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sábado, 27 de dezembro de 2014

Lai Lai Lai O Natal já lá vai.

E eu não toquei em rabanadas, filhoses, velhoses, azevias, bolo rei, tronco de natal, broas de batata, sonhos, coscorões e outros que tais.[Tudo isto para revelar a enjoada que há em mim.♥]

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Não se fiem em gajas com agulhas!

Andam a fazer-me acupuntura. Coisa que não sei quê e não sei como, e eu até explicava e dava explicações de quê e porquê. Mas não me apetece. A L., é a responsável por eu me ter tornado faquir. Ela é toda fofinha, mas lá pelo meio, qualquer coisa que eu lhe tenha dito a deve ter magoado até às entranhas mais profundas, e ela vingou-se. Ela encarrega-se de tratar de mim, (isto é o mesmo que dizer que ela me está a espetar toda), enquanto eu descontraio um bocadinho, deitadinha e sossegadinha, coisa rara de se ver. Como também não há muito (para não dizer nada) que se possa fazer durante aquele tempo, o auge da sessão, é quando eu pergunto quantas agulhas tenho naquele dia e que depois na hora de serem tiradas contamos de forma monocórdica para ver se eu não me torno num bolo rei dos tradicionais, com direito a brinde, a fava e tudo quanto haja no Mundo dos bolos rei. No sábado (dia a que geralmente tenho sessão), a L. vinha completamente virada do avesso, vinha coisa para o esquisito, assim para o desconcentrado. (Em modo drama queen diria: Cheguei a temer pela minha vida.) Ela já adivinhando a pergunta que eu iria acabar por fazer, diz: Hoje tens 26 agulhas.
(Está bem. É-me igual ter mais uma ou menos duas.)
Quando chegou a hora de as retirar, lá começámos de forma monocórdica a contar: 1,2,3..15...20..26. E parou!
Preparei-me para me despedir dela, e um tendão da perna esquerda fez-me acreditar que não a queria ver pelas costas. Raio de uma agulha esquecida lá. Havia uma vigésima sétima. Sabendo que a L. geralmente coloca as agulhas de forma simétrica, não deixei que ela se fosse  embora sem eu revistar a perna direita. E lá estava. Brinde. Uma vigésima oitava agulha.
A rapariga que não vinha boa, desfez-se em desculpas e eu quando senti que já nada me estava a doer, deixei-a ir.
De bem com a vida, fui sentar-me em frente à lareira, mais enrolada que uma minhoca, e preparava-me para ler confortavelmente, quando senti umas picadinhas na barriga. (Pensei para mim: És uma picuinhas, ao tempo que já foi e ainda estás com a mania de que aí foste picada. Caladinha para que não me chamam-se picuinhas, decidi não exteriorizar o pensamento mas pelo sim pelo não levantei a camisola para ver.) Ok. Tinha uma agulha completamente espetada na barriga. Tudo quanto podia espetar, espetou. (Abençoada protecção da agulha, que chegando a determinada parte não deixa que a agulha se entranhe mais.) Eram portanto, 29 agulhas. Eu avisei que ela este Sábado não vinha boa!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Seis-de-Janeiro-de-Dois-Mil-e-Catorze-Dia-de-Reis-e-Rainhas.

Até o dia de trabalho hoje, foi inspirador. Acreditam que pode haver trabalhos assim? Fui mimada logo pela manhã. Miminhos simbólicos, daqueles que significam mesmo: "Não me esqueci de ti!" E receber miminhos de Natal, no dia de Reis, tem outro encanto*, Sabe, a ter miminhos, partidos por várias doses.


(São mais miminhos, mas ficam estes em representação de todos os outros.)


*e outro sabor. Sim, porque eu que não gosto de bolo rei, e este ano, nem mesmo a tirar os frutos secos, tinha provado a massa, hoje até uma fatia comi.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Último dilema de 2013!

Tenho a cara em mísero estado com um ataque de borbulhas que parece um aglomerado de cogumelos.  Por amor de Deus o que é que se foi apoderar de mim? Nem sequer ousem dizer que foram as extravagâncias de Natal, porque eu sou uma enjoadinha que não toquei em nada em especial desta quadra. Porque não gosto de nada. Nem bolo rei, nem bolo rainha, nem coisa que o valha. E lampreia de ovos e essas coisas, gosto, gosto e não é pouco. Mas para não cair em tentação, que depois da tentação, vem o desespero por ver o peso na balança, já nem sequer entram cá em casa. Conclusão, que nem me passe pela cabeça,  entrar hoje em lojas como a Bijou Brigitte e outras que tais, porque aquelas luzes, fazem os meus cogumelos, parecer abóboras.