Vamos falar de macarons que é deles que a minha barriguinha está forrada. A primeira vez que comi macarons eram supostamente os originais Parisienses. Não houve nada que eu tivesse detestado tanto logo à primeira trinquinha como eles. Como não fui de desistir à primeira, fui experimentar os da Brasileira. Todos os sabores quantos tinham. Não gostei de mais nenhum para além do de limão. Mas mesmo esse não era coisa pela qual matava para comer. Quando a Arcádia abriu em Coimbra, toda a gente me dizia agora é que vai ser. Agora é que vais gostar deles todos, vingar a tua fome e forrar a tua barriga de macarons. Mais uma vez provei todos os sabores quantos tinham. E sim, confesso que aí quase todos eles fizeram as minhas delícias. Principalmente os de maracujá. Como quem tem amigos tem tudo, incluindo amigos com mãos prendadas, no Sábado recebi um miminho que me apetecia comer não só os macarons com sabor a Violeta como o embrulho (lindo). Foi tudo feito pelas mãos prendadas da própria C., e esses sim, era capaz de matar para comer. Encheram-me as minhas medidas e as de todos quantos conseguiram provar. É que estava difícil para mim não me abotoar com todos. Apesar de serem mesmo maravilhiosos, eu não consegui decifrar o sabor. Para mim eram framboesa ou mirtilo. Teve que ser a própria criadora a desvendar a curiosidade do meu paladar.
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terça-feira, 28 de outubro de 2014
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
terça-feira, 28 de maio de 2013
Dias #1
Pronto, eu confesso. Antes que alguém descubra a verdadeira razão pela qual tive que ir correr, e não pude ficar alapada em qualquer sitio confortável, eu confesso. Foi mais forte que eu, sair da Faculdade depois de outra apresentação e com a garganta neste estado, não ir sentar-me na minha bela Brasileira a lanchar. Saí com aquela necessidade de mimos cheios de açucares. De bebidas quentes, de comidinha que aconchegue. Mas depois do que é bom, um galão mesmo quentinho, com pouco café como pedi ao Senhor Mário, e uma fatia de Toucinho do Céu com chila, vieram os remorsos. Ai se vieram. E toca lá de ir fazer a corridinha a tentar resolver a coisa. Não me parece que tenha sortido efeito. Achei que não ia jantar, e a ver se não, era o não ias. Mas preparei uma coisinha mais levezinha. Brócolos cozidos com umas lulas recheadas à minha maneira. O que significa que eram mais levezinhas que o normal. O que se pensa, é que amanhã é um novo dia! Temos que ter reforços positivos vindos de algum lado.
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