirenses cá estiveram e me deram a provar Brisa Maracujá e Laranjada, e aderiram a estas bebidas maravilhosas. Principalmente a laranjada, que a Brisa já tinha conhecimento da existência dela por cá (apesar de ainda não a ter provado até esse dia). Mas sinceramente a que me traz mesmo alegria, aquela que eu gostei mesmo muito foi a Laranjada. Quando a vi hoje à venda no Continente(nos dois sentidos. Portugal Continental, e cadeia de supermercados Continente), foi como sentir a Madeira. Para estar completo,  só faltava também estar o P. e a F. ali comigo para partilharmos! Isto é reunir todas as condições necessárias para que quando eles se mudarem para cá, não tenham faltas de nada.



domingo, 10 de novembro de 2013

A "Madera" no "Contenente"!

A julgar pelos dois exemplares de pessoas que conheço da Madeira, aposto que está repleta de pessoas boas. Conhecer, no sentido de conhecer, conhecer bem, de gostar, de gostar muito, são duas. O P. e a F. O P. trata-me por mamã, e trata-me com um carinho e um respeito como se eu fosse a verdadeira mamã dele. Por você. A mamã pode isto, a mamã pode aquilo. Acho-lhe graça, o miúdo, mais velho que eu, é engraçado! A F. é querida. Não tem o sotaque típico da Madeira, Aquele sotaque que eu tanto gosto, mas o P. tem, e as conversas tornam-se ainda mais engraçadas. Sempre que podem, vêm da Madeira para nós, especialmente para estar connosco. E isso faz-nos felizes, faz-nos ansiar a vinda deles, faz-nos mudar tudo aquilo que temos para fazer, sempre que nos é possível, só para estar com eles. Rimos, muito, brincamos muitos, gozamos muito, sabemos os defeitos, e as virtudes de cada um, e rimo-nos disso. Não há dramas quando estamos juntos. Há apenas ciúmes, por que todos queremos estar com todos! De tantos que nós gostamos uns dos outros!