Gostava de ter habilidade nas mãos para manusear as palavras e descrever o Mundo e a vida como os meus olhos a vêem.
O sol de Inverno no Verão de São Martinho, realça as imperfeições do rosto (e eu gosto tanto). Aquece o corpo, carrega baterias e devolve energias. E eu não sei explicar a felicidade dos raios de sol, o prazer de uma tosta mista à hora de almoço e o café na esplanada do café mais perto.
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
[De quem nos quer tanto bem]
Faz-me feliz abraçar-te. Sentir que vens de longe para o fazer, sentir que evocas esforços para nos termos, que somos metades e que juntos somos inteiros.
Temos ambos umas vidas loucas (talvez como nós).
Juntamo-nos nas horas em que a cidade dorme, mas nós não. Rimos enquanto comes gelado como uma criança e te dizes mais feliz que nunca, choramos o nosso cansaço e serenamos tudo quando nos abraçamos. Os teus cabelos dourados encostam nos meus caracóis morenos e os teus olhos verdes fecham a sentir e a precisar tanto daquele abraço quanto eu.
Temos ambos umas vidas loucas (talvez como nós).
Juntamo-nos nas horas em que a cidade dorme, mas nós não. Rimos enquanto comes gelado como uma criança e te dizes mais feliz que nunca, choramos o nosso cansaço e serenamos tudo quando nos abraçamos. Os teus cabelos dourados encostam nos meus caracóis morenos e os teus olhos verdes fecham a sentir e a precisar tanto daquele abraço quanto eu.
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