Gostava de ter habilidade nas mãos para manusear as palavras e descrever o Mundo e a vida como os meus olhos a vêem.
O sol de Inverno no Verão de São Martinho, realça as imperfeições do rosto (e eu gosto tanto). Aquece o corpo, carrega baterias e devolve energias. E eu não sei explicar a felicidade dos raios de sol, o prazer de uma tosta mista à hora de almoço e o café na esplanada do café mais perto.
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
[De quem nos quer tanto bem]
Faz-me feliz abraçar-te. Sentir que vens de longe para o fazer, sentir que evocas esforços para nos termos, que somos metades e que juntos somos inteiros.
Temos ambos umas vidas loucas (talvez como nós).
Juntamo-nos nas horas em que a cidade dorme, mas nós não. Rimos enquanto comes gelado como uma criança e te dizes mais feliz que nunca, choramos o nosso cansaço e serenamos tudo quando nos abraçamos. Os teus cabelos dourados encostam nos meus caracóis morenos e os teus olhos verdes fecham a sentir e a precisar tanto daquele abraço quanto eu.
Temos ambos umas vidas loucas (talvez como nós).
Juntamo-nos nas horas em que a cidade dorme, mas nós não. Rimos enquanto comes gelado como uma criança e te dizes mais feliz que nunca, choramos o nosso cansaço e serenamos tudo quando nos abraçamos. Os teus cabelos dourados encostam nos meus caracóis morenos e os teus olhos verdes fecham a sentir e a precisar tanto daquele abraço quanto eu.
domingo, 1 de novembro de 2015
01-11-2015
Pediste-me que não te deixasse um único minuto. E eu pedi-te por favor, que nem um único segundo.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
30-10-2015
Há cafés que me sabem pela vida, e há vidas que me sabem a café. Encontro-te no cheiro a café pela manhã pela tarde e em qualquer altura do dia. Nos dias, todos os dias, consigo sempre ver-te, imaginar-te e pensar-te [pelo cheiro a café]. Pensar que um dia não gostei desta nicotina encapotada, faz-me achar que descartei nesse tempo, a hipótese de amar. Seja ele quem (qual) for.
Até amanhã. E ficou dito.
Vão perceber que agora vos escrevo de alma lavada. Agora que acomodei a cabeça nas almofadas e que passei a palavra ao coração. Agora que descanso a ouvir Beethoven e que espero que o sono me leve para as estrelas. Agora que disse tudo menos um até amanhã,
Até amanhã.
E ficou dito.
(Aos meus avós)
Até amanhã.
E ficou dito.
(Aos meus avós)
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
29-10-2015
Sou feliz de cada vez que me perguntas em qual das almofadas é que eu quero dormir. [vou escolher sempre os teus braços.]
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Ao amigo para sempre.
Gosto de inspirar e sentir o cheiro do perfume com que te beijei esta manhã. Do mesmo que tinha quando discretamente me agarraste nas mãos e aquele que disseste sentir quando de forma sublime e delicada me abraçaste. Tinha saudades tuas. Meia dúzia de olhares atentos e não vale a pena tentares calar mais nada a não ser o coração que fala através dos teus olhos. Sempre meigos. Sei isso de ti. Como sei muitas outras coisas que descobri por me deixares. Ao amigo para sempre.
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