Vamos falar de macarons que é deles que a minha barriguinha está forrada. A primeira vez que comi macarons eram supostamente os originais Parisienses. Não houve nada que eu tivesse detestado tanto logo à primeira trinquinha como eles. Como não fui de desistir à primeira, fui experimentar os da Brasileira. Todos os sabores quantos tinham. Não gostei de mais nenhum para além do de limão. Mas mesmo esse não era coisa pela qual matava para comer. Quando a Arcádia abriu em Coimbra, toda a gente me dizia agora é que vai ser. Agora é que vais gostar deles todos, vingar a tua fome e forrar a tua barriga de macarons. Mais uma vez provei todos os sabores quantos tinham. E sim, confesso que aí quase todos eles fizeram as minhas delícias. Principalmente os de maracujá. Como quem tem amigos tem tudo, incluindo amigos com mãos prendadas, no Sábado recebi um miminho que me apetecia comer não só os macarons com sabor a Violeta como o embrulho (lindo). Foi tudo feito pelas mãos prendadas da própria C., e esses sim, era capaz de matar para comer. Encheram-me as minhas medidas e as de todos quantos conseguiram provar. É que estava difícil para mim não me abotoar com todos. Apesar de serem mesmo maravilhiosos, eu não consegui decifrar o sabor. Para mim eram framboesa ou mirtilo. Teve que ser a própria criadora a desvendar a curiosidade do meu paladar.
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terça-feira, 28 de outubro de 2014
sábado, 21 de dezembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Depois dos meus Madeirenses, a minha Parisiense!
O P. e a F. já estão de partida. Sabe a pouco é a verdade. Amanhã vão eles embora, e hoje chegou a L. vinda de Paris. Fico triste por uns, contente por outros. Tenho os amigos, os verdadeiros, por aí espalhados pelo Mundo. A Madeira, França, Polónia e Bruxelas são alguns dos sítios que me os levam, mas com a obrigatoriedade de que assim tem que ser. De que é nesses sítios que irão progredir. E de que é daí que irão trazer a experiência de vida que iremos partilhar uns com os outros. O meu abraço está pronto, para deixar voar os que já têm que partir, e para agarrar os que estão agora a chegar. Mas gosto mais de os receber, do que de os deixar ir!
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