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domingo, 13 de abril de 2014

As bloggers propriamente ditas e as que escrevem umas patacoadas!

As bloggers propriamente ditas, têm adoptado cães. Um Manolo, um Mojito, um Sal. As que escrevem umas patacoadas, como é o meu caso, adoptam gatos. Nestes anos de vida, não me lembro de ter passado confiança nem a cães, nem a gatos. Tive uma quantidade avultada de peixes, que têm uma resistência para cima de espectacular nas minhas "mãos" e tenho uma tartaruga com alguns 13 anos de casa. Sinto que criei um género de tartaruga ninja, mas ainda sem definição de cor para venda dos olhos.
Agora por circunstâncias da vida, adoptei um gato, o gato do meu avô. Branco, gordo, amoroso, e mimado. Já me rebolei no chão com ele, e já fiz exactamente aquilo que considerava extremamente parvo fazer quando via os outros fazê-lo. Gosto do animal! Para espanto das damas de humor que ontem acharam ser uma piada eu ter um gato só meu. (Isto ao ver as minhas mãos mais arranhadas que um rato após uma luta com um gato.)


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Vingança cruel pá!

Ontem à noite fui-me deitar, e disse para o peixe algo como: "O que é que estás a fazer no fundo do aquário Amilcar?". Do género, o animal sabe que não tem um nome fixo, chamo-lhe aquilo que me vier à cabeça na altura, é com carinho, e continuamos amigos como sempre. Raio, hoje quando me foram levar o pequeno-almoço à cama, fui logo avisada em alto e bom som, que o animal tinha morrido. O outro? Já foram os dois? Ok. Se não gostaste que te tivesse chamado Amilcar, falavas comigo na altura, resolviamos as coisas e evitavas de ter morrido. E aliás, teres morrido sem me dares uma palavra antes! E agora é de vez, não quero mais nenhum animal deste género (digo sempre isto quando estas coisas acontecem, e depois...).