Achava que este ano não tinha nada a pedir para o Natal, mas depois pensei com os olhos e com o coração, e afinal tenho muito a pedir. Quero que me traga mais campos de férias e festas da asbihp, projectos do Bairro do Amor realizados e mais pessoas boas ao meu lado. Na sexta-feira dei as mãos para trabalhar para a Asbihp e embrulhei (ainda que sem jeito algum) presentes para miúdos (obrigada LEGO) e graúdos. Conseguimos fazer 50 cabazes bem recheados (obrigada Pingo Doce, Spar, mini mercados locais, pessoas anónimas e tantos outros num sem fim de Amor) para distribuir pelas familías. A Catarina foi uma das (muitas) pessoas que trabalhou muito para que tudo fosse possível. No dia da festa, voltei a ver os mesmos sorrisos do campo de férias, os mesmos cadeirantes capazes de nos receber no colo deles e tudo aquilo que em outrora já me tinha feito feliz, voltou a fazer. O meu coração rebenta - de Amor.
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
domingo, 30 de março de 2014
"O Zé-Ninguém que salvou toda a gente"
Tenho breves considerações a fazer, sobre o filme do Zé Ninguém. Mais conhecido, pelo filme da Lego, ou Lego The Movie. Entrei tão entusiasmada na sala de cinema, como se fosse um deles. Sim, um dos meninos pequenos que lá estavam sentados. Acompanhados por um adulto. Fui por minha conta e risco. Adulta de mim mesma. A história do Zé Ninguém, apesar de parecer medonha, ainda deixou margem para a minha coragem. (Sim, estou a usar uma hipérbole. Mas com um uso bem fundamentado.) Só senti falta de uma criança quando lá cheguei e me apercebi que era a única adulta (ou pelo menos a mais parecida com essa espécie) que lá estava sem qualquer tipo de criança a cargo. E vai daí que me esqueci disso, mal o filme começou, porque durante aqueles 100 minutos que lá estive dentro, a única diferença, entre mim e eles, foi que nos 7 minutos de intervalo eu saí para ir beber café, e eles não. A história do Zé Ninguém, está mais que aprovada. E consigo sentir aos 23 anos, que a febre da Lego, está mais forte que a H5N1.
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