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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Pois sim!

Era suposto ter que acordar às 7h30 da manhã, mas nunca o toque do despertador foi tão irritante como hoje. Apressei-me a desligá-lo. Mais 5 minutos e telefonam-me na tentativa de fazer de despertador Humano. E eu pedi mais um bocadinho. Que me foi concedido. Mais uma hora. Nos entretantos outra pessoa liga a tentar acordar-me. Lá consegui entre uma chamada e outra da primeira pessoa, acordar. Ainda tive direito a 5 minutos na cama do meu irmão e um beijo de bom dia da M. Mas mal uma pessoa acorda a queixar-se com frio, que começa a chover mas a chover, nada de amostras para ver como era! Logo chuva a mostrar o quanto vale, quanta força tem. Arranjei-me e agasalhei-me. O cachecol que muitos disseram ser exagerado, soube-me melhor que um pão de Deus com queijo e se há coisa que eu gosto, é disso. Fui à minha vidinha apressada, abre chapéu, fecha chapéu, fecha chapéu, abre porra de chapéu! E não parava, resolvi o que pretendia, e conversei com pessoas boas. Depois, depois foi hora de almoço, e eu meia desafiada há já uns dias, embarquei numa pita kebab vegetariana. E se gostei? Gostei, e não foi pouco! Não fica nada a trás, da pita dita normal. Sou menina para experimentar outras comidas vegetarianas! Aceitam-se receitas se por aí as houver. Capa aos ombros em dia de cortejo da Latada, mas traje no armário, a provar que a vida mudou, que os anos que ficaram para trás foram os derradeiros, e que esses sim, nos pertenciam. Um café, com a capa a envolver-me, e arranca para casa no meio de confusão, entre gente, uns que subiam e outros que desciam. Não se ouve sequer o bulício lá de fora. E estamos assim, quase a meio da semana!


Querias conseguir!



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Serenata a Coimbra

Cheguei a ti, Coimbra, com todos os medos na bagagem.  Mais medo, que sorrisos e orgulho em entrar nesta academia que sempre quis! Não me lembro da minha primeira Serenata,  se calhar porque não tinha pessoas suficientemente importantes a meu lado! Hoje, assisti à minha penúltima serenata.  Senti cada arrepio,  depois de um acorde de guitarra, que tocava Coimbra,  e que tocava os nossos corações!  Os corações que são tocados pela primeira vez, os que o são pela última ou penúltima,  ou até mesmo aqules coraçoes que apenas se deixam levar pelas vozes e pelos acordes, como se deixam levar pelo encanto do rio Mondego!  Hoje, tenho mais amores,e desejos de Coimbra, que medos ou ódios.  Hoje trajei, com enorme orgulho,  e respeito. Tracei a capa, e silenciei. Perdi o sorriso, e adormeci em pensamentos de quase 5 anos, que vou carregar comigo como carrego um órgão vital. Esta é a minha história,  e é essencial para o meu crescimento.  Obrigada Coimbra! Hoje, apetecia-me que fosse o coração a escrever,  e não as mãos,  para o pensamento sair realmente como é sentido!

"Grita bem alto que queres viver!"